terça-feira

Convite: Fátima Marinho apresenta "Ama-me sem me suportares" na Fnac Almada Forum no próximo dia 23 de Fevereiro

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Venho convidar-vos a estar presente na apresentação do mais recente livro da autora Fátima Marinho, "Ama-me sem me suportares ", no próximo dia 23 de Fevereiro pelas 21h00 horas na Fnac Almada Forum.


Sinopse:
Ama-me sem me suportares é um livro de 100 poesias e 1 conto. Sobre o livro, Fátima Marinho escreve: “Este livro é um ensaio imperfeito sobre a métrica dos sentimentos - mas a prova adequada das suas aderências. Quis escrever poemas de amor, de saudade, de morte, de esperança e, durante sete capítulos, mantive o esforço, até desaguar nos fragmentos, para deixar que os poemas fossem exactamente isso: pequenos pedaços de tudo.”

Um livro de poesia é sempre uma ribeira brava, que a todo o momento pode galgar as margens e afogar o que nos sufoca. Nesse sentido, é também uma libertação inconsciente de arquétipos imemoriais. As palavras quando se juntam à roda de uma ideia deixam as ideias à roda até que todas caiam reconciliadas no chão. É assim que a poesia se intromete nos gestos do quotidiano e, transcendendo-os, os transfigura. Este é um livro onde os afectos servem a poesia que deles se serve para ser o que é.

O livro tem ainda um conto: "Anjo de Jade".

Excerto

"Vozes

No fio, de luz, da vela, voltejam,
As vozes que o tempo calou.
Percorrem-me e colam-se nas paredes,
Franqueiam os móveis,
E sentam-se na cadeira de talha...
Não há silêncio que valha,
Ao silêncio das vozes que perdi."



Sobre a autora:
Fátima Marinho
21 de Novembro de 1966
Cuba (atualmente a residir em Lisboa)

Nascida a Sul, sob o vago encantamento da passagem.
Anos 70
"O que sei de mim começou a acontecer por volta dos quatro anos, quando me tornei, de uma só vez, proprietária e agricultora. Cerquei com pedras um pedaço de solo para nele experimentar o direito à propriedade privada e aos afectos dos gestos repetidos. Adoptei-o sem autorização, tal como os homens fundadores da sociedade civil que se apossaram das terras e ousaram chamá-las suas. Também assim fiz. Medi o local frontispício ao pequeno café da minha mãe e passei a cultivá-lo. Não me lembro de alguém ter reparado nesse meu acto insubordinado de emancipação latifundiária.


Todos os dias esquadrinhava os movimentos do canteiro, para aprender a força telúrica da terra. Um feijão destacou-se em altura e beleza de todas as outras sementeiras. Orientei o seu crescimento com uma estaca e ele desabrochou em flores.
Nessa altura, iniciei também estudos de biologia aplicada. Seguia o coaxar das rãs, nos regatos, para descrever a geografia dos percursos dos batráquios e recolhia cascas de árvores que dispunha por grupos de análise morfológica.


Nunca ninguém soube das minhas investigações silenciosas e do destino traçado de cientista/agricultora.
O feijão gigante e florido do meu canteiro permanecerá, de entre todas, como a mais estonteante e douta experiência. Por imperativos laborais de meu pai, dele me apartei quando ainda não sabia dividir o tempo em passado e futuro. Soube, todavia, sonhar durante longos dias com o meu feijoeiro todo florido e descobri que, por mais decisivas que sejam as razões da vida, nada manda no que, dentro de nós, continuamos a alimentar e a deixar crescer.


Abandonei o ofício de cientista quando comecei a frequentar a escola que sempre temi e desejei em partes iguais. Tive muitas professoras, muitos colegas e inúmeros lugares de carteira, mas o primeiro dia de aulas permanece distinto. As escadas íngremes a terminarem no portão estreito de ferro. A minha mãe a deixar-me naquele lugar vazio de rãs em regatos de água. Os meus olhos aflitos no meio do clarão da manhã de Outono. As carteiras de madeira com tampo inclinado e tinteiro para encher a caneta de aparo. O terror de me imaginar a escrever com caneta de tinta permanente e sujar o papel com respingos. A minha memória episódica, descarnada de factores circunstanciais, deve ter tido o seu berço no meu primeiro dia de aulas. Não tenho a mais pequena ideia da sala, da cara da professora, do número de colegas ou do intervalo. Mas lembro-me claramente das patas de cavalo gigantes entre as trepadeiras, do alecrim e do portão alto e estreito de ferro fundido que me impedia de fugir.


