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segunda-feira

Mais uma partilha

Publicada por Ana Isabel Pedroso 0 comentários



LEITURA


“A leitura nutre a inteligência.” - (Séneca)

Sempre me lembro de mim a gostar de ler. Ler para mim é viajar, conhecer novos lugares, novas pessoas, outras culturas. Ler é voar, sonhar, pensar, reflectir. Ler é aprender.

Frequentava a biblioteca municipal para poder ter um acesso gratuito às leituras. Comecei como todas as crianças por ler os livros infantis do Babar, da Anita, e a banda desenha da Mónica, Cebolinha e da Disney, passando para os livros “Os Cinco”, “Os Sete”, para os da Agatha Christie e para os romances. Durante a minha adolescência lia essencialmente policiais. Era fã da Agatha Christie, Poirot e Sherlock Holmes, Lembro-me de passar tardes inteiras a ler livros nas férias de verão.

Na altura em que a minha filha nasceu, as minhas leituras diminuíram um pouco e as que fazia tinham a ver com bebés, filhos e educação.

Tenho vários autores favoritos, como a Nora Roberts, Jeffrey Archer, Nicholas Sparks, Rosamunde Pilcher, Somerset Maugham, e tantos outros. Autores portugueses gosto do Tiago Rebelo, Miguel Sousa Tavares e José Rodrigues dos Santos. Deste último escritor, que já tive a oportunidade de conhecer pessoalmente e achei uma simpatia, li ”A filha do Capitão”, “O Codex” e “A Ilha das Trevas”, sendo o primeiro o meu preferido.

Quando acabei de ler “A Filha do Capitão” decidi enviar um e-mail ao autor e dar a minha opinião sobre o livro. De volta tive como resposta a recomendação de ler “A Servidão Humana” de Somerset Maugham. Não conhecia o escritor. Pesquisei sobre ele na internet e fiquei então a saber que era um escritor muito conhecido, com vários livros publicadas e já falecido. Não consegui encontrar o livro até que fui à biblioteca municipal e lá estavam dois exemplares, mas tão velhinhos e tão mal tratados. Requisitei um dos exemplares e enquanto não acabei de ler não descansei.

“A Servidão Humana” conta-nos a história de Philip, um rapaz que nasceu com uma deficiência, pé boto. Depois, de perder os pais, Philip passa a viver com os tios. Philip cresce e vai estudar pintura em Paris e medicina em Londres. É um livro de nos fala da fé e das crenças. Um livro muito interessante.

Durante algum tempo naveguei pela Internet em blogues sobre livros e escritores, ou seja, tudo o que tivesse a ver com o mundo da literatura, até que decidi criar o meu próprio blogue sobre as minhas leituras.

“Livros, o meu vício” (http://www.livrosomeuvicio.blogspot.com/) é o nome do meu blogue.

A blogosfera é um mundo. Nunca me imaginei ficar fascinada com a internet.

Por causa do meu blogue tenho feito amizades com pessoas do outro lado do mundo.
Exemplo:

La Sorcière disse:
Ana, parabéns pelo selinho!
Vc é amada no mundo virtual, heim?
Bj
Outubro 18, 2009

Bia disse:
Oi Ana, também deixei um selinho para você no meu blog!!
Bjs
Outubro 18, 2009


Tinkerbell disse:
obrigada pelo elogio ao meu blog!
tb adoro este blog e concordo que:"Um blogue não é blogue se não tiver visitas!!!!"
gosto sempre de retribuir em todos os blogs que visito, não custa nada e ajuda o dono do blog a evoluir pois sabemos o que os outros pensam acerca das nossas opiniões, da constituição do blog...assim como pela mesma razão adoro receber comentários!
bjs e boas leituras e um bom domingo!
Outubro 18, 2009

Karina Porto disse:
Oiii!!!
Parabéns pelo selinho!
Adoro o seu Blog! Ele é super Legal, então eu te indiquei para ganhar o selo Veja Blog e participar da lista dos melhores blogs do Brasil. Espero que ganhe, este blog merece.
Mil Beijos!!!

Certo dia uma rapariga fez um comentário a um livro que eu tinha acabado de ler e falou no bookcrossing. Pesquisei na internet e pareceu-me interessante. Contactei a rapariga e pedi mais informações. Fiquei rendida, mas a única coisa que me custava era ter que disponibilizar os meus ricos livros que estavam tão arrumadinhos na estante.
O bookcrossing é um grupo de pessoas que gostam tanto de livros que não se importam de partilhá-los ou até mesmo de libertá-los, para serem encontrados por outros. Lá acabei por fazer o registo e escolhi como username aviciada, por causa do meu blogue e do meu vício dos livros.

Apresentei-me no fórum e qual não é o meu espanto, ver e sentir a simpatia das pessoas a acolherem os novos membros. Disponibilizam logo livros para empréstimo. Desde o início que me fiquei admirada com estas pessoas. Nunca pensei que houvesse tantas pessoas a gostarem de partilhar os seus livros com “desconhecidos”.

A partir daí nunca mais tive problemas em tirar os meus livros da estante e partilhá-los, afinal é isso que devemos de fazer. Um livro lido serve para quê? Para partilhar com as outras pessoas que ainda não tiveram a oportunidade de ler.

