
“Não faças da tua vida um rascunho, pois pode não haver tempo de passar a limpo.” - (André Rossato)
Introdução
"Quando soube que tinha de escrever a minha autobiografia, achei que seria fácil.
Começaria pelo meu nascimento até aos dias de hoje.
Ao sentar-me diante do computador para iniciar a minha história de vida, então dei conta que não seria assim tão fácil. É preciso ter muita disponibilidade psicológica para colocar no papel uma vivência de 41 anos.
Sinto que ao escrever a minha autobiografia será como um escritor ao escrever o seu próprio livro.
Começaria pelo meu nascimento até aos dias de hoje.
Ao sentar-me diante do computador para iniciar a minha história de vida, então dei conta que não seria assim tão fácil. É preciso ter muita disponibilidade psicológica para colocar no papel uma vivência de 41 anos.
Sinto que ao escrever a minha autobiografia será como um escritor ao escrever o seu próprio livro.
Eu sei a minha história e tenho de a ir organizando. O que escrevo tem de fazer sentido e muitas vezes sinto que me falta a inspiração, as frases não saem, sinto a cabeça vazia.
Ao contar a minha história recordo bons e momentos menos bons do meu percurso de vida. Sinto que tem sido gratificante colocar para o papel a minha história de vida. Tem-me feito reflectir sobre o que tem sido a minha vida, se tenho seguido o caminho correcto, se as minhas opções foram as mais correctas e chego à conclusão que apesar de alguns acidentes de percurso, a minha viagem tem sido feita em segurança, com responsabilidade e alguma sabedoria.
Espero fazer um óptimo trabalho!"
Ao contar a minha história recordo bons e momentos menos bons do meu percurso de vida. Sinto que tem sido gratificante colocar para o papel a minha história de vida. Tem-me feito reflectir sobre o que tem sido a minha vida, se tenho seguido o caminho correcto, se as minhas opções foram as mais correctas e chego à conclusão que apesar de alguns acidentes de percurso, a minha viagem tem sido feita em segurança, com responsabilidade e alguma sabedoria.
Espero fazer um óptimo trabalho!"

O nascimento da minha filha
“Os nossos filhos precisam da nossa presença mais do que dos nossos presentes.” - (J. Blanchard)
"Em Novembro de 1993, nasceu a minha filha, uma filha planeada e muito desejada por ambos.
Foi uma gravidez com alguns enjoos, mas isso é normal.
Lia tudo o que dizia respeito a grávidas e a bebés. Tentava ter todos os cuidados comigo e com o bebé. Fui sempre a todas as consultas e fiz todos os exames que a médica mandava.
Só na última ecografia, feita no final de Setembro é que soube que era uma menina.
Engordei alguns quilos do que aqueles que a médica queria, mas para o final do tempo era impossível controlar a comida, devido ao estado de ansiedade e de medo.
O primeiro parto é sempre um desconhecido. Por muitas histórias que se possa ouvir, o passar pela situação é sempre diferente.
No dia 6 de Novembro, era um sábado e acordei com algumas moinhas, o que queria dizer, que estava próxima a hora do parto.
Depois de almoço, colocámos a mala no carro e fomos até à Costa da Caparica, andar no paredão. A médica dizia que fazia muito bem andar. Então, eu segui o conselho dela e mesmo à chuva lá andei eu e o meu marido, para trás e para a frente, e quando vinham as contracções, eu agarrava-me à barriga e tentava fazer a respiração correcta para aliviar a dor.
Por volta das 22 horas estava na casa da minha sogra quando fui á casa de banho e rebentaram as águas. Que sensação tão estranha e tão desconfortável.
Dei entrada na Maternidade Alfredo da Costa por volta das 23 horas.
Estava cheia de dores, ainda cheguei a pedir a epidural, mas não deu tempo, a minha filha estava mesmo com pressa para chegar a este mundo.
O nascimento dela foi algo de muito maravilhoso. Nasceu de parto normal, no dia 7, pela 1h40 da manhã, com 3,020 Kg e 47 cm. Demos-lhe o nome de Ana Filipa.