Até aos dez anos, aprendi que a mudança é o meu lugar de permanência, pelo que o tempo sagrado e consagrado tomou o leme do barco de noz em que navego. Os minutos são importantes, tant

domingo

"Mrs Craddock" de Somerset Maugham

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Título: Mrs Craddock


Páginas: 331

Sinopse:
Um dos romances mais belos de Somerset Maugham, é uma obra em que o genial escritor britânico dá provas, uma vez mais, do seu incomparável talento de profundo analista da alma humana, ao qual reúne o dom da narração perfeita, fluente e exacta. Mrs. Craddock, comovente história de amor em que desfila uma vigorosa galeria de vultos humanos, tão vários e diversos como a vida, ficará como uma das mais altas criações deste escritor inesquecível.

Sobre o autor:
William Somerset Maugham, um dos mais famosos romancistas e dramaturgos ingleses do século XX, nasceu em Paris, em 1874. Filho de diplomatas britânicos, cedo ficou órfão, tendo sido educado por um tio, vigário de Whitstable. Apesar de ter estudado Medicina na Alemanha e em Londres, nunca chegou a exercer, tendo sido, entre muitas outras actividades, condutor de ambulâncias durante a Primeira Guerra Mundial (à semelhança de escritores como Ernest Hemingway) e espião. As suas viagens um pouco por todo o mundo influenciaram profundamente a sua escrita. Em 1928 comprou uma propriedade na Riviera francesa, onde recebeu as mais importantes figuras do mundo literário, social´+pyeqae e político da sua época, e que seria a sua casa até 1965, ano da sua morte.

Entre as suas obras mais conhecidas, destacam-se Servidão Humana e O Fio da Navalha. Para além destes romances, fazem parte do catálogo da ASA as suas obras Paixão em FlorençaA Lua e Cinco TostõesAs Paixões de Julia e O Véu Pintado. Em 1947 instituiu o Somerset Maugham Award, prémio que distinguiu, entre outros, escritores como V. S. Naipaul, Kingsley Amis, Martin Amis, Alan Hollinghurst, Julian Barnes e Zadie Smith. Muitos dos seus romances foram já adaptados ao cinema.

A minha opinião:
A minha filha, sabendo que sou fã deste autor,  viu este livro na banca de livros usados da Faculdade de Letras e nem hesitou; pegou nele e trouxe-o para casa. 


Sou sempre suspeita a dar uma opinião sobre um livro de Somerset Maugham. Desde o primeiro livro (recomendado pelo também escritor José Rodrigues dos Santos), a "Servidão Humana" que este autor faz parte da minha lista dos favoritos.


Tal como a sinopse diz, o autor explora muito bem a alma humana. Os personagens deste livro são fortes e muito determinadas, principalmente a personagem principal, Bertha. Bertha  é uma jovem muito independente, o que na época não era visto com bons olhos. Depois de ficar orfã vai viver com a tia, Miss Ley. Miss Ley é uma senhora de meia idade, solteira e muito peculiar, ou seja, é uma mulher com vida própria que não gosta de se intrometer na vida alheia, como também não permite que se intrometam na sua.


Não vou desvendar mais nada sobre Bertha, Miss Ley ou as restantes personagens deste livro, apenas recomendo a sua leitura. Para os fãs do autor é mais uma excelente obra. Para aqueles que ainda não conhecem o autor nem nenhuma das suas obras, podem começar por ler Mrs. Craddock. Ficarão rendido às personagens cativantes que este autor tão bem sabe criar.


Boas Leituras!

segunda-feira

Convite: Maria Eugénia Ponte apresenta a "Abelha Zena, a Rainha Serena" na Bertrand do Chiado no próximo dia 18 de Fevereiro

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Venho convidar-vos a estar presente na apresentação do mais recente livro da autora Maria Eugénia Ponte, "Abelha Zena, a Rainha Serena", no próximo dia 18 de Fevereiro pelas 17 horas na Bertrand do Chiado (Rua Garrett, 73/75, Lisboa).

Sinopse:
O novo livro de contos (dedicados exclusivamente ao fantástico mundo das abelhas) de Maria Eugénia Ponte é uma viagem de magia que vai deliciar crianças de todas as idades.

Abelha Zena, a Rainha Serena é uma aventura única de um grupo de simpáticas abelhas, que vai passar por uma grande prova. Tudo por causa desse ser que, muitas vezes, não consegue conviver com os seus parceiros da Natureza...o Homem!