Para mim tem sido uma experiência muito enriquecedora e ao mesmo tempo muito gratificante, não só pelos livros lidos, o ano passado tive a oportunidade de ler cerca de 70 livros, como também a nível de amizades. Tive o prazer de conhecer pessoas fantásticas!

sexta-feira

Quero partilhar com vocês!

Publicada por Ana Isabel Pedroso 3 comentários

Hoje decidi partilhar mais um pouco da minha vida com vocês e gostaria de vos falar dos meus hobbies.

OS MEUS HOBBIES


“Os prazeres mais puros que tenho obtido estão ao alcance de todos: o calmo convívio por meio dos livros, ao canto do fogão, com seres inteligentes e a comunhão com os grandes já falecidos.” - (Ricardo Cobden)


Os equipamentos electrónicos que mais utilizo na minha casa são a televisão são o dvd, a box e a máquina fotográfica. A televisão é o equipamento mais utilizado na minha casa, não por mim, mas pela minha filha e pelo meu marido. A televisão, o dvd e a box têm a mesma utilidade, ver os programas de que gosto.

Eu, pessoalmente não vejo muita televisão, tirando algumas séries que sigo habitualmente como “Irmãos e Irmãs”, “Serviço de Urgência”, “American Idol”e o “Equador”.

Quando não tenho oportunidade de ver, gravo.

A maior parte dos programas que passam na televisão durante o dia destinam-se essencialmente aos idosos e às donas de casa e são feitos e apresentados por mulheres. Exemplo disso é o programa da manhã na RTP1, a Praça da Alegria feita pela Sónia Araújo e o Jorge Gabriel; à tarde pode ver-se a Tânia Ribas de Oliveira e o João Baião no Portugal no Coração; na SIC as manhãs são preenchidas pelo programa Fátima Lopes, apresentado pela mesma e as tardes, com o programa em Contacto pela Rita Ferro Rodrigues e Nuno Graciano e por fim o da TVI, o Programa da Manhã é apresentado pela Cristina Ferreira e o Manuel Luís Goucha e o da tarde, chamado Tardes da Júlia apresentado pela Júlia Pinheiro. Temos também o exemplo da estação de televisão SIC MULHER com programas apresentados por mulheres como a Oprah Winfrey.

As mulheres hoje em dia destacam-se cada vez mais, quer seja em televisão ou na política ou noutra actividade qualquer. Os homens muitas vezes não dão o devido valor às mulheres por uma questão de orgulho. Nós, as mulheres temos um sexto sentido, uma sensibilidade maior para os problemas, temos outra visão das coisas.

A televisão tem as suas vantagens e desvantagens. As vantagens é que aprendemos sempre algo com determinado programa, seja ele de culinária, de educação, ou sobre a nossa sociedade. A grande desvantagem é que tira tempo à família. A maior parte das vezes a família está reunida à mesa a jantar e é quando tem tempo para conversar e a televisão se estiver ligada, acaba por ser um meio de distracção e a conversa não fluí nem desenvolve.

A televisão tem como função informar, divertir, ocupar, distrair e educar.

Na minha opinião, a Entidade Reguladora da Comunicação Social devia de ser mais interventiva e seleccionadora da programação da televisão. A nossa televisão tem falta de programas de carácter cultural, por exemplo, sobre livros, pintura, cinema, exposições. E peca pelo excesso de programas dito lamechas e de telenovelas. As telenovelas só servem para dar emprego aos artistas. A ERC poderia reservar depois do jornal da noite, cada dia da semana, para um programa, ou seja, à segunda-feira haveria uma série de televisão, de preferência estrangeira, à terça-feira, para um programa informativo, à quarta feira para um concurso, à quinta, dedicado à música, à sexta, noite de cinema.

Ao fim de semana, poderia haver uma maior variedade de programa, e não se resumirem a filmes atrás de filmes.

Como já referi, a televisão tem o dever de informar, entreter e educar. Na minha opinião a relação entre os objectivos económicos e os objectivos de serviço público é que ambos têm de estabelecer um equilíbrio saudável, Assim, sendo as entidades, como a televisão e os mass media têm de regular, de modo, actuar a favor da concorrência e da diversidade, culminando eventuais falhas no mercado.

Quanto à diferença entre estes dois objectivos, o económico e o de serviço público, pode dizer-se que cada um tem o seu feedback. Na televisão, por ser um meio de comunicação mais directo, a resposta é quase imediata, enquanto que nos mass media, será mais demorada.

A população em geral, gosta de programa polémicos, de notícias que envolvam alguma tragédia, daí que se tenha na nossa televisão pública e mesmo nas privadas, programas para entreter, mas não no sentido de divertimento, mas sim no sentido da desgraça alheia.

Em relação aos jornais, dou preferência aos jornais gratuitos distribuídos em vários pontos de Lisboa, por isso mesmo, por serem gratuitos. Nunca fui nem sou grande leitora de jornais, sou mais uma apreciadora de boas revistas, como por exemplo a Máxima. Posso mesmo dizer que a revista Máxima é a minha revista de eleição. É uma revista muito completa. Além de nos dar a conhecer as notícias à volta do Mundo, também fala de moda, de beleza, de educação, de filhos, da sociedade, de culinária e de livros.