Tenho fotografias do nascimento dela, ela mesmo a nascer, e sempre que olho para elas recordo-me do momento mais feliz da minha vida.
É um amor imenso que sentimos por este pequeno ser que cresce dentro de nós, e que nós ainda nem o conhecemos, nem o vimos cara a cara, mas que é muito nosso, é um amor incondicional. Para mim, não há amor maior do que aquele que temos por um filho.
A minha filha tem sido muito fácil de criar. Mamou até ao dia que fez 1 anos de idade. Começou a falar muito cedo e bem explicada.
Nunca gostou de dormir a sesta à tarde, tal e qual a mãezinha dela.
Quando acabou a minha licença de maternidade tive sorte de a poder trazer comigo ali para a AMP. Como era uma criança calma, que tendo a barriguinha cheia e a fralda seca, estava sempre bem disposta.
Também contava com a ajuda da minha colega, a quem a minha filha se habitou a chamar de titi.
Até aos 3 anos de idade pude ser eu a tomar conta da minha filha e ao mesmo tempo estando a trabalhar fora de casa.
Foi muito bom, embora fosse cansativo porque andávamos de transportes públicos. Mas sinto que valeu a pena, pois a nossa relação mãe/filha é muito chegada."
“Os nossos filhos precisam da nossa presença mais do que dos nossos presentes.” - (J. Blanchard)
"Em Novembro de 1993, nasceu a minha filha, uma filha planeada e muito desejada por ambos.
Foi uma gravidez com alguns enjoos, mas isso é normal.
Lia tudo o que dizia respeito a grávidas e a bebés. Tentava ter todos os cuidados comigo e com o bebé. Fui sempre a todas as consultas e fiz todos os exames que a médica mandava.
Só na última ecografia, feita no final de Setembro é que soube que era uma menina.
Engordei alguns quilos do que aqueles que a médica queria, mas para o final do tempo era impossível controlar a comida, devido ao estado de ansiedade e de medo.
O primeiro parto é sempre um desconhecido. Por muitas histórias que se possa ouvir, o passar pela situação é sempre diferente.
No dia 6 de Novembro, era um sábado e acordei com algumas moinhas, o que queria dizer, que estava próxima a hora do parto.
Depois de almoço, colocámos a mala no carro e fomos até à Costa da Caparica, andar no paredão. A médica dizia que fazia muito bem andar. Então, eu segui o conselho dela e mesmo à chuva lá andei eu e o meu marido, para trás e para a frente, e quando vinham as contracções, eu agarrava-me à barriga e tentava fazer a respiração correcta para aliviar a dor.
Por volta das 22 horas estava na casa da minha sogra quando fui á casa de banho e rebentaram as águas. Que sensação tão estranha e tão desconfortável.
Dei entrada na Maternidade Alfredo da Costa por volta das 23 horas.
Estava cheia de dores, ainda cheguei a pedir a epidural, mas não deu tempo, a minha filha estava mesmo com pressa para chegar a este mundo.
O nascimento dela foi algo de muito maravilhoso. Nasceu de parto normal, no dia 7, pela 1h40 da manhã, com 3,020 Kg e 47 cm. Demos-lhe o nome de Ana Filipa.
Tenho fotografias do nascimento dela, ela mesmo a nascer, e sempre que olho para elas recordo-me do momento mais feliz da minha vida.
É um amor imenso que sentimos por este pequeno ser que cresce dentro de nós, e que nós ainda nem o conhecemos, nem o vimos cara a cara, mas que é muito nosso, é um amor incondicional. Para mim, não há amor maior do que aquele que temos por um filho.
A minha filha tem sido muito fácil de criar. Mamou até ao dia que fez 1 anos de idade. Começou a falar muito cedo e bem explicada.
Nunca gostou de dormir a sesta à tarde, tal e qual a mãezinha dela.