Conseguirão Zena e as suas amigas ultrapassar as dificuldades?


Se quiser saber mais sobre a Abelha Zena e as suas amigas pode ver aqui: http://abelhazena.blogspot.com/ e aqui: http://www.facebook.com/groups/226254387425600/

Sobre a autora:
Maria Eugénia Ferreira da Ponte nasceu a 14 de Abril de 1954, em Obras Novas, uma pequena aldeia do concelho de Alenquer, onde tem residido desde sempre.
Informática de profissão, interessa-se pela pintura, pela fotografia e pelo artesanato, mas ler e escrever têm sido uma constante ao longo da sua vida.

Em Agosto de 2007, editou o seu primeiro romance, "Desencontros Virtuais" e, em Outubro de 2009, uma compilação de 10 contos infanto-juvenis, "A Gaivota que tinha medo do mar".
Em Novembro de 2010, é coordenadora e co-autora de "Heróis à Moda de Lisboa", um projecto literário inserido na colecção "Heróis à Moda de...", da editora Lugar da Palavra, que pretende divulgar os falares e as tradições de várias regiões do país, através da magia do conto.
Em Maio de 2011, colabora, também, com dois contos, no livro "Contos Cruzados".

domingo

"No Calor dos Trópicos" de Flávio Capuleto

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Título: No Calor dos Trópicos 
Autor: Flávio Capuleto. 
Editora: Clube do Autor

Pode encontrar este livro numa livraria perto de si a partir do próximo dia 16 de Fevereiro. 

Sinopse:
A quebra abrupta de produção de café no Nordeste brasileiro estava a arrastar os fazendeiros para a derrocada financeira. Na tentativa de solucionar o problema da falta de remessas, o Rei D. Luís convida o Dr. Bragança para o cargo de cônsul de Portugal no Brasil dando ao seu cortesão a oportunidade de ouro de escapar a uma eventual pena de prisão por crime de adultério. Mas como se o destino reservasse uma armadilha ao novo diplomata, a amante viaja para Petrópolis na companhia do marido continuando ali a sua relação escaldante com o cônsul. Alertado para a traição contínua de sua esposa, D. João Frutuoso, o magnata mais poderoso do Reino, banqueiro da Casa Real e da Coroa Brasileira, prepara uma emboscada ao diplomata, não só para o afastar dos braços de Leonor, mas também para poder exercer livremente o seu poder sobre os negros da roça e a sua vocação esclavagista. Um golpe inesperado dita a sorte dos amantes envolvidos nas malhas do destino.

Um envolvente romance de amor proibido, ódio e poder, numa época de mudanças políticas e sociais no Brasil, a abolição da escravatura e a implantação da República.

Sobre o autor:
Flávio Capuleto, pseudónimo literário de Flávio Luís de Jesus Costa, nasceu no concelho de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, a 29 de Novembro de 1942. A sua paixão pelos livros manifestou-se cedo, levando-o a publicar diversos romances, edições de autor, que vendeu directamente ao público. Ganhou também a vida como vendedor de colecções de literatura universal.
Conheceu a amarga experiência da Guerra Colonial, sendo-lhe concedida a Medalha Comemorativa das Campanhas do Norte de Angola. De regresso da campanha militar, prosseguiu os estudos como autodidacta, sem nunca perder de vista o seu sonho: tornar-se escritor.
No Calor dos Trópicos é o seu primeiro romance histórico.


Brasil, segunda metade do século XIX, o tempo da escravatura, da ganância dos fazendeiros e das regras impiedosas dos grandes senhores convive com a terra de sonhos, lugar para o exotismo e a descoberta de novos prazeres.

«D. Leonor omitiu do magnata o mais importante: a sua paixão por Afonso e as relações de intimidade que esperava manter com ele em terras brasileiras. Depois da discussão travada com o marido, a fidalga sentia-se vitoriosa e tinha motivos para isso: conseguira livrar o amante de uma eventual acusação de crime de adultério, libertara-se a ela própria da humilhação do delito em que se via envolvida, e conseguira convencer o esposo a partir com ela para a terra mágica que a esperava no cabo do mundo!»

Um envolvente romance de amor e traição numa época de convulsões políticas e sociais no Brasil imperial. O retrato da sociedade local com os seus sonhos, intrigas e jogos de poder.

Um momento de poesia...