O meu lado mais cultural é a área da literatura, embora goste de visitar alguns monumentos, onde estou mais à vontade e sou mais entendida é no meio dos livros. É importante para a nossa cultura geral conhecemos e sabermos algo mais sobre determinado monumento ou obra de arte. Talvez fosse válido e útil para a nossa sociedade haver algum investimento público e privado nesta área. Penso que é importante para a nossa educação enquanto cidadãos e isso poderia ser feito através da televisão, quer pública, quer privada, com programas específicos e com uma linguagem acessível a todas as pessoas. Nós, portugueses, somos pobres em cultura geral. O povo português normalmente gosta de saber sobre a desgraça alheia. Como exemplo, temos as ditas revistas cor-de-rosa, que exploram ao máximo a vida das figuras públicas, assim como alguns programas de televisão.

A internet é um meio onde me movimento com um certo à vontade. De início, entrava na internet para ver os e-mails, mas pouco a pouco fui descobrindo as maravilhas deste mundo.

Há mais ou menos um ano criei um blogue, onde escrevo sobre os livros que leio e escrevo algumas coisas pessoais. Tem sido muito gratificante. Tenho feito amizades virtuais com pessoas do outro lado do Atlântico.

A internet é um mundo muito vasto. Através da internet eu tenho conhecimento dos livros que vão sendo lançados, das produções cinematográficas que vão estreando nos nossos cinemas. É através da internet que vamos estando em contacto com o que se passa no mundo inteiro. Hoje em dia em que o tempo é escasso, a internet serve para nos mantermos actualizados, também mesmo para nos manter em contacto com as pessoas que estão mais distantes geograficamente de nós. Na minha opinião, a internet é algo muito útil na nossa sociedade, é algo que quando usado com as devidas precauções é um meio de muita aprendizagem.

Nas minhas andanças pelos blogues sobre literatura tenho aprendido imenso, tenho alargado o meu leque de autores favoritos. Tenho lido livros que nunca pensei em lê-lo porque não me chamavam à atenção, mas pelas críticas tão positivas, fizeram com que tivesse vontade de o ler. Exemplo disso, foi o livro “A Cabana”. “A Cabana” tem uma capa bonita, apelativa, a sinopse parece interessante, mas não era daqueles livros que eu tivesse uma vontade imediata de o ler, mas ao ler tantas opiniões favoráveis, a minha vontade de o ler passou a ser uma prioridade. Entretanto fiz anos e uma amiga minha sabendo da minha vontade em adquirir o livro, fez-me a bela surpresa de mo oferecer. Fiquei deliciada. Li o livro um ápice. Foi uma leitura linda. Aqui está a minha opinião da leitura do livro que coloquei no meu blogue:

«A minha opinião:

Depois de ler tantas criticas positivas acerca deste livro, o meu entusiasmo em lê-lo era mais que muito!!!! E não me desiludi nem um pouco!

Um livro fascinante. Um livro que nos faz reflectir.Um livro que apesar de contar um acontecimento muito trágico na vida de uma família, a morte esperança, o olhar para o futuro, de uma outra forma.de um filho, acaba por se revelar, não um livro triste, mas sim um livro onde o amor, Eu aconselharia todos a lerem este livro!!!!

Não sei o que hei-de fizer mais, pois também não quero revelar muito mais da história.

Posso acrescentar também que olhando para a capa do livro, nos dá uma imagem do que se passa lá dentro...a cabana, a luz, a neve, o brilho, o verde das folhas, a joaninha...resumindo uma leitura linda!É um dos melhores livros que já li!!!»

Além de utilizar a internet para informação, também utilizo para fazer pagamento e algumas compras. Estas últimas só mesmo livros escolares e alguns livros, no site da Wook. Ainda não sou muito adepta de fazer compras, por exemplo compras no hipermercado online. Gosto de ver o produto ao vivo. Mas com a falta de tempo e a vida tão agitada o mais certo é que num mais próximo passe a fazer compras online para casa.

Como já disse, a internet sendo usada com as devidas precauções é um bom meio de aprendizagem. A minha ideia sobre a internet é bastante positiva, pois tem sido através dela que tenho feito muitos amigos, que tenho alguma proximidade com alguns familiares que estão mais longe geograficamente, mas também a nível de aprendizagem sobre várias matérias. Até mesmo para esta autobiografia tem sido uma ajuda preciosa. A única desvantagem que vejo na internet é a dependência que se pode criar, pois acaba por ser viciante. Há sempre qualquer cantinho para visitar, alguém para falar, qualquer coisa ler ou até mesmo para jogar.

Os principais meios de comunicação de massas nas sociedades contemporâneas são as revistas, jornais, a televisão e a internet.

Onde me sinto mais influenciada pelos mass media talvez seja a publicidade de um determinado livro. Um anúncio como é apresentado pela cor, pela descrição, pelo autor em questão, tudo isso acaba por influenciar o leitor.

