quarta-feira

Conversas Fantásticas II

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Os jovens escritores Fábio Ventura, Samuel Pimenta e Milene Emídio voltam a encontrar-se para mais uma edição do Conversas Fantásticas na FNAC Alfragide, dia 17 de Julho, pelas 16h.

Muitos dos fenómenos literários do género fantástico tiveram início com a adaptação de livros ao cinema e muitos dos sucessos do cinema só foram possíveis graças ao "boom" de algumas obras literárias. Harry Potter, Twilight e Senhor dos Anéis são só alguns exemplos.

Este ano, o Conversas Fantásticas II partirá dos sucessos do mundo do cinema, da literatura e dos videojogos para uma tertúlia sobre de que forma tudo isso influencia a escrita dos três jovens escritores portugueses convidados.

terça-feira

"Falsas Impressões" de Jeffrey Archer

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Título: Falsas Impressões

Autor: Jeffrey Archer

Páginas: 334

Editora: Europa-América



Sinopse
Um thriller envolvente passado no mundo da arte 240 mil exemplares vendidos na 1.ª semana no Reino Unido.
Porque foi assassinada uma mulher na noite anterior ao 11 de Setembro?
Porque não ficou surpreendido um banqueiro nova-iorquino ao receber a orelha esquerda dessa mulher na manhã seguinte?
Porque trabalha um bem-sucedido advogado apenas para um cliente sem receber honorários?
Porque terá uma perita em arte roubado o Auto-Retrato Com a Orelha Ligada, um dos quadros mais famosos de Van Gogh?
Por que razão uma ginasta olímpica recebe um milhão de dólares por missão sem ter sequer uma conta bancária?
Porque continua uma mulher a trabalhar como secretária temporária depois de ter herdado uma fortuna?
Porque está uma condessa inglesa disposta a matar o banqueiro, o advogado e a ginasta, arriscando-se a passar o resto dos seus dias na prisão?
Porque está disposto um magnata japonês a entregar 50 milhões de dólares a uma mulher com quem apenas se cruzou uma vez na vida?
Porque está um agente do FBI a tentar deslindar as relações entre estas oito pessoas aparentemente inocentes?
Falsas Impressões leva-o numa viagem empolgante pelos meandros da arte, de Nova Iorque a Tóquio, de Londres a Bucareste e a uma recôndita aldeia inglesa onde o mistério do último quadro de Van Gogh será finalmente revelado.


Sobre o autor:
Escritor e político inglês, Jeffrey Archer nasceu em 1940, em Weston-super-Mare. Frequentou a escola de Wellington, em Somerset, onde os seus feitos atléticos despertaram a atenção dos seus professores, que o conseguiram inscrever na equipa olímpica britânica como corredor de cem metros.

Em 1963 ingressou no Brasenose College da Universidade de Oxford, de onde recebeu um diploma em Educação Física em 1966. Aí conheceu também Mary Weedon, que se viria a tornar, não só professora catedrática de Química, como sua esposa.

Em 1968 Archer fundou uma empresa de relações públicas, que lhe trouxe uma pequena fortuna. No ano seguinte foi eleito membro do Parlamento pelo Partido Conservador, o que o tornou no mais jovem deputado da história daquela instituição.

Em 1974 foi à falência, depois de ter investido uma soma considerável numa empresa canadiana fraudulenta. Com dívidas monumentais, viu-se forçado a abandonar o Parlamento, alugou um quarto em Oxford e começou a escrever um romance baseado nas suas experiências pessoais.

Assim, dois anos depois publicou Not A Penny More, Not A Penny Less (1976), que se tornou um sucesso de vendas imediato nos Estados Unidos da América, e estabeleceu o seu autor como um romancista promissor.

Ao fim de pouco mais de uma dezena de romances publicados, Jeffrey Archer recuperou a sua fortuna, pelo que decidiu retornar à política. Em 1985 foi nomeado vice-presidente do Partido Conservador pela então primeira-ministra Margaret Thatcher mas, no ano seguinte, a sua imagem pessoal foi abalada por um escândalo sexual, que conseguiu no entanto ultrapassar, processando em tribunal o periódico que o acusara.

Em 1992 foi investido Lorde no âmbito das comemorações do aniversário da Rainha de Inglaterra, passando a ocupar um lugar na Câmara dos Lordes do Parlamento britânico. Não obstante, em 1994 foi de novo o centro de atenções num escândalo que o envolvia nas transacções obscuras de uma cadeia de televisão.

Em 1999 decidiu candidatar-se à presidência da Câmara de Londres mas, depois de ter investido cerca de um milhão de libras dos seus fundos pessoais, foi obrigado a abandonar a corrida, quando se descobriu que havia cometido perjúrio no julgamento de 1986, e expulso do partido.

Foi condenado a uma pena de dois anos de prisão numa cadeia de segurança mínima em Outubro de 2001.

Publicou, entre outras obras, Kane And Abel (1980), The Prodigal Daughter (1982), A Matter Of Honour (1986), Honour Among Thieves (1993) e To Cut A Long Story Short (2000).


A minha opinião:
Como já é habitual, em qualquer livro do Jeffrey Archer, o mistério é o ingrediente principal. Não fiquem a pensar que todos os livros do autor são iguais, porque não são. Cada livro é uma história única.