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Gostava de ser uma única coisa,
De uma única forma,
E sempre igual,
Tal e qual.
Sem espaços para hesitações.
Gostava de não comprar roupa,
Apenas substituir peças.
Assim não me enganava nas cores
Nem perdia tempo no armário.
Era tão cómodo!
A qualquer indignação por esta minha obsessão
Respondia com rigor:
- Sou assim, senhor,
Sou sempre assim.
Não há que enganar,
Nem que reclamar.
Era tão fácil!
À segunda-feira colocava a cara de sair para o trabalho,
O penteado com risco à esquerda, sem pontas a cair desordenadas.
Era assim até sexta-feira à tarde, sempre da mesma forma.
Sem esquiço de sentimento, nem o rasgo de um lamento,
Apenas aquela farda e um sorriso amarelo,
Como convém no local onde se trabalha.
Nada de risadas e palhaçadas.
Tudo muito sério, certo e sem erros ou reformulações.
À sexta-feira à tarde vestia o fato de ir às compras sempre com a mesma lista,
Nem um bago de uva comprava, caso não estivesse no papel.
No sábado cozia as meias e varria os terraços,
No domingo rezava e lavava a alma nas mãos de um prior qualquer.
Como era simples ser singela e previsível,
Impossível de me lerem qualquer desatenção
Ou atrapalhação.
Como era simples e adorável,
Ter uma vida imaculada,
Sempre a meio de tudo e sem excessos.
Sentar-me diligente na secretária vazia e sem trabalho distribuído,
E dar graças ao Estado de Graça que me alimenta,
E deposita, no dia 23, o valor inteiro de cada mês,
Caso o dia 23 não calhe ao fim-de-semana ou em qualquer feriado
Santificado ou não,
Pois, aí, o pagamento é antecipado,
Mesmo para os que nada produzem, mas reluzem.
Sim, porque os vejo passar por mim
Muito emproados, cheios de coisas para fazer,
Assim do género de preencher boletins itinerários,
Para engordar os salários que o governo anda a cortar,
Logo eu que odeio boletins itinerários e salafrários.
Ai quem me dera ser pura e não ter este feitio defeituoso
De ver, ao pormenor, que era muito melhor não ver,
Nem ouvir, nem sentir o cheiro putrefacto da nação,
Estragada pelos especialistas e pelas comissões de avaliação.
Ai meu Deus, prendei-me este clamor.
Que quando me faltam as peças fico mesmo sem elas,
Não as substituo,
E muitas vezes me tem faltado o tom certo no casaco
Cansado de não se rasgar e dizer basta.
Gostava mesmo de ser uma única coisa,
Compassiva.
Mas dentro de mim há demónios à solta
Que já não consigo prender.
Querem avançar, reclamar, trabalhar,
E eu que gostava tanto de ser uma única coisa,
Compassiva, já disse!
Era mais simples que barafustar, bufar e estrebuchar.
Era mais simples e eu podia sê-lo.
Podia até nem fazer nada.
Mas os demónios vigorosos dentro de mim,
Querem destruir toda a fachada,
E são mais fortes que este meu desejo
De vestir o fato de ir às compras sempre com a mesma lista.

AutoraFátima Marinho

Podem ver o  poema no site www.fatimamarinho.comPodem comentar e partilhar.

sábado

Pensar...

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"Pensar é o trabalho mais difícil que existe, e esta é provavelmente a razão por que tão poucos se dedicam a ele." - (Henry Ford)

sexta-feira

Ler...

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"O importante é motivar a criança para a leitura, para a aventura de ler" - (Ziraldo)




terça-feira

"A Dama Negra da Ilha dos Escravos, Memórias de Dona Simoa Godinha" de Ana Cristina Silva

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Autora: Ana Cristina Silva

Título: A Dama Negra da Ilha dos Escravos

Memórias de Dona Simoa Godinha

Editora: Editorial Presença


 Páginas: 176




Sinopse: 
A personagem central deste romance, D. Simoa Godinho, é uma das figuras históricas mais intrigantes e misteriosas da Lisboa do século XVI. Tendo nascido em S. Tomé, no seio de uma família rica de fazendeiros, acabaria mais tarde, já casada com o fidalgo Luís de Almeida, por vir viver para a capital do reino, onde viria a expressar o seu carácter profundamente humano através de inúmeras obras de solidariedade, nomeadamente junto da Misericórdia. Ficamos a conhecer toda a sua vida – a infância e juventude no exotismo de S. Tomé, a paixão por Luís de Almeida, a sua influência na sociedade lisboeta da época - neste romance soberbo que tão bem soube captar as múltiplas nuances desta personalidade que tem apaixonado sucessivas gerações de historiadores.


