terça-feira

"Não contes a ninguém" de Harlan Coben

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Título: Não Contes a Ninguém

Autor: Harlan Coben

Páginas: 298

Editora: Presença



Sinopse:
«Até há três dias, eu era um médico dedicado sonambolando pela vida. Depois, aconteceu-me ver um fantasma, receber e-mail do além, tornar-me suspeito não de um mas de dois homicídios, passei passei a andar a monte, agredi um polícia e recorri à ajuda de um conhecido traficante de droga.»

Bestseller internacional é um livro de leitura obrigatória para os grandes apreciadores do thriller. "Não Contes a Ninguém", marca a estreia de Harlan Coben, na Colecção «O Fio da Navalha». Reconhecido autor do género policial, Coben dá vida à história de David Beck, cuja mulher foi brutalmente assassinada num lago em Nova Iorque. Oito anos depois, perto desse mesmo lago, são descobertos dois corpos. E David começa a receber e-mails que pelo conteúdo só poderiam pertencer à sua mulher. Mas que deixam expressamente escrito - Não Contes a Ninguém! Intrigado, resolve investigar, envolvendo o leitor numa trama de suspense e inquietação da primeira à última página. Imperdível!


A minha opinião:
Este autor vicia-nos! 
O autor acaba sempre por nos surpreender pela originalidade. Eu já li, contando com este, três livros e cada história é uma história e única. O autor nunca se repete, embora use sempre os mesmos ingredientes.

Um enredo com muitas personagens e algumas delas, à partida nada têm a ver, parece-nos a nós, leitores, mas depois, tal como num puzzle, tudo se vai encaixando.

Excelente livro para quem gosta de viver emoções à flor da pele.

sexta-feira

"A Flor-de- Lis" de Alda Gonzaga

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Título: A Flor-de-Lis

Autora: Alda Gonzaga

Páginas: 306

Editora: Papiro


Sinopse:
Neste romance a autora narra a história duma mulher, realizada profissionalmente, que encontra o grande amor da sua vida e que, depois de conseguir superar os obstáculos que lhe aparecem, consegue ficar com ele. É, portanto, uma história feliz duma mulher feliz cuja vida nem sempre é um mar de rosas, pois há problemas a resolver, obstáculos a ultrapassar, desgostos a superar, apenas amenizados porque tem a seu lado um grande amor.


Sobre a autora:
Maria Alda Flórido Gonzaga nasceu no Porto, onde estudou e se licenciou em Engenharia Electrotécnica. Começou a escrever aos dezasseis anos tendo escrito um conto para crianças e vários outros até aos dezanove anos. Depois os estudos e a seguir uma vida profissional exigente na área da Electricidade, determinaram que escrevesse poucos textos literários. Após o 25 de Abril envolveu-se na luta por um mundo melhor e mais justo e pelos direitos das mulheres. Escreveu então muitos documentos de carácter social e político e fez parte de comissões de redacção em debates e conferências. Na década de 90 foi eleita, em dois mandatos, para os órgãos autárquicos da freguesia onde reside. Editou já os livros "Contos e Olhares", "Cantos e Contos" e "O Cuco", sendo o primeiro um livro de contos, o segundo de poemas e contos e o terceiro um romance, primeiro duma trilogia que se intitula “Mundos Paralelos”. Apresenta agora o segundo volume dessa trilogia, a que deu o nome de "A Flor-de-Lis".


A minha opinião:
Gostei, embora achasse que em determinadas passagens a autora se perdesse um pouco nas descrições.
A autora soube retratar as diferentes épocas passadas no livro, a década de sessenta, sob o regime político de Salazar, passando pelo 25 de Abril de 74, com a Revolução dos Cravos até à Expo 98.

Joana, a personagem feminina principal tinha uma personalidade muito forte. Numa altura em que o país era governado pelos homens e onde as mulheres não tinham voz activa para coisa nehuma, Joana soube impôr-se e singrar na vida.

O livro começa com o início do casamento de Joana com Henrique. Os anos foram passando e devido á vida profissional de Henrique, a ruptura acontece. Joana conhece Afonso, também ele casado, mas tal como ela, num casamento à beira do colapso.
Depois de muitas tempestades, chega a bonanza e Joana e Afonso podem finalmente viver o seu amor.