Em "Falsas Impressões" podemos entrar no mundo da arte, mais propriemente, na área da pintura. Temos a oportunidade de conhecer um pouco melhor a obra de Van Gogh, nomeadamente o mais famoso dos quadros do pintor, o "Auto-Retrato Com a Orelha Ligada".

Uma escrita simples, sem grandes descrições, mas que mantém a curiosidade do leitor na velocidade máxima.
Este livro daria um excelente filme.

Para quem já leu e para quem ainda não teve oportunidade de ler Jeffrey Archer, eu recomendaria a leitura do livro "Filhos da Fortuna".

Esta 4ª feira: HERÓIS DO ALENTEJO E DE LISBOA EM DIRETO NA SIC

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- Não demora o cagar de um mocho (Alentejo)
- Tal tá a moenga, compadre... (Alentejo)
- 'tás a ver se metes o Rossio na Betesga? (Lisboa)
- Aquele Marmelo tá a galar os meus marmelos... (Lisboa)
- Estás a falar para a central! Bai no Batalha... (Porto)
- Se me fazes esteporar, dou-te uma batata nas arcas que te viro (Madeira)
- Vou apanhar uma abelha pr'ó Monte (Madeira)
- Maria, dou-te a gancha, porque me ofereceste o pito... (Trás-os-Montes)

Estas e muitas outras expressões vão estar em destaque na próxima 4ª feira (6 de julho), a partir das 16.30h, no programa BOA TARDE, da SIC, em que CONCEIÇÃO LINO vai ter que se haver com LUÍS MIGUEL RICARDO (Heróis à Moda do Alentejo) e EUGÉNIA PONTE (Heróis à Moda da Lisboa)

A não perder!

segunda-feira

HERÓIS DO ALENTEJO E DA MADEIRA EM DIRETO NA SIC

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- Não demora o cagar de um mocho (Alentejo)

- Tal tá a moenga, compadre... (Alentejo)
- Se me fazes esteporar, dou-te uma batata nas arcas que te viro (Madeira)
- Vou apanhar uma abelha pr'ó Monte (Madeira)
- Maria, dou-te a gancha, porque me ofereceste o pito... (Trás-os-Montes)
- 'tás a ver se metes o Rossio na Betesga? (Lisboa)
- Estás a falar para a central! Bai no Batalha... (Porto)

Estas e muitas outras expressões vão estar em destaque na próxima 5ª feira (7 de julho), a partir das 16.30h, no programa BOA TARDE, da SIC, em que CONCEIÇÃO LINO vai ter que se haver com LUÍS MIGUEL RICARDO (Heróis à Moda do Alentejo) e SUSETE RODRIGUES (Heróis à Moda da Madeira)

A não perder!

sábado

"A Noiva Italiana" de Nicky Pellegrino

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Título: A Noiva Italiana

Autora: Nicky Pellegrino

Editora: Edições Asa

Páginas: 288


Poderá uma história de amor unir duas famílias separadas pelo ódio?


Sinopse:
Apesar de viverem em Londres, os Martinelli continuam a ser uma típica família italiana: sempre a discutir, a comer e a amar. Pieta, a filha mais velha, tem 30 anos e é solteira, facto que a coloca sob a mira dos pais, principalmente agora que Addolorata – a sua irmã mais nova – vai casar. Uma vez que desenha vestidos de noiva, Pieta foi encarregada de fazer o vestido mais importante da cerimónia, mas uma série de segredos de família atrai a sua atenção. Porque é que o pai está sempre a discutir com um vizinho italiano? Qual será a causa da tristeza da mãe? E será possível que o homem por quem ela sempre alimentou uma paixão secreta esteja prestes a casar-se com outra pessoa? Decidida a ajudar a irmã, Addolorata planeia dar um empurrãozinho ao destino no dia do seu casamento. Mas o resultado vai ser surpreendente e nada vai acontecer conforme o planeado…

Pela mão de Nicky Pellegrino, autora de "Caffè Amore" e "A Filha do Pescador", "A Noiva Italiana" é um festim de comida e amor. Mas é também um romance sobre os laços familiares e a identidade pessoal.


Sobre a autora:
O pai de Nicky Pellegrino partiu de Itália para Inglaterra, onde se apaixonou por uma jovem de Liverpool. Com ele, levou também a paixão pela gastronomia, que partilhou com a sua nova família. A sua máxima de que se deve viver para comer e não comer para viver é uma das inspirações por detrás dos saborosos romances de Nicky Pellegrino. A viver actualmente na Nova Zelândia, onde trabalha como editora da New Zealand Woman’s Weekly, Nicky Pellegrino planeia as suas férias de forma a viajar anualmente com o marido para Itália, para visitar a família, comer a melhor mozzarella e buscar inspiração para os seus livros.

Para além de Os Ingredientes do Amor, na ASA foram já publicados com grande sucesso os seus romances Caffè Amore, A Filha do Pescador e A Noiva Italiana.


A minha opinião:
Um livro de fazer crescer água na boca, pelas suas deliciosas receitas!
Para quem gosta de cozinhar e de comer, este livro foi uma pequena tortura...a fome e a gula tomaram conta de mim.

Gostei muito da escrita da autora, embora por vezes, se perca em descrições mais extensas, não deixando, contudo, de ser uma leitura agradável.