Sobre a autora:
Ana Cristina Silva é docente universitária, lecciona as cadeiras de Psicologia da Comunicação e da Linguagem e de Seminário de Estágio no Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Doutorada em Psicologia da Educação, especializou-se na área da aprendizagem da leitura e da escrita, desenvolvendo investigação neste domínio com obra científica publicada em Portugal e no estrangeiro.


A minha opinião:
Os livros não se medem aos palmos. A frase não é aplicada aos livros, mas achei que poderia aplicá-la a este livro. "A Dama Negra da Ilha dos Escravos - Memórias de Dona Simoa Godinha" é um livro pequeno quer em tamanho, quer em números de páginas, mas não o é no seu conteúdo. Uma história de vida extraordinária.

Para quem gosta de ler biografias, aconselho a leitura deste livro!
Vai recuar no tempo até ao século XVI e visitar a ilha de S.Tomé e cruzar-se com  Dona Simoa Godinha...

segunda-feira

Resultado do Passatempo: "A Abelha Zena, A Rainha Serena"

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O passatempo chegou ao fim! 

Antes de anunciar o vencedor ,quero agradecer à autora, Maria Eugénia Ponte e aos sessenta e dois participantes do passatempo "A Abelha Zena, a Rainha Serena".

O vencedor escolhido aleatoriamente através do random,org é o participante nº 23.

Marta Coutinho (Pombal)

Muitos Parabéns!!!

sábado

"Desaparecido para Sempre" de Harlan Coben

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Título: Desaparecido para sempre

Autor: Harlan Coben

Páginas: 362

Editora: Editorial Presença




Sinopse:
Onze anos atrás, a 17 de Outubro, na pequena cidade de Livingston, Nova Jérsia, o meu irmão Ken Klein, então com vinte e quatro anos, violou brutalmente e estrangulou a nossa vizinha Julie Miller. Na cave dela. "Esta é, pelo menos, a versão oficial da Polícia, mas nem Will, irmão de Ken, nem os seus pais jamais duvidaram da inocência de Ken, apesar das evidências junto ao local do crime. Onze anos passaram e nunca mais se soube do paradeiro de Ken. Estaria ele vivo ou morto? Will sempre preferiu acreditar na segunda hipótese, até ao dia em que a sua mãe, no leito da morte, lhe revela que Ken está, afinal, vivo. Um thriller intenso.

Sobre o autor:
Harlan Coben nasceu em Newark, New Jersey, Estados Unidos da América. Após ter terminado o curso em Ciência Política, trabalhou na indústria de viagens. Até ao momento escreveu sete aclamados romances, tendo a Presença publicado dois deles "Não Contes A Ninguém" e "Na Pista de Um Rapto". Vive em New Jersey com a mulher e quatro filhos.


A minha opinião:
Ufa, que livro!
Depois de dois ou três livros livros do autor já devia de estar habituada, mas não. Ler um livro de Harlan Coben é ter sempre o coração nas mãos, nunca se sabe o que vai acontecer a seguir.


Gosto imenso da forma como o autor nos apresenta o enredo. Consegue envolvermos às primeiras frases. Os finais são sempre inesperados, mesmo muito inesperados. Quando se pensa que tudo está resolvido, eis que surge a reviravolta completa.


Para os amantes do género policial é obrigatório a leitura deste livro!


quarta-feira

Pela voz de Maria Eugénia Ponte

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Boa tarde, tudo bem?

Antes de mais, quero pedir desculpa pela “invasão” mas quero fazer-lhe um convite... partilhar comigo a minha paixão pela escrita.

É verdade, para mim escrever é uma paixão que cresce a cada novo livro e está quase a chegar a data do lançamento do meu livro “Abelha Zena, a Rainha Serena, no próximo dia 2 de Outubro, às 16 horas, no auditório da Galeria Museu João Mário, emAlenquer.
 Teaser” do livro:
O novo livro de contos (dedicado exclusivamente ao fantástico mundo das abelhas) de Maria Eugénia Ponte é uma viagem de magia que vai deliciar crianças de todas as idades.
Abelha Zena, a Rainha Serena é a aventura única de um grupo de simpáticas abelhas, que vai passar por uma grande prova. Tudo por causa desse ser que, muitas vezes, não consegue conviver com os seus parceiros da Natureza... o Homem!
Conseguirão Zena e as suas amigas ultrapassar as dificuldades?