Um anúncio que é destinado às crianças, considerado pelos profissionais de marketing como o melhor público, é sempre uma estratégia a seguir. Por exemplo, na altura do Natal as crianças estão a ser constantemente aliciadas com brinquedos e chocolates.
Lembro-me de um anúncio, não sei precisar que idade tinha, mas que gostava muito sobre o Chocolate de Leite – Fantasias de Natal:

“Avô e neta encontram-se na sala a fazer a árvore de Natal.
A neta diz:
- E depois?
O avô:
- E depois estava o peixinho, veio o gato e comeu! (e fica-se com a ideia de que o avô come o chocolate e a menina faz uma cara feia)
Depois veio o cão e o gato teve que se esconder! (e o avô dá mais uma dentada no chocolate e a menina faz cara como se estivesse a saborear)
Depois veio o coelhinho…
Diz a neta muito de repente:
- Não, não, depois o coelhinho (e tira o coelhinho de chocolate de mão do avô) veio com o Pai Natal (e tira um chocolate Pai Natal da árvore) e o palhaço no comboio ao circo.”

A hora onde se verifica maior divulgação publicitária é à hora de jantar, quando normalmente toda a família está reunida.

O papel dos satélites na evolução da televisão é muito importante pois permite-nos ter um maior conhecimento do que se passa no mundo inteiro. A televisão por cabo cada vez mais faz parte dos lares.

Em relação aos canais públicos e privados na transmissão de notícias, julgo que andam equiparados. Existe uma guerra muito grande para que todos os canais atinjam determinadas percentagens de audiência. Os mass media, como a televisão e os jornais/revistas contribuem bastante para a fama dos artistas. Basta um pouco de publicidade que o público acaba por ser influenciado. Veja-se o caso do Dan Brown com o livro “Código DaVinci”. Foi feita uma campanha de grande divulgação ao livro, que quase todas as pessoas o leram. Essa campanha foi essencialmente com posters do escritor e foi feita através das revistas e jornais.

Também não nos podemos esquecer que o cinema, nomeadamente, os filmes que têm bastante publicidade, ou seja, que têm um bom marketing por detrás deles, são verdadeiros êxitos de bilheteira. Sou uma grande fã de cinema. Durante alguns anos os meus actores favoritos foram Romy Schneider e Alain Delon. Depois mais tarde também o Tom Cruise e nos dias de hoje tenho como actores favoritos, o Anthony Hopkins, Gerard Butler, Morgan Freeman, Cate Blanchet, etc.

Quanto a filmes favoritos, posso dizer que nunca me canso de o ver pela sua beleza, pela sua musicalidade e pelo seu desempenho é o Fantasma da Ópera.

Penso que os equipamentos electrónicos, como a televisão, o rádio, o dvd, o telemóvel, a máquina fotográfica, entre outros, têm as suas vantagens e desvantagens. As vantagens em relação à televisão e ao rádio é que servem para distrair e para aprender. A grande desvantagem e principalmente em relação à televisão, ao dvd e ao telemóvel é que acaba por tirar tempo ao convívio familiar. Também temos outros equipamentos electrónicos que são usados no contexto doméstico como é o caso do microondas, a máquina de lavar a roupa e da loiça, o ferro de engomar, a máquina do café e não podia deixar de falar na Bimby. Para mim estes equipamentos só têm vantagens. Vantagens essas que nos facilitam bastante a vida diária em termos de tarefas e tempo .Eu, por exemplo utilizo a máquina fotográfica para fotografar os pratos que estou a confeccionar para depois colocar no meu blogue e no fórum da Bimby. Fazendo isso, estou a partilhar e a registar uma parte do quotidiano.

Desde muito novinha que sou ouvinte de rádio e esse vício apanhei-o com o meu irmão. Ele ouvia muito o TNT (Todos no Top) com o Rui Pêgo e “Oceano Pacífico” (que passava na rádio à noite). Foi nessa altura que comecei a ouvir as grandes bandas internacionais, como os Queen e os Supertramp. Penso que foi muito importante para mim em termos de cultura, pois ouvia um tipo de música que as minhas amigas não conheciam porque não ouviam rádio e também porque não tinham irmãos mais velhos. Continuo a ouvir muito rádio, principalmente a Rádio Comercial e a Cidade FM. Ouço em casa, no carro e no emprego. Como estou sempre a ouvir rádio, acabo por estar sempre informada pelo que se passa no mundo inteiro, assim como o estado do tempo, do trânsito e claro, boa música. Eu penso que o uso da rádio e da televisão, quando usados devidamente podem ser uma mais valia em termos de conhecimento. Conhecimento não ocupa lugar, digo sempre isto.

Hoje em dia temos falta de cultura geral, ou seja, as pessoas não querem saber mais daquilo que já sabem, por isso precisam de ser educadas de forma a apreciarem um bom programa de televisão e o mesmo se pode dizer em relação ao rádio. A grande vantagem em usar diferentes equipamentos domésticos como a televisão, o telefone e o rádio é o meio de comunicação. No caso do telefone o meio de comunicação é directo, mas na televisão e no rádio é um meio de comunicação indirecto.

Julgo que nos dias de hoje há uma equiparação de equipamentos domésticos a serem utilizados quer por homens quer por mulheres. Em muitas casas por esse mundo fora, vê-se homens a morarem sozinhos e sem terem qualquer ajuda feminina para as tarefas domésticas.