A Noiva Italiana conta-nos a história da família Martinelli, que apesar de viverem em Londres, continuam a manter as típicas raízes italianas.
Pieta, a filha mais velha de Beppi e de Catherine. É estilista de vestidos de noivas e tem a responsabilidade de fazer o vestido para a sua irmã. Enquanto coze as contas aos vestido, a sua mãe dá-lhe a conhecer a aventura que foi quando saiu de Inglaterra para ir para Itália.

As cores, os paladares assim como o espírito das famílias italianas e os seus segredos estão muito presentes neste livro.
Em casa, tenho o livro Caffè Amore e deve ser um dos próximos a ser lido.

quarta-feira

HERÓIS À MODA DE...Em directo na Sic!

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- Estás a falar para a central! Bai no Batalha... (Porto)

- Não demora o cagar de um mocho (Alentejo)

- Se me fazes esteporar, dou-te uma batata nas arcas que te viro (Madeira)

- Maria, dou-te a gancha, porque me ofereceste o pito... (Trás-os-Montes)

- ‘tás’ a ver se metes o Rossio na Betesga? (Lisboa)

Estas e muitas outras expressões vão estar em destaque na próxima 5ª feira (30 de Junho), a partir das 16.30h, no programa BOA TARDE, da SIC, em que CONCEIÇÃO LINO vai ter que se haver com JOÃO CARLOS BRITO (Francesinhas à Moda do Porto, Heróis à Moda do Porto e coordenador da coleção), LUÍS MIGUEL RICARDO (Heróis à Moda do Alentejo), MARIA EUGÉNIA PONTE (Heróis à Moda de Lisboa), SUSETE RODRIGUES (Heróis à Moda da Madeira) e ANA CATARINO (Heróis à Moda de Trás-os-Montes).

Quem não puder ver em directo na televisão, pode fazê-lo no site da SIC, também em direto, ou, depois, em arquivo.

domingo

"De nome, Esperança" de Margarida Fonseca Santos

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Título: De Nome Esperança

Autora: Margarida Fonseca Santos

Páginas: 172

Editora: Oficina do Livro
 
 
Sinopse:
Mulher reservada e inteligente, Esperança é uma pessoa perdida entre o que escreve e o que vê da realidade, o que viveu e o que desejou. Carlos é um enfermeiro estagiário de psiquiatria que decide, assim que a conhece, tudo fazer para resgatar Esperança rumo a uma vida normal, confrontando-se a cada passo com uma inquietação profunda: no coração da loucura, que espaço resta para a normalidade? A resposta poder ser apenas que a mente é um lugar estranho. Entrar nos seus domínios é percorrer um labirinto interior de acesso, na melhor das hipóteses, restrito. Num livro em que as várias vozes e os vários tempos se cruzam num emaranhado de expectativas, pensamentos e ilusões, acompanhamos o percurso da Esperança, para quem só existe esperança no nome.
 
 
Sobre a autora:
Margarida Fonseca Santos, 1960, Lisboa. Diplomada com o Curso Superior de piano do Conservatório Nacional, leccionou a disciplina de Pedagogia na Escola Superior de Música de Lisboa.A par da sua actividade profissional, trabalhou no projecto MUS-E Portugal (Yehudin Menuhin Foundation) como animadora na área do conto e escrita criativa. Assinou a coluna Crescer a Ler, no Jornal de Letras e o apontamento Bicho de Conta, na Antena 1. Escreveu peças infantis e o texto do musical "O Navio dos Rebeldes" para o Teatro da Trindade e ainda o libreto da ópera infantil "O Achamento" para a Focu Musical.

A minha opinião:
Que livro!
Um livro que a cada virar de página nos consome, nos absorve e nos faz acreditar que se olharmos mais para dentro, com mais sentimento, conseguimos alcançar mais qualquer coisa que a olho nú não se consegue. E isso foi o que Carlos, o enfermeiro do Lorvão fez, ele nunca desistiu de tentar dar a Esperança um outro tipo de vida. Não conseguiu, mas pelo menos tentou e não foi só uma vez.

Este livro fala-nos da esperança, aquela que se coastuma dizer que é a última a morrer e enquanto há esperança, há vida. Lindo.
A mente humana é um mundo ainda por descobrir, por muito que se explore, nunca está totalmente explorado.

Uma leitura obrigatória!

sábado

"Maldito Karma" de David Safier

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Título: Maldito Karma

Autor: David Safier

Páginas: 275

Editora: Planeta


Sinopse:
A apresentadora de televisão Kim Lange encontra-se no melhor momento da sua carreira, quando sofre um acidente e morre, esmagada pelo urinol de uma estação espacial russa. No Além, Kim dá-se conta de que, ao longo da sua vida, se limitou a acumular mau Karma: enganou o marido, descurou a sua filha e amargurou a vida de todos os que a rodeavam. Descobre então o seu castigo: está num formigueiro, tem duas antenas e seis patas… é uma formiga!

Kim não tem a mais pequena vontade de continuar a arrastar migalhas de bolos, depois de ter passado a vida a evitar os hidratos de carbono. Além disso, não pode permitir que o marido vá afogar as mágoas da sua perda com outra. Só lhe resta, por isso, uma saída: acumular bom Karma, para ascender na escala da reencarnação e voltar a ser humana. Mas o caminho para deixar de ser insecto e se converter num bípede é duro e está pejado de contratempos. O que lhe vale é que pode contar com a ajuda de Casanova…


Sobre o autor:
Nasceu em Bremen, em 1966. Conhecido guionista de séries de êxito de televisão, como Mein Leben und Ich (A Minha Vida e Eu), Nikola e Berlim, Berlim, foi galardoado com o Prémio Grimme e com o Prémio TV da Alemanha, bem como com um Emmy, nos Estados Unidos. Vive e trabalha em Bremen. Maldito Karma está já publicado em várias línguas. Na Alemanha, um ano depois da sua publicação, permanecia na lista dos mais vendidos, com o novo romance Jesus Ama-me.