Quando acabou a minha licença de maternidade tive sorte de a poder trazer comigo ali para a AMP. Como era uma criança calma, que tendo a barriguinha cheia e a fralda seca, estava sempre bem disposta.
Também contava com a ajuda da minha colega, a quem a minha filha se habitou a chamar de titi.
Até aos 3 anos de idade pude ser eu a tomar conta da minha filha e ao mesmo tempo estando a trabalhar fora de casa.
Foi muito bom, embora fosse cansativo porque andávamos de transportes públicos. Mas sinto que valeu a pena, pois a nossa relação mãe/filha é muito chegada."
Aqui está um excerto da minha autobiografia.
É o trabalho que tenho de desenvolver para terminar o 12º ano.
Nada disto está completo, ainda tenho muito trabalho pela frente.
É um projecto do qual estou muito empenhada e que me tem dado algum gozo fazer.
De vez em quando vou deixando aqui uns excertos para me irem conhecendo um pouco melhor.
É por causa deste trabalho que volta e meia ando desaparecida, mas agradeço todo o carinho que me têm dado e não deixem de me visitar. Obrigada!
Um beijo enorme!!!
13 comentários:
Ai, que tudo!!!! Amaria ter feito esse trabalho na faculdade!
Beijos!
;))
Beijocas!!!
Olá querida! Obrigada por dividir momentos tão preciosos conosco!!!
Você tem feito falta, aqui na blogosfera, mas lendo seu relato, percebo que é por uma causa nobre!!!
Um beijo e sucesso!
Alexandra
Obrigada pelo vosso carinho!!!
Beijinhos Enormes!!!!!!!!
Ah!! Delicioso este bocadinho da tua autobiografia!! Sei bem do que falas pois o meu marido também está a fazer a dele com a mesma finalidade. E sei que é complicado, por vezes tento dar uma ajudinha. Bjs e continua a postar pedaços da tua vida... bjs!
Oi Ana...
Seu post me emocionou... realmente muito bonito... imagino o quanto deve estar sendo difícil e para que seja tão tocante, só mesmo revivendo cada lembrança...
Adorei conhecer um pouquinho da sua história e só por esse trecho tenho certeza que sua autobiografia será maravilhosa...
Um grande beijo...
Dé...
Olá
Vim aqui atraz de uma capa de livro... adorei o resto que encontrei e decidi ler mais.
Como li o seu final de colocação, resolvi deixar um pequeno comentário, pois acabei de tirar o 9º e estou a pensar começar a tirar o 12º , vou a entrevista nesta próxima seg.
Desejo muitas forças e felicidades pra o projecto.
Alda
Olá Ana
Deixo um beijinho grande, muita força para realizar esse trabalho.
E, adorei o que li, sobre o nascimento da filhota.
O da minha filhota foi um pouco/muito mais difícil.
Mas quando acordei e a vi ao meu lado, foi uma felicidade tal que nem consigo explicar.
Não há coisinha melhor que os filhotes, tem agora quatro aninhos e estou amar muito esta fase da sua vida.
Beijinho
Adorei conhecer um pouquinho da sua história!!!
Beijos e bom final de semana!
Obrigada Amigas, vocês são umas queridas!!!
Mesmo assim já tenho muita coisa escrita, mas que precisa de se desenvolvida.
Estou de férias, mas tento todos os bocadinhos livres, sentar-me em frente ao computador e adiantar um pouco mais.
Um bom domingo!!!!!!!
Beijicas!!!!!!!!
Oi Ana! Estou passando p/dizer que gostei muito do seu blog e adorei saber um pouco da sua vida como mãe! Nós mães somos mesmo heroínas e não pensamos em mais nada além do bem estar dos nossos filhos.
Lindo!
Beijos e parabéns
Linda frase...(do rascunho)..
Amiga lindaaaaaaaaa
Estou de volta..
Venho depois com mais calma..
Beijossssssssssssssssss
olá! Olha te deixei um selo bem glamouroso lá no meu blog, viu?
Beijos e obrigada.
Enviar um comentário