Relativamente a outros equipamentos domésticos gostaria de referir que a Bimby é o meu electrodoméstico de eleição. Nesta altura, penso que tanto homens como mulheres utilizam a Bimby. O que posso dizer da Bimby vai parecer que sou uma verdadeira vendedora. Mas não é o caso. A Bimby é dos electrodomésticos da cozinha mais completo que eu conheço. Cozinha a vapor, cozinha a baixas temperaturas, faz pão, massa de pizzas, massa para rissóis, gelados, sorvetes, nectares, iogurtes, sopas, ou seja, tudo. É uma máquina rápida, consome pouca energia e a comida que se come é mais saudável. É fácil de lavar, tem poucas peças e todas muito práticas de desmontar. Normalmente depois de cada utilização lavo-a e coloco-a em sítio seguro para não cair, principalmente o copo. Para utilizar a Bimby algumas vezes tenho de recorrer à consulta das receitas. É uma máquina de dimensões pequenas, não é leve nem muito pesada, transporta-se bem de um lado para outro. Tudo na Bimby é bom menos o preço, mas com a utilidade que se dá acaba por nos sair barata.

Quando ponderei em comprar a Bimby ainda fui ver uma máquina idêntica, a My Cook, da Taurus, mas não tinha a função espiga, para as massas, o que fez logo perder o interesse. A My Cook é significativamente mais barata que a Bimby.

O primeiro motivo que me levou a comprá-la foi que a minha filha poderia utilizá-la sem grande perigo, pois esta é só ligar à electricidade, enquanto que o fogão tem o gás. Depois foi a comida saudável, cozinhada ao vapor. E por último, ajuda que me daria para confeccionar as refeições com mais rapidez, qualidade e com baixo custo.
Com tudo isto estou rendida à minha Bimby, pois faço uma alimentação mais saudável para toda a família e faço praticamente tudo, desde a manteiga, o pão, a sopa, pratos de carne e peixe, gelados, bolos, tortas, doces, néctares, granizados, iogurtes, rissóis, croquetes e até o funge (massa que acompanha a moamba – prato angolano), fica feito e no ponto certo em 10 minutos e 30 segundos.

Os cuidados que tenho com o manuseamento da Bimby são:
- lavar imediatamente a seguir à confecção de qualquer cozinhado;
- fazer uma lavagem a todos os componentes da Bimby, como por exemplo, o copinho, a tampa e respectiva borracha, o copo e as lâminas;
- passar com um pano húmido pela máquina tirando assim alguma sujidade que possa ter;
- ter sempre o cuidado de não deixar cair o copo, pois ao cair pode amolgar e depois já não encaixa na máquina;
- e secar muito bem qualquer dos componentes da Bimby.

Para lidar com a Bimby foi necessário assistir a uma demonstração, para saber como se encaixam as peças e como funciona. Se houver algum problema técnico tenho um manual de instruções que me ajuda, mas a melhor ajuda que uma bimbólica pode ter é o Fórum Bimby. No Fórum das bimbólicas há sempre pessoal disponível a dar qualquer ajudinha, quer seja na confecção de algum cozinhado, quer sempre na parte técnica da máquina. Para um bom funcionamento da Bimby (anexo 33) é preciso que esta se encontre assente num lugar estável e direito. É necessário ligar à tomada de corrente o cabo eléctrico da máquina, para que se possa dar início à sua tarefa.

Convém ler sempre muito bem as receitas e respeitar as velocidades de acordo com as temperaturas. A Bimby contém uma balança, uma picadora, uma varinha mágica e batedeira, tudo isto se encontra dentro do copo graduado. Para eu utilizar uma destas funções, como por exemplo, a balança, basta carregar no botão com o desenho de uma balança para ela pesar o que eu necessito., o mesmo acontece quando pretendo amassar o pão, carrego no botão com o desenho de uma espiga e está pronta a amassar a massa do meu pão. Tem também um botão, O Turbo, que serve para picar o gelo. Outro botão é a Varoma, que serve para cozer ao vapor.

quinta-feira

Tenho de partilhar...!!!!!!!!!

Publicada por Ana Isabel Pedroso 9 comentários
Tenho de partilhar com vocês o mail que acabei de receber!!!!!!!!
Ora aqui vai:

«Bom dia, Ana

A equipa já teve a possibilidade de ler a sua autobiografia e podemos dar o trabalho como terminado uma vez que já tem o nº de créditos necessários à certificação. Parabéns!

Uma vez que as formadoras fizeram algumas alterações ao seu documento, deverá ajustar alguns pormenores antes de imprimir o documento em anexo:

- (re) numeração dos anexos – deverá rever a indicação dos anexos na sua autobiografia para verificar se não salta ou repete nenhum número

- Deverá igualmente rever as referências bibliográficas para ver se não falta nada

- rever o índice e as páginas que nele estão mencionadas

- deverá vir ao CNO buscar o seu dossier com anexos para poder numerá-los

- para além disto estão ainda em falta os separadores do seu portefólio (que ficou de fazer e imprimir de acordo com a folha que lhe dei na sua última vinda ao CNO)

Depois combinaremos uma sessão comigo ou com a profissional para auxiliar na organização de toda a documentação que deverá constar no seu Portefólio.

Cumprimentos

Susana Duarte
»

Fiquei tão satifeita!!! ...Estou sem palavras...

domingo

Mais uma vez...tenho de encerrar para "férias"...

Publicada por Ana Isabel Pedroso 8 comentários
A partir de amanhã, encerro novamente para "férias".