A Imprensa:
«Mordaz, ágil, divertido… uma mistura explosiva.»
Publishing Trends

«Um best-seller na Alemanha, um romance original e hilariante.»
Livres Hebdo

«O livro que fez sorrir toda Europa.»
Cosmopolitan

«Uma dessas surpresas que provoca o boca-a-boca.»
Publico

«O livro mais original em muitos anos. Engenhoso e sábio. Vai deixá-lo com água na boca.»
Straubinger Tagblatt


A minha opinião:
Procurei este livro na biblioteca porque duas amigas minhas, recomendaram a sua leitura. Ainda bem que o fiz. HILARIANTE!!! Não me lembro de me ter rido tanto com um livro.
Uma história que não lembra a ninguém.

Uma conhecida apresentadora de televisão no dia da entrega de um prémio é atingida mortalmente por um urinol de uma estação espacial. A partir daqui, a história ganha uma dinâmica, em que o humor é um ingrediente constante.

Para quem gostar de uma leitura cheia de humor, onde o surreal acontece, este é o livro indicado!

terça-feira

"Não contes a ninguém" de Harlan Coben

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Título: Não Contes a Ninguém

Autor: Harlan Coben

Páginas: 298

Editora: Presença



Sinopse:
«Até há três dias, eu era um médico dedicado sonambolando pela vida. Depois, aconteceu-me ver um fantasma, receber e-mail do além, tornar-me suspeito não de um mas de dois homicídios, passei passei a andar a monte, agredi um polícia e recorri à ajuda de um conhecido traficante de droga.»

Bestseller internacional é um livro de leitura obrigatória para os grandes apreciadores do thriller. "Não Contes a Ninguém", marca a estreia de Harlan Coben, na Colecção «O Fio da Navalha». Reconhecido autor do género policial, Coben dá vida à história de David Beck, cuja mulher foi brutalmente assassinada num lago em Nova Iorque. Oito anos depois, perto desse mesmo lago, são descobertos dois corpos. E David começa a receber e-mails que pelo conteúdo só poderiam pertencer à sua mulher. Mas que deixam expressamente escrito - Não Contes a Ninguém! Intrigado, resolve investigar, envolvendo o leitor numa trama de suspense e inquietação da primeira à última página. Imperdível!


A minha opinião:
Este autor vicia-nos! 
O autor acaba sempre por nos surpreender pela originalidade. Eu já li, contando com este, três livros e cada história é uma história e única. O autor nunca se repete, embora use sempre os mesmos ingredientes.

Um enredo com muitas personagens e algumas delas, à partida nada têm a ver, parece-nos a nós, leitores, mas depois, tal como num puzzle, tudo se vai encaixando.

Excelente livro para quem gosta de viver emoções à flor da pele.

sexta-feira

"A Flor-de- Lis" de Alda Gonzaga

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Título: A Flor-de-Lis

Autora: Alda Gonzaga

Páginas: 306

Editora: Papiro


Sinopse:
Neste romance a autora narra a história duma mulher, realizada profissionalmente, que encontra o grande amor da sua vida e que, depois de conseguir superar os obstáculos que lhe aparecem, consegue ficar com ele. É, portanto, uma história feliz duma mulher feliz cuja vida nem sempre é um mar de rosas, pois há problemas a resolver, obstáculos a ultrapassar, desgostos a superar, apenas amenizados porque tem a seu lado um grande amor.


Sobre a autora:
Maria Alda Flórido Gonzaga nasceu no Porto, onde estudou e se licenciou em Engenharia Electrotécnica. Começou a escrever aos dezasseis anos tendo escrito um conto para crianças e vários outros até aos dezanove anos. Depois os estudos e a seguir uma vida profissional exigente na área da Electricidade, determinaram que escrevesse poucos textos literários. Após o 25 de Abril envolveu-se na luta por um mundo melhor e mais justo e pelos direitos das mulheres. Escreveu então muitos documentos de carácter social e político e fez parte de comissões de redacção em debates e conferências. Na década de 90 foi eleita, em dois mandatos, para os órgãos autárquicos da freguesia onde reside. Editou já os livros "Contos e Olhares", "Cantos e Contos" e "O Cuco", sendo o primeiro um livro de contos, o segundo de poemas e contos e o terceiro um romance, primeiro duma trilogia que se intitula “Mundos Paralelos”. Apresenta agora o segundo volume dessa trilogia, a que deu o nome de "A Flor-de-Lis".


A minha opinião:
Gostei, embora achasse que em determinadas passagens a autora se perdesse um pouco nas descrições.
A autora soube retratar as diferentes épocas passadas no livro, a década de sessenta, sob o regime político de Salazar, passando pelo 25 de Abril de 74, com a Revolução dos Cravos até à Expo 98.

Joana, a personagem feminina principal tinha uma personalidade muito forte. Numa altura em que o país era governado pelos homens e onde as mulheres não tinham voz activa para coisa nehuma, Joana soube impôr-se e singrar na vida.