Será um prazer se puder contar com a sua presença mas, caso não seja possível, se estiver interessado em adquirir um exemplar (que pode ou não ser autografado), contacta-me, sim?
Só tenho os livros depois do lançamento, mas estou já a recolher as encomendas. 
O livro custa apenas 9€ (a preço de autor, nas livrarias vai ser mais caro) e eu ofereço as despesas de envio pelos CTT, sendo o pagamento efectuado por transferência bancária.
Pensando já no Natal, é uma boa opção para um presente para os mais pequenos. 
Mas, se não estiver interessado(a), pode sempre dar uma ajuda e divulgar pelos seus contactos...
Pode acompanhar as novidades sobre o livro aqui:
Ou no grupo do Facebook:
No rodapé deste mail, tem os links para estes endereços e também para os meus outros livros...
Muito obrigada pela atenção, 

segunda-feira

Passatempo para ganhar o livro "A Abelha Zena, a Rainha Serena"

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O blogue Livros, o meu vício promove mais um passatempo, desta vez com a colaboração da própria autora, Maria Eugénia Ponte, para oferecer um exemplar do livro "A Abelha Zena, a Rainha Serena".


Regras do Passatempo:

- O passatempo decorrerá entre o dia 27 de Setembro e o dia 02 de Outubro até às 23h59. 

- Os dados solicitados (nome completo, email, morada completa, código postal e localidade) serão enviados para o endereço ana.sapedroso@gmail.com e qualquer participação que não possua algum destes dados é automaticamente anulada.

- Os vencedores serão sorteados aleatoriamente, sendo o anúncio dos vencedores efectuado por e-mail e publicado no blogue.

- Só é aceite uma participação por pessoa/morada e, por questões relacionadas com o envio do prémio só serão aceites participações de residentes em Portugal (continental e ilhas).


1 - Qual o título do livro anterior de Maria Eugénia Ponte?

2 - Quantas abelhas se podem ver na capa do livro?

3 - Data e hora do lançamento do livro "A Abelha Zena, a Rainha Serena"?

Boa Sorte!

domingo

"A Casa Vazia" de Rosemunde Pilcher

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Título: A Casa Vazia

Autora: Rosemunde Pilcher


Páginas: 177

Editora: Difel


Sinopse:

O sonho secreto de Virgínia Keile é ter uma segunda oportunidade para amar o homem que conheceu, e tolamente perdera, durante um verão da sua adolescência. 
A vida ensinou-lhe muito em vinte e sete anos - casou com um solteiro escolhido pela sua mãe, teve um casamento solitário que terminou na morte acidental do marido e quase perdeu os dois filhos para a sua sogra.Agora, numa tentativa de refazer a vida, está de regresso à pitoresca zona da Cornualha e prepara-se para alugar uma casa à beira mar para os seus filhos e para si própria… e está também pronta para descobrir se desta vez é capaz de encher de amor uma casa vazia.


Sobre a autora:
Rosamunde Pilcher nasceu em 1924 e foi encorajada a escrever desde pequena. Tinha 15 anos quando deflagrou a Segunda Guerra Mundial. Terminou os estudos e trabalhou durante um ano no serviço Real Naval.
Rosamunde Pilcher escreveu ininterruptamente durante todos estes anos para várias revistas e publicou mais de uma dezena de livros. Na DIFEL estão já editados “Os Apanhadores de Conchas”, “O Tigre Adormecido”, “Solstício de Inverno”, “Carrocel do Amor”, “Montanhas Silvestres”, “Vozes de Verão”, “A Casa Vazia” e “O Outro Lado do Amor”.
Actualmente vive na Escócia, onde se dedica à literatura e à família.



A minha opinião:
Acho que já contei esta história algumas vezes. 
Descobri esta autora numa conversa com uma amiga virtual sobre livros. Aconselhou-me logo a ler o livro "Os Apanhadores de Conchas". Excelente leitura!

A Casa Vazia" é um romance simples, mas muito intenso. As descrições da autora parecem palavras embaladas por uma melodia serena e transparente.


Virginia é uma jovem viúva com dois filhos. Viveu sempre manipulada pela mãe, pelo marido e agora pela sogra, Virgínia de volta à Cornualha decide dar um novo rumo à sua vida.
Dez anos depois de um verão na Cornualha volta e reencontra aquele que poderia ter sido ou poderá ser o homem da sua vida.