Vou entrar na última fase do meu portefólio (a minha autobiografia) e espera-me muito trabalho e muita pesquisa!



Até breve!

quinta-feira

Torres Novas, a minha terra

Publicada por Ana Isabel Pedroso 8 comentários
Quero partilhar mais um bocadinho da minha autobiografia.


A minha terra, Torres Novas
“A diversão é necessária a uma vida humana.” - (S. Tomás de Aquino)
Brasão da Cidade

Ordenação heráldica do brasão e bandeira
Publicada no Diário da República, III Série de 07/08/1986



Figura 3 – Brasão da cidade de Torres Novas


Armas: Escudo vermelho, um castelo de ouro aberto e iluminado de verde, cortador por três faixas ondadas, duas de prata e uma de azul. A torre central, rematada por um braço armado de prata empunhando uma maça de armas de ouro. Coroa mural de prata de cinco torres. Listel branco com a legenda a negro: “TORRES NOVAS” .



A sua localização



Figura 4 – Mapa do Concelho de Torres Novas


O concelho de Torres Novas tem uma área de 279 Km2 e cerca de 37.000 habitantes e 17 Freguesias.

Está inserido na sub-região do Médio Tejo, fazendo parte, em termos turísticos, à Região de Turismo dos Templários, Floresta Central e Albufeiras.

A norte situam-se os concelhos de Tomar e Ourém, a poente novamente Ourém e Alcanena, a sul pelos concelhos de Santarém e Golegã e a nascente o concelho do Entroncamento.

É banhado pelo rio Almonda cuja nascente se situa na serra de Aire, que o delimita a noroeste.

Torres Novas situa-se numa área de acesso central onde se encontra uma zona de confluência de importantes vias rodoviárias.
Assim, o território é atravessado pela A 232 que faz no concelho a sua ligação à A 1. É ainda servido pela EN 3 e EN 349.
Além das rodovias nacionais, todo o território concelhio é percorrido por vários estradas e caminhos municipais que permitem ter acesso a todas as suas freguesias.

A cidade de Torres Novas é ainda servida por um caminho-de-ferro, estando a sua estação situada a 5 km, em Riachos. Também conta com um terminal de camionagem que assegura uma boa rede de transportes públicos bem direccionada.



Dos primórdios até ao reinado do Rei D. Sancho e o foral de Torres Novas



Pensa-se que o concelho de Torres Novas teve a sua ocupação humana nos tempos da mais longínqua pré-história, conforme podemos ver pelos inúmeros achados arqueológicos.

No ano 1154, ano de nascimento de D. Sancho, seu pai Afonso Henriques tratava várias frentes de luta. Por um lado, as batalhas a sul com os muçulmanos e por outro, o esforço de povoar as zonas estratégicas de fronteira.

E ainda os esforços diplomáticos constantes com os outros reis da Península Ibérica para tentar garantir a paz entre os cristãos, assim como a já longa batalha junto do Papa, para que Portugal fosse considerado como reino independente. Resumindo, eram tempos de total instabilidade e de alerta. D. Sancho cresce com este sentimento e desde cedo, habitua-se a liderar as hostes e acompanhando o pai nestas lutas.

Com apenas a idade de 16 anos, D. Sancho é armado cavaleiro pelo pai, dois anos, depois o rei associa o filho, D. Sancho no governo do reino, nomeadamente na gerência da defesa de Évora, onde os cristãos assistiam ao repovoamento de Beja pelos muçulmanos.

Com 24 anos, comanda a expedição a Sevilha sozinho.

Em 1180, D. Sancho tem a sua primeira grande derrota que se deu perto de Ciudad Rodrigo, na Batalha de Arganal, frente ao exército do reino de Leão.

Em 1185 deu-se a coroação de S. Sancho, em Coimbra.

Com mais de 45 anos de reinado, D. Afonso Henriques morre. Lutou até ao fim da sua vida.

D. Sancho ficou conhecido como o “Povoador”, porque povoava as várias localidades, criando condições para a população. Iniciou assim, um processo de doações, remetendo muitas vilas à protecção das ordens militares, que se tornavam donatárias e defensoras das suas gentes. Também concedeu cartas de foral a muitas terras, criando assim, privilégios ao povo e ao mesmo tempo dava estabilidade a que as populações para se mantivessem nas localidades.

Deu ordem para se reconstruir as muralhas da fortaleza, terá criado uma carta de privilégios de Torres Novas, contendo um código jurídico, com o objectivo de tomar conta da vida pessoal e económica da povoação, ou seja, o Foral.

Nesta altura havia três estratos sociais, o povo, o clero e a nobreza.

As povoações cresciam e desenvolviam-se em torno da protecção do senhorio, fosse ele do clero ou da nobreza.

O senhor, o dono das terras criava com os camponeses uma relação de interdependência, ou seja, ele dava-lhes a protecção e seguranças e eles trabalhavam nas suas terras, alimentando-se deles mas pagando uma percentagem dessa produção. A isto chama-se “feudalismo”.

Nem sempre, esta relação de interdependência se verificava da forma mais correcta, havendo situações de abuso de poder e de exploração, por parte do senhor. O povo nestas situações recorria ao rei, mas depois como resultado disso, o senhor castigava. Mas isso era muito raro acontecer e a verdadeira importância de que se revestia a concessão de foral a uma povoação.