O livro começa com o início do casamento de Joana com Henrique. Os anos foram passando e devido á vida profissional de Henrique, a ruptura acontece. Joana conhece Afonso, também ele casado, mas tal como ela, num casamento à beira do colapso.
Depois de muitas tempestades, chega a bonanza e Joana e Afonso podem finalmente viver o seu amor.

Em relação ao amor das personagens principais, Joana e Afonso, acho que a autora em determinadas situações repetiu-se e a meu ver, chegou a ser lamechas.

Nos tempos mais próximos, penso ler os outros dois livros da triologia, o primeiro, "O Cuco" e o terceiro e último, "Caminhos".

Ganhei este livro no passatempo do blogue Refúgio dos Livros.

segunda-feira

"O Homem que Comeu o 747" de Ben Sherwood

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Título: O Homem que Comeu o 747

Autor: Ben Sherwood

Páginas: 216

Editora: Publicações Europa-América

Sinopse:
Qual seria a maior prova de amor que faria pela sua cara metade?
A pedra angular deste romance assenta, precisamente, numa prova de amor invulgar e na paixão de dois homens pela mesma mulher.
Numa pequena cidade do interior da América, por amor a uma mulher, um agricultor decide comer, peça por peça, um Boeing 747.
No encalço do apaixonado, encontramos J. J. Smith, juiz do Livro dos Recordes, um homem vulgar à procura de feitos extraordinários. Durante as suas viagens pelo mundo, J. J. cronometrou o beijo contínuo mais longo do mundo, a casca de laranja inteira mais comprida, o maior voo de uma rolha de garrafa de champanhe. Mas nunca testemunhara um grande amor…
Porém, a chegada à pequena cidade vai mudar a sua vida. Willa Wyatt, a paixão do agricultor, é uma mulher muito especial e quando se encontram, o mundo de J. J. cuidadosamente ordenado, sofre uma reviravolta.
Poderão as coisas mais maravilhosas da vida ser medidas?

Uma obra apaixonante onde a força do coração derruba todas as barreiras


Sobre o autor:
Foi jornalista na NBC e da ABC Mews, tendo recebido vários prémios. Publicou artigos no New York Times e no Washington Post. Estudou em Harvard e Oxford, vive com a mulher em Nova Iorque.

A minha opinião:
Há livros que aquelas primeiras páginas são aborrecidas e foi o que aconteceu com este livro. Não me estava a entusiasmar, o melhor que tinha a fazer era pô-lo de lado e ainda bem que o fiz. Quando voltei a pegar nele, na página 41, a leitura tornou-se bastante mais interessante.

Uma história muito bonita sobre o amor e aquilo que se faz por amor.
Wally Chubb tinha apenas 10 anos quando se apaixonou por Willa Wyatt. Nunca conseguiu declarar-se até que ao dia que um Boeing 747 caiu na sua quinta. Pensou que a melhor maneira de chamar a atenção da mulher amada fosse comer o 747.

Como conclusão, transcrevo um excerto, que a meu ver, retrata muito bem, toda a leitura do livro:
«...Nesse Verão, foram batidos muitos recordes em Superior, recordes que são realmente importantes mas que nunca aparecem nos livros, nos jornais ou na televisão. Um homem ajudou o seu melhor amigo a construir uma geringonça mágica para que ele pudesse comer um avião. Uma mulher nunca saiu de ao pé do seu amigo em coma. Um rapaz queria que a sua irmã encontrasse a felicidade, por isso levou o mundo até à porta dela.
No início, eu não reconhecia a grandeza desses momentos mas, afinal, nesta era em que o que é maior é sempre melhor, as pessoas raramente o fazem. Este, creio eu, é o principal desafio. Reconhecer a verdadeira grandeza qauando a vemos. Apreciá-la quando a temos. Acarinhá-la enquanto ela dura.
E é isso exactamente o que Wally e Rose têm feito desde aquele dia no hospital em que ele despertou do seu sono. Eles raramente se separam um do outro e vivem felizes na quinta, Wally está a trabalhar arduamente numa nova ideia: jacuzzis bovinos. Vacas calmas, felizes, são vacas são saudáveis. Assim, ele e o Nate Schoof estão a construir um protótipo no celeiro.
Agora quanto à frase bombástica no início deste livro - esta é a história do maior amor de todos os tempos - o leitor poderá contrapôr Romeu e Julieta, António e Cleópatra, ou talvez a sua própria história pessoal. E é isso precisamente que eu gostaria de salientar. Cada um de nós, até mesmo meros mortais chamados John Smith, pode reclamar o recorde para o maior amor de sempre se conseguir pôr de parte a indecisão e o reconhecer quando o encontrar, puro e verdadeiro.»