Uma leitura muito rápida e muito deliciosa. 



sexta-feira

Abelha Zena, a Rainha Serena

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O blogue Livros, o meu vício tem o prazer de apresentar o mais recente livro da autora Maria Eugénia Ponte.

No seu primeiro livro de contos infanto-juvenis, “A Gaivota que tinha medo do mar”, Maria Eugénia Ponte não terminou como os outros livros pois, em vez de terminar com FIM terminou com CONTINUA.

O "Abelha Zena, a Rainha Serena" é precisamente a continuação prometida há dois anos, desta vez inteiramente dedicado ao fantástico mundo das abelhas, cuja união é para nós, humanos, uma grande lição.

Tenho seguido com interesse e crescente curiosidade este novo projecto de Maria Eugénia Ponte que nos promete uma viagem de magia que irá deliciar crianças de todas as idades.

Falta pouco mais de duas semanas para o lançamento do livro, que será no dia 2 de Outubro, pelas 16 horas, no auditório do Museu João Mário, em Alenquer.

Mas as notícias vão aparecendo, a pouco e pouco, e quem quiser acompanhar pode fazê-lo pelo blogue, em que a autora vai partilhando as várias fases do projecto, ou pelo grupo que foi criado no Facebook para o mesmo efeito.

Link do blogue -    http://abelhazena.blogspot.com/

A capa está deliciosa e a Zena tem um ar tão meiguinho que já nos faz sonhar com as suas aventuras, não acham?

quinta-feira

"O Anjo Branco" de José Rodrigues dos Santos

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Título: O Anjo Branco

Autor: José Rodrigues dos Santos

Editora: Gradiva

Páginas: 680



Baseando-se em factos reais, José Rodrigues dos Santos traz-nos desta vez uma obra sobre Moçambique, os portugueses, a guerra colonial e, sobretudo sobre o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar.

A vida de José Branco mudou no dia em que entrou naquela aldeia perdida no coração de África e se deparou com o terrível segredo. O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve uma ideia revolucionária: criar o Serviço Médico Aéreo.

No seu pequeno avião, José cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda no mato.

Chamam-lhe o Anjo Branco.

Mas a guerra colonial rebenta e um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar.

Inspirado em factos reais e desfilando uma galeria de personagens digna de uma grande produção, O Anjo Branco afirma-se como o mais pujante romance jamais publicado sobre a Guerra Colonial – e, acima de tudo, sobre os últimos anos da presença portuguesa em África.

José Rodrigues dos Santos, dando prova da sua já conhecida e reconhecida capacidade de renovação constante, continua a surpreender. Com efeito, no seu novo romance, adopta um registo mais intimista e revela outra faceta aos seus muitos leitores, numa atitude de desassombro e coragem que não deixará de empolgar e até emocionar.

Este é um livro que todos os portugueses sentirão como muito próximo – pelas experiências, pelos acontecimentos narrados, pela repercussão dos factos.


Sobre o autor:
José Rodrigues dos Santos nasceu em 1964 Moçambique. É sobretudo conhecido pelo seu trabalho como jornalista, carreira que abraçou em 1981, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, de 1987 a 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o 24 horas. Em 1991 passou para a apresentação do Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002.

Doutorado em Ciências da Comunicação, é professor da Universidade Nova de LIsboa e jornalista da RTP, tendo ocupado por duas vezes o cargo de Director de Informação. da televisão pública. É um dos mais premiados jornalistas portugueses, galardoado com dois prémios do Clube Português de Imprensa e três da CNN, entre outros.


A minha opinião:
Sendo eu fã dos romances do autor José Rodrigues dos Santos, o "Anjo Branco" estava na minha lista, dos livros para serem lidos em 2010. 2010 já passou e 2011 está quase no fim e só agora é surgiu a oportunidade de o ler.

Do pouco de ouvi de algumas entrevistas do próprio autor, este livro conta-nos a história do pai no continente africano mais concretamente em Moçambique.
Os dados históricos são reais, bem como algumas situações passadas com o médico José Branco, o resto é ficção.
Sempre num registo de escrita calma e sedutora, JRS contagia-nos com todo o ambiente vivido no livro, como o calor sentido em Tete e a praia da Beira, vista da sombra do velho barco encalhado, uma imagem é  de cortar a respiração.