Primeiro, elevava essa povoação e sua gente a um estatuto distinto, uma vez que tinha a atenção do rei e que passava a ter dependência jurídica deste. Por outro lado, o facto de ter uma “legislação” própria contribuía grandemente para salvaguardar os abusos senhoriais, que assim, não cumprissem os foros, também estariam em falta para com o próprio rei.
Por fim, ordenava o dia a dia dessas vilas, contribuindo assim, para a paz e estabilidade social.

Por isso, D. Sancho deu grande importância a Torres Novas, prestando-lhe um serviço, cujo agradecimento foi o seu busto erigido em pedra é apenas um símbolo.

De 1190 para a frente, a vila de Torres Novas tornou-se um município de pleno direito, fazendo dela um enorme crescimento, do qual viria a ser uma das capitais da Estremadura medieval.

D. Sancho morre a 26 de Março de 1190. Depois de 26 anos de reinado, à frente de muitas lutas, D. Sancho deixa um tesouro abundante e um país organizado política, administrativa e economicamente.

Os restos mortais encontram-se no mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra ao lado do túmulo de seu pai.

Figura 5 – Túmulo de D. Sancho I

Torres Novas e o turismo


O turismo rural tem vindo a crescer devido à hospitalidade da região.

No Jardim Municipal encontram-se as piscinas, que servem à prática desportiva de muitos atletas.

Torres Novas foi também conhecida pela prática da pesca desportiva.


Figura 6 – Poster da Feira Internacional do Figo Preto


O Castelo

Figura 7 – Castelo de Torres Novas


Não se sabe ao certo onde começam as origens do Castelo de Torres Novas, mas pensa-se que terá sido ocupado na época pré-medieval.

No século XIV, no reinado de D. Fernando, fazem melhoramentos no Castelo para ampliar a cerca da vila.

Em 1755, o terramoto causou diversos danos no castelo, que este foi abandonado e voltaria, ainda a sofrer mais danos durante as invasões franceses.

O Castelo de Torres Novas é classificado como Monumento Nacional. É o ex-libris da cidade.

A entrada do castelo podemos ver uma estátua de D. Sancho, esculpida por João Cutileiro durante as comemorações dos 900 anos do Foral, concedido Torres Novas.

Tornou-se um lugar de passeio e lazer por estar extremamente bem cuidado e devido à sua localização, que nos proporciona uma bela vista sobre a cidade.



O Museu Municipal



Figura 8 – Museu Municipal Carlos Reis


O Museu Municipal Carlos Reis foi fundado por Gustavo de Bívar Pinto Lopes em 1937.

O museu encontra-se situado no centro de Torres Novas, no Largo do Salvador e conta com um espólio bastante diversificado.

Mostra quadros de artistas do século XIX e de princípios do século XX, uma imagem do século XV de Nossa Senhora e de colecções de arte sacra e arqueológicas, muito valiosas, em especial, moedas e objectos de cerâmica e de bronze.

Estes últimos encontrados nas ruínas romanas de Vila Cardílio, também uma das atracções do concelho.

Figura 9 -Vila Cardílio

Informação:
Monumento Nacional - Decreto 47508 de 24/01/67Estrada Municipal de S. António da CaveiraTorres Novas

Vila Cardílio encontra-se a 3 km de Torres Novas e datam do século IV da nossa era e ainda mantém os maravilhosos mosaicos policromos e banhos.



A Igreja da Misericórdia


Figura 10 - A Igreja da Misericórdia em Torres Novas



A Igreja da Misericórdia é a mais conhecida, devido ao seu portal renascentista, azulejaria do tipo “tapete”, pinturas nos caixotões do tecto e um belo presépio setecentista.

Rodeada de uma paisagem única do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, a cidade de Torres Novas possui uma beleza muito própria.

As suas ruas apresentam-se animadas e as várias igrejas que vamos encontrando, têm uma imponência significativa não só para os locais, como para os visitantes.




O rio Almonda

Figura 11 - O rio Almonda

O rio Almonda é um rio português. Nasce na Serra de Aire a 5 km a noroeste de Torres Novas.

No seu trajecto de 30 km atravessa os municípios de Torres Novas e da Golegã e vai desaguar na margem direita do Tejo.
O rio Almonda passa por Moinho da Fonte, onde nasce, depois entre a Ribeira Branca e a Ribeira Ruiva, banha a povoação de Lapas, atravessa a cidade de Torres Novas e desagua, como já disse no Tejo, no sítio da Igreja Grande, concelho da Golegã.

O rio teve uma importância decisiva no desenvolvimento agrícola e industrial do concelho de Torres Novas. Para comprovar este facto é a existência de antigos moinhos ao longo do percurso do rio, que são movidos pelas suas águas.
Dentro da cidade de Torres Novas existe uma pequena central hidroeléctrica, onde se produzia electricidade a partir das suas águas.
Houve tempos que aqui se pescava abundantemente, o que levou a que se realizassem, durante algumas décadas, campeonatos de pesca desportiva.

Nos dias de hoje, o Almonda tem como finalidade as actividades de recreio e turismo, como os passeios de barco e as zonas de lazer junto às margens, em Torres Novas.