sábado

"Almas Gémeas" de Alan e Irene Brogan

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Título: Almas Gémeas

Autores: Alan e Irene Brogan

Páginas: 256

Editora: Edições Asa


Sinopse:
Uma arrebatadora história de amor.
A prova de que a realidade pode ultrapassar a ficção.
Alan e Irene conheceram-se num orfanato, nos anos 50. Ele tinha sete anos, ela tinha nove. Eram ambos sensíveis e solitários. Naquele meio hostil, tornaram-se inseparáveis. Mas a proximidade entre meninos e meninas não era bem vista e, embora se desdobrassem em cuidados e peripécias, o inevitável aconteceu: a inocente amizade foi descoberta. Alan foi levado para outro orfanato sem ter, sequer, direito a um adeus. A Irene disseram que ele fora adoptado e, embora destroçada, a menina encontrou consolo na ideia de o amigo ter então um lar carinhoso e feliz. Mas a realidade era bem diferente. Abandonado e só, Alan queria apenas dizer a Irene que nunca a esqueceria. Por ela, fugiu vezes sem conta. Foi sempre apanhado e, de cada vez, os castigos foram mais brutais.
Os anos passaram mas o laço entre eles nunca foi quebrado. Nas suas vidas – frequentemente difíceis, sempre solitárias – sabiam faltar algo. Sem saberem, frequentaram durante anos as mesmas lojas, o mesmo bairro…
Até que, um dia, quarenta anos depois, Irene e Alan cruzaram-se casualmente na rua. Ambos souberam de imediato que nada nem ninguém voltaria a separá-los. Relato doloroso de abandono, crueldade e sobrevivência, Almas Gémeas é, acima de tudo, uma história espantosa que confirma uma verdade fundamental: o amor consegue vencer todos os obstáculos.


Sobre os autores:
Alan e Irene Brogan casaram em 2007. Alan trabalha em gestão e Irene é uma feliz e orgulhosa mãe, avó e dona de casa. Residem actualmente em Sunderland, em Inglaterra.


A minha opinião:
Um livro muito comovente.
Ninguém fica indiferente a esta história. Quem lê este livro vive um misto de sentimentos, que vai desde a dor, a revolta, a raiva, para depois chegar à alegria, à felicidade, ao amor.

Duas crianças perfeitamente normais, com vidas normais, de repente vêem as suas vidas viradas do avesso. Alan e Irene perdem a mãe e são obrigadas a irem viver para uma instituição, porque ambas as famílias não têm condições para as criar.
No dia que se cruzam pela primeira vez, ambos decidem que vão ser amigos para toda a vida. Durante meses e escondidos das "tias", vivem uma amizade muito pura e inocente. Mas a sorte não faz parte da vida destas duas crianças indefesas, sem qualquer tipo de afecto, apenas o que nutrem um pelo outro. Uma das "tia" não gosta do que vê, de duas crianças a brincam deitadas na areia da praia. Sem aviso prévio, Alan é "despachado" para outra instituição.
Estas crianças além de sofrerem o desgosto de terem perdido a mãe, a família, sofrem porque são tratadas de forma cruel, onde não há lugar para choros, sem lamentações, ali só têm de obedecer.
A sobrevivência destas duas crianças é o amor que sentem uma pela outra. Esse amor nunca as faz desistir, mas sim, de lutar para  um dia se encontrem e serem felizes.
Esse dia chegou, quarenta anos depois Alan e Irene reencontram-se.

Hoje em dia, diz-se que as crianças ficam traumatizadas porque são contrariadas e estas????? Como ficaram estas crianças que foram criadas em instituições nem o minímo de afecto, de amor, de calor humano????

Alan e Irene conseguiram, dentro do possível, superar os horrores vividos nas instituições por onde passaram porque o amor vence todos os obstáculos.

"Algumas pessoas estão destinadas a ficar juntas".

quinta-feira

Heróis da Língua Portuguesa na Feira do Livro do Porto...

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Os "heróis" reunir-se-ão em magno concílio, no próximo Domingo, dia 12 de Junho, a partir das 19.30h.

Será na Feira do Livro do Porto (Praça Apel) que estes novos heróis da língua marginal(izada) portuguesa discutirão sobre as cousas futuras, presentes e passadas dos chamados registos linguísticos marginais, como é o caso do calão, das gírias ou dos regionalismos.

João Carlos Brito (Porto e coordenador da coleção), Luís Miguel Ricardo (Alentejo), Susete Rodrigues (Madeira) e Ana Catarino (Trás-os-Montes) são os dignos representantes de cada uma das regiões que viu nascer, respetivamente, o Dicionário do Caraças, o Dicionário Parrascana, o Dicionário do Vilhão e o Dicionário do Carai.
Estes são os coordenadores de uma coleção intitulada Heróis à Moda de, vários livros publicados pela Lugar da Palavra, que pretendem contribuir para a preservação deste registos linguísticos marginais, sendo, indubitavelmente, a língua uma das maiores riquezas do património imaterial português.

Heróis à Moda do Porto, Heróis à Moda do Alentejo, Heróis à Moda de Lisboa, Heróis à Moda da Madeira e Francesinhas à Moda do Porto (e ainda Heróis à Moda de Trás-os-Montes, que será lançado para a próxima semana) são os livros que compõem a coleção.

Mas, como nem só de língua vive o homem, os heróis prometem oferecer, no final da conversa, não apenas um Porto de Honra, mas também um Alentejo de Honra, um Madeira de Honra e um Trás-os-Montes de Honra.

Faltará, apenas, o representante do Dicionário Alfacinha que não se poderá deslocar até ao Porto, mas marcará presença através de uma alface e de um pepino, cultivados na periferia da capital, que, crê-se, são de toda a confiança... por enquanto.