Em relação ao amor das personagens principais, Joana e Afonso, acho que a autora em determinadas situações repetiu-se e a meu ver, chegou a ser lamechas.

Nos tempos mais próximos, penso ler os outros dois livros da triologia, o primeiro, "O Cuco" e o terceiro e último, "Caminhos".

Ganhei este livro no passatempo do blogue Refúgio dos Livros.

segunda-feira

"O Homem que Comeu o 747" de Ben Sherwood

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Título: O Homem que Comeu o 747

Autor: Ben Sherwood

Páginas: 216

Editora: Publicações Europa-América

Sinopse:
Qual seria a maior prova de amor que faria pela sua cara metade?
A pedra angular deste romance assenta, precisamente, numa prova de amor invulgar e na paixão de dois homens pela mesma mulher.
Numa pequena cidade do interior da América, por amor a uma mulher, um agricultor decide comer, peça por peça, um Boeing 747.
No encalço do apaixonado, encontramos J. J. Smith, juiz do Livro dos Recordes, um homem vulgar à procura de feitos extraordinários. Durante as suas viagens pelo mundo, J. J. cronometrou o beijo contínuo mais longo do mundo, a casca de laranja inteira mais comprida, o maior voo de uma rolha de garrafa de champanhe. Mas nunca testemunhara um grande amor…
Porém, a chegada à pequena cidade vai mudar a sua vida. Willa Wyatt, a paixão do agricultor, é uma mulher muito especial e quando se encontram, o mundo de J. J. cuidadosamente ordenado, sofre uma reviravolta.
Poderão as coisas mais maravilhosas da vida ser medidas?

Uma obra apaixonante onde a força do coração derruba todas as barreiras


Sobre o autor:
Foi jornalista na NBC e da ABC Mews, tendo recebido vários prémios. Publicou artigos no New York Times e no Washington Post. Estudou em Harvard e Oxford, vive com a mulher em Nova Iorque.

A minha opinião:
Há livros que aquelas primeiras páginas são aborrecidas e foi o que aconteceu com este livro. Não me estava a entusiasmar, o melhor que tinha a fazer era pô-lo de lado e ainda bem que o fiz. Quando voltei a pegar nele, na página 41, a leitura tornou-se bastante mais interessante.

Uma história muito bonita sobre o amor e aquilo que se faz por amor.
Wally Chubb tinha apenas 10 anos quando se apaixonou por Willa Wyatt. Nunca conseguiu declarar-se até que ao dia que um Boeing 747 caiu na sua quinta. Pensou que a melhor maneira de chamar a atenção da mulher amada fosse comer o 747.

Como conclusão, transcrevo um excerto, que a meu ver, retrata muito bem, toda a leitura do livro:
«...Nesse Verão, foram batidos muitos recordes em Superior, recordes que são realmente importantes mas que nunca aparecem nos livros, nos jornais ou na televisão. Um homem ajudou o seu melhor amigo a construir uma geringonça mágica para que ele pudesse comer um avião. Uma mulher nunca saiu de ao pé do seu amigo em coma. Um rapaz queria que a sua irmã encontrasse a felicidade, por isso levou o mundo até à porta dela.
No início, eu não reconhecia a grandeza desses momentos mas, afinal, nesta era em que o que é maior é sempre melhor, as pessoas raramente o fazem. Este, creio eu, é o principal desafio. Reconhecer a verdadeira grandeza qauando a vemos. Apreciá-la quando a temos. Acarinhá-la enquanto ela dura.
E é isso exactamente o que Wally e Rose têm feito desde aquele dia no hospital em que ele despertou do seu sono. Eles raramente se separam um do outro e vivem felizes na quinta, Wally está a trabalhar arduamente numa nova ideia: jacuzzis bovinos. Vacas calmas, felizes, são vacas são saudáveis. Assim, ele e o Nate Schoof estão a construir um protótipo no celeiro.
Agora quanto à frase bombástica no início deste livro - esta é a história do maior amor de todos os tempos - o leitor poderá contrapôr Romeu e Julieta, António e Cleópatra, ou talvez a sua própria história pessoal. E é isso precisamente que eu gostaria de salientar. Cada um de nós, até mesmo meros mortais chamados