O livro começa com o nascimento de José Branco. As primeiras semanas foram difíceis. Nasceu frágil e muito debilitado, aparentando ser um coelho assado. No seu corpito magro apenas se destacava o umbigo, que demorava a cicatrizar e um enorme pénis. Devido a este atributo, todas as mulheres da aldeia, incluindo familiares queriam ajudar dona. Amélia a dar banho ao pequeno Zezinho.
Com o avançar da leitura, vamos acompanhando  a infância, adolescência e vida adulta de José Branco e ao mesmo tempo o autor situa-nos no tempo da História, passando pelo regime de Salazar e Marcelo Caetano.
E termina com o massacre numa aldeia perto de Tete. Quando José Branco, a irmã Lúcia e Sheila chegam à aldeia para ver se alguém precisa de ser socorrido, dão com aquele cenário devastador. A certa altura, o médico apercebe-se que o vulto se mexe. Aproxima-se e a cena que vê, é de  uma mãe protegendo com o seu corpo o filhote bebé.

Além de ser uma excelente leitura, também é uma aprendizagem em termos de História, do que aconteceu em Moçambique nos anos 60 e 70.

sábado

Vencedores do Passatempo "O Perfume da Savana"

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Cá está o resultado do passatempo "O Perfume da Savana ".
Um  obrigado ao autor por ter possibilitado a realização deste  passatempo e a todos os 106 participantes.


Aqui estão as respostas correctas às perguntas efectuadas:

1 - Em que continente se passa esta história?
No continente africano.

2 - Quantas páginas tem este livro?
Tem 376 páginas.

3 - Em que ano nasceu o autor?
Nasceu em 1940.


E os vencedores foram sorteados aleatoriamente pelo random.org

33 - Maria José Pereira
Barcarena


72 - Maria Armanda Marques
Rates


86 - Cipriano Oliveira
Lisboa


Muitos Parabéns e Boas Leituras!!!

domingo

"Onde está o branco em ti" de Ricardo Antunes

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Título: Onde Está o Branco em Ti?

Autor: Ricardo Antunes

Páginas:176
 
Editora: Quinta Essêncial
 
 
Sinopse:
O amor está vivo. Temos de o procurar enquanto vivemos.
 
Uma estranha e súbita morte leva um grupo de amigos a procurar respostas que os façam encontrar um sentido para aquele inesperado acontecimento.
Numa viagem em que se irão confrontar com o mundo, com os outros e finalmente consigo próprios, vão viver momentos de intensa alegria, cheios de risos e afectos, mas também momentos marcados pelas aparências, pelas lágrimas e pelas desilusões.

Gradualmente, aproximam-se do limite a que conduzem as suas opções. Nessa altura, dá-se o confronto
entre o desejo de deixar tudo para trás e retomar os dias de sempre e a vontade de penetrar definitivamente no caminho que os levará às respostas que, afinal, sempre procuraram.
 
 
Sobre o autor:
Ricardo Antunes nasceu em Sintra, em 1978.
Começou a viajar pelo país e pelo estrangeiro desde muito cedo, percorrendo a pé e à boleia inúmeros lugares, contactando com realidades e pessoas muito diferentes. Às vezes acompanhado, outras vezes sozinho, viveu experiências profundas que o marcaram para sempre.
Licenciado em História Moderna e Contemporânea, a paixão pelos livros levou-o a seguir uma carreira profissional em contacto permanente com eles.

Escreveu Onde Está o Branco em Ti?, no início um conjunto de pequenos fragmentos rabiscados aqui e ali. Alguns anos mais tarde, percebeu que aquelas primeiras páginas, escritas quase sem querer num momento de inspiração, poderiam transformar-se numa história que tocasse o coração das pessoas. E assim nasceu este livro, agora editado pela Quinta Essência.

Actualmente encontra-se a escrever o seu próximo romance.

rricardoantunes@gmail.com



A minha opinião:
Há livros que nos desassossegam e este foi um deles.
Como é habitual, ando pela página inicial do facebook a ver as novidades e de repente, "tropeço" neste livro. O que inicialmente me chamou mais a atenção foram os comentários, principalmente o «impossível resistir» do blogue Prazer da Leitura. Abri o link (do blogue Pedacinho Literário) e dou com este livro, este dessassossego de livro.

Há livros que têm de ser lidos e por isso mesmo, não vou contar mais, a não ser o que está na sinopse.

Poderei dizer que com este livro se faz uma viagem interior.
Vamos descobrir no nosso mais intímo recanto, qualquer coisa que nos faz conhecer um pouco melhor.

Se me perguntassem, este é um livro obrigatório de ler, eu diria, de caras, que sim!
 

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