Esperamos que quando chegarem aos "... de Honra", os "heróis" presentes se lembrem de brindar também aos ausentes!

quarta-feira

"Segredos" de João Pedro Martins

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Título: Segredos

Autor: João Pedro Martins

Páginas: 120

Editora: Fronteira do Caos Editores Lda


Excerto:

Tu pensaste que era possível sair sempre impune. Não sabias que trair aqueles que de ti gostavam seria motivo da mais dura punição que se pode ter, a privação, a privação de contacto posterior. O castigo mais duro contudo é sempre atribuído aos outros, aos que são traídos. É um duplo sofrimento. Porque são eles que ainda por lá ficam sem explicação e sem remédio. Alguns nunca superam esses males e os fragmentos de vida que os atormenta são de facto mais dolorosos que os do causador de tal situação. Os teus não são mesmo nada maus. Tiveste sempre grande sorte. Mas não te estava reservado mais nada do que aquilo que tiveste. As coisas são como são, ainda te lembras? Um dia resolveste conduzir enquanto ias acabando com uma garrafa de uísque, bebias uma por dia depois de te separares da mulher com quem vivias, seguias a caminho de casa de outra que contigo queria estar, mas não sabias, estavas longe de imaginar que eu já estava a caminho para te capturar, para te dar descanso. Foi isso que aconteceu quando largaste a garrafa de uísque no banco do lado para atenderes o telefone que estava caído a teus pés. Eu estava ali mesmo, na curva seguinte, à tua espera. Já te lembras de mim nos teus sonhos?”


A minha opinião:
Uma leitura leve e muito real.

Este livro conta-nos a história de um grupo de amigos que se encontra todos os sábados à noite. As conversas abordadas são as triviais, como o emprego, a vida, o tempo, os sonhos. Mas um dia, alguém decide atirar para cima da mesa uma pergunta, onde se pretende que cada um se dê a conhecer melhor, ou seja, que se "dispa" e mostre o seu EU interior.

Muitas vezes, damos importância ao que não interessa e não ligamos ao que nos devia de interessar. Deviamos de parar, de pensar, de reflectir, olhar à volta e ver o que realmente é importante na nossa vida.
Os pequenos gestos acabam por se revelar os mais significativos.

Uma viagem ao interior do ser humano.

domingo

"Uma Villa em Itália" de Elizabeth Edmondson

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Autora: Elizabeth Edmondson

Título: Villa Em Itália

Editora: Asa
 
Páginas: 400

Sinopse:
Quatro pessoas aparentemente sem nada em comum vêem o seu nome mencionado no testamento de uma mulher que não conhecem. Quem foi Bea trice Malaspina e porque exige que compareçam na sua villa em Itália? Enquanto esperam pelas respostas, a magia do lugar começa a ex ercer os seus efeitos sobre eles: os frescos desbotados, os jardins exuberantes e a magnífica torre medieval não se assemelham a nad a que já tenham visto. Aos poucos, quatro pessoas que sempre fizeram os possíveis por esconder os seus problemas descobrem que a mud ança - e até mesmo a esperança - é possível. Mas a misteriosa Beatrice tem um segredo que os afectará a todos...


Sobre a autora:
Elizabeth Edmondson nasceu no Chile e cresceu em Calcutá e Londres, antes de ir estudar para Oxford. Divide actualmente o seu tempo entre Itália e Inglaterra. Está casada com um historiador de arte e tem dois filhos.


A minha opinião:
Uma leitura muito interessante.
Este é o primeiro livro que leio desta autora e confesso que gostei muito.  A sua escrita é clara e  transparente, como as águas da praia privada de Villa Dante. O enredo vai-se desenrolando devagar, com um certo mistério, o que na minha opinião, é uma forma excelente de prender o leitor.

"Uma Villa em Itália" conta-nos a história de Beatrice Malaspina que deixa a sua herança a quatro pessoas. estas quatro pessoas não se conhecem entre si, nem conheciam Beatrice e são completamente diferentes umas das outras. Lucius, Marjorie, George e Delia vão contar com ajuda de Jessica, a amiga de infância de Delia para desvendar o mistério, ou seja, descobrir o codicilo e só depois disso é que sabem o que cada um tem a receber da parte da herança que a Beatrice Malaspina lhes deixou.
Um final totalmente inesperado.

Um livro para ler à beira-mar num final de tarde de Verão.

segunda-feira

Resultado do passatempo

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Gostaria de agradecer a todos os participantes e também à Alphabetum Editora por nos ter proporcionado este passatempo.

As respostas às perguntas eram as seguintes:

1) Como se chama a ilustradora do livro "O mistério das coisas erradas"
Bibiana Grave.

2) Como se chama o livro anterior da autora?
"À procura de um lugar".
O passatempo contou com 96 participações e todas elas com as respostas correctas. Para seleccionar o vencedor contei com a ajuda do Random.org que escolheu o participante nº 14.

14. Ana Catarina Brandão Pereira
Muitos Parabéns!!

Em breve receberá um exemplar deste pequeno grande livro.

quinta-feira

"Apenas um Olhar" de Harlan Coben

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Autor: Harlan Coben

Título: Apenas um Olhar

Editora: Editorial Presença

Páginas: 368


Sinopse:
Um autor já distinguido por três grandes êxitos internacionais, Não Contes a Ninguém, Na Pista de Um Rapto e Desaparecido para Sempre, já publicados pela Presença, Harlan Coben, ressurge com mais este thriller. Numa pacífica cidade suburbana, Grace, mãe de dois filhos e pintora, manda revelar uma série de fotografias que tirou durante as férias. Inexplicavelmente misturada com as outras, encontra uma fotografia a cores com cerca de vinte anos, já um pouco esbatida pelo tempo, onde figuram cinco pessoas. Uma delas, uma mulher, tem o rosto marcado por dois traços em cruz. Um dos homens é extraordinariamente parecido com o marido de Grace. Embora este negue ser o jovem da fotografia, nessa mesma noite sai de casa e desaparece. Grace terá de fazer um dramático regresso ao seu próprio passado para proteger os filhos e tentar reencontrar o marido. Mas conseguirá ela lidar com o que a espera?