Torres Novas e a sua evolução económica

O concelho de Torres Novas tem desenvolvido mais no sector da economia.

Houve uma progressiva diminuição da população activa, ou seja, nos últimos trinta anos, era o sector primário que tinha maior percentagem de população trabalhadora.

Nas actividades extractivas, a produção era liderada pela agricultura, sobretudo a figueira, a oliveira, a vinha e milho. E no sector da pecuária era a criação do gado suíno.

Nas actividades transformadoras, tem maior importância as unidades agro-industriais (alimentares, aguardentes e azeites), metalúrgicas, metalomecânicas, papel, madeira e têxteis.

Em 1845, foi fundada uma das maiores fábricas de fiação é a Companhia Nacional de Fiação e Tecidos de Torres Novas, mais conhecida como Torres Novas pela marca que usa. É uma marca registada, conhecida dentro e fora de Portugal.
Torres Novas é sinónimo de qualidade e bom gosto, onde é sempre uma referência portuguesa.
Torres Novas é uma empresa do ramo têxtil que produz atoalhados e roupões em tecido turco.
A política de qualidade da marca faz com que os clientes associem à qualidade, tanto nos produtos como nos serviços.

Têm três requisitos para atingirem o seu objectivo, a realização pessoal de todos aqueles que trabalham para a marca; criando e desenvolvendo oportunidades de negócios com os fornecedores e por último respeitar o meio ambiente.

Nas actividades do sector terciário tem havido um crescimento notável, abrangendo todas as áreas do seu âmbito.

Actualmente, o concelho de Torres Novas tem 17 freguesias

- Alcorochel
- Assentis
- Brogueira
- Chancelaria
- Lapas
- Meia Via
- Olaia
- Paço
- Parceiros de Igreja
- Pedrógão
- Riachos
- Ribeira Branca
- Salvador
- Santa Maria
- Santiago
- São Pedro
- Zibreira


Apesar do rápido e moderno desenvolvimento industrial, nos vários sectores, Torres Novas não esquece as raízes e isso vê-se pelo artesanato, especialmente no campo da olaria na aldeia de Árgea.

Além da cerâmica, podemos ainda, referir os trabalhos em madeira, a renda, o bordado e a pintura ingénua.

Hoje em dia, o Mercado Municipal dispõe de uma loja, onde os torrejanos podem expor e vender os seus artigos.

A cidade de Torres Novas é a cidade do distrito mas contemplada por superfícies comerciais. Existe:
- Centro Comercial Continente
- Centro Comercial Modelo
- Centro Comercial Intermaché
- Supermercado Lidl
- Centro Comercial Pingo Doce
- Centro Comercial TorreShoping
- Centro Comercial Retail Park


Torres Novas também conta com dois jornais regionais, O Almonda e o Jornal Torrejano. Qualquer dos jornais pode ser consultado na internet.

Uma rádio local, a Torres Novas FM.

A Escola Prática de Polícia está hoje onde foram as antigas instalações do regimento de cavalaria Nº 1 em Torres Novas.

A Escola Prática de Polícia é uma instituição dependente da Direcção Nacional da Polícia de Segurança Pública.

O Teatro Virgínia é um espaço artístico. Durante o ano o teatro oferece à cidade e às populações vizinhas vários espectáculos culturais.

O Teatro Virgínia tem um Café Concerto, onde se realizam espectáculos mais pequenos, como concertos, serão de contos, debates e conversas. Também conta com pólo educativo que oferece ao público em geral várias actividades ligadas e pensadas a partir dos espectáculos.

O Teatro Virgínia é um dos elementos que integra o vasto desenvolvimento cultural para a cidade de Torres Novas, que incluí a futura Biblioteca, o Centro de Ciência Viva, o Museu e o Palácio dos Desportos.


Figura 12 – Teatro Virgina


A gastronomia


A gastronomia da região é muito rica e variada.

Todos os anos, na primeira quinzena de Outubro realiza-se a Feira Nacional dos Frutos Secos.
É uma feira com uma vertente tradicional e cultural muito forte.
Conta com mais de uma centena de expositores de frutos secos, doçaria, charcutaria, licores, vinhos, artesanato, maquinaria, entidades oficiais, empresas, divertimentos exteriores e tasquinhas de gastronomia regional.

Todos os anos realizam em Março o Festival Gastronómico do Cabrito. Vários restaurantes associam-se a este evento.
Durante 15 dias, os visitantes poderão ficar a conhecer e degustar as várias iguarias cozinhadas à base de cabrito.

Quem visita Torres Novas no decorrer do festival pode fazer uma viagem entre a criatividade e a tradição, constituindo um estímulo à sensibilidade dos cinco sentidos.
Os sabores culinários onde a ruralidade transpira, resultado afinal do património imaterial do “saber-fazer” tradicional, genuíno das nossas gentes do Ribatejo Norte.

Como pratos típicos da terra temos o “Requentado com Bacalhau Assado ou Petinga Frita”, as “Migas à Pescador” e o “Cabrito Assado”. E como sobremesas temos o “Bolo de Cabeça” (anexo 1), as “Merendeiras” (anexo 2), o “Doce de Amêndoa”, os “Pastéis de Feijão” e o Figo. E nas bebidas, a especialidade é a Aguardente de Figo.

 

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