Sobre o autor:
Harlan Coben nasceu em Newark, New Jersey, Estados Unidos da América. Após ter terminado o curso em Ciência Política, trabalhou na indústria de viagens. Até ao momento escreveu sete aclamados romances, tendo a Presença publicado dois deles "Não Contes A Ninguém" e "Na Pista de Um Rapto". Vive em New Jersey com a mulher e quatro filhos.


 
A minha opinião:
Um enredo de cortar a respiração.
"Apenas um Olhar" é uma história arrepiante, onde o medo e o pânico andam de mãos dadas. É impossível deixar de ler o livro, pois a cada virar de página temos uma surpresa. O autor leva-nos a desconfiar de tudo e todos, para depois terminar em beleza, um final totalmente surpeendente.

Este livro conta com os ingredientes necessários para um excelente thriller psicológico. O medo, a intriga, a dor e o sofrimento estão presentes nas 368 páginas.
Uma escrita muito clara e muito directa. A estrutura do livro por capítulos funciona muito bem porque é um excelente meio de deixar o leitor em suspenso em relação à situação da história.

O autor tem o dom de captar de imediato a nossa atenção e fá-lo logo no início do livro, na primeira frase, «Scott Duncan sentou-se defronte do assassino.» Depois gradualmente, somos "sugados" a entrar na história e a vivê-la como se estivessemos numa montanha russa.

Este livro é altamente aconselhável aos fãs do gérnero policial.

Fátima Marinho, sábado, 28 de Maio entre as 15h00 e as 16h00, em Carnide.

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O Workshop sobre escrita criativa e comunicação, realizar-se na sala estúdio do Centro Cultural de Carnide na Rua do Rio Cávado. Lisboa.

Alguns dos tópicos a abordar, a debater:
- Porque se escreve poesia?
- A força de um poema
- O que é um «bom» poema»?
- Existe poesia «feminina»?
- O artista será capaz de inverter a sua sexualidade?
- Consegue-se viver exclusivamente da escrita?
- As redes sociais originaram o aparecimento de novos escritores?

Foram convidados vários escritores, artistas e comunicadores a participar neste Workshop:
Paulo Edson Cunha
Dolores Marques
Teresa Silva
Nuno Pascoal
Rogério Rosa
Ana Clare
Teresa Nunes
Teatro Cubo
Fátima Marinho
Irene Borges
São Gonçalves
Bom Norte

Exposição de trabalhos de:
Teresa Silva
Uky Marques
Raul Pires Coelho
Bom Norte

Saiba mais AQUI

segunda-feira

Passatempo "O mistério das coisas erradas" de Fátima Marinho

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Em colaboração com a Alphabetum Editora, o blog Livros o meu vício tem o prazer de sortear um exemplar autografado do livro "O mistério das coisas erradas" de Fátima Marinho.
Para participar, tem de responder acertadamente a todas as perguntas.

Regras do passatempo:
. O passatempo começa hoje dia 23 de Maio de 2011 e termina às 23.59h do dia 29 de Maio de 2011;
. O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
. O vencedor será contactado via e-mail;
. Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

As respostas às questões encontram-se aqui.

Como se chama a ilustradora do livro "O mistério das coisas erradas"?

Como se chama o livro anterior da autora?

Envie as suas respostas para livrosomeuvicio@gmail.com . Podem encontrar todas as respostas aqui.
O passatempo começa hoje, dia 23 e termina dia 29 de Maio, às 23h59m. .

Boa sorte para todos os participantes!

domingo

A minha opinião sobre o livro "O mistério das coisas erradas" de Fátima Marinho

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A minha opinião:
São livros como este, que fazem toda a diferença. Poderia dizer que é um livro pequeno, com apenas 138 páginas, mas é muito mais que isso. "O mistério das coisas erradas" é um livro poderoso. Um livro que nos mostra uma outra realidade vivida por tantas crianças por este mundo fora. Crianças portadoras de alguma deficiência ou de um ambiente familiar inadequado.

O amor tem destas coisas, tem o poder de fazer milagres e foi o que aconteceu a estas crianças, sentiram de alguma forma crianças normais.

Para Fátima Marinho estas crianças são a sua prioridade e por isso mesmo, ela dá a voz por elas.

Ninguém fica indiferente perante este livro. É preciso termos consciência que é necessário fazer mais e melhor pelas nossas crianças. Hoje são crianças, mas amanhã serão adultos.

Para mim, a mensagem deste livro encontra-se escrita na Introdução da autora, na página 27:

"São, se o leitor tiver a gentileza de comigo os considerar, contos de desassossego, para que não possamos andar completamente satisfeitos, enquanto, ao lado, a cem quilómetros ou noutro continente, há crianças que sofrem e lutam para sobreviver".

Obrigada Fátima.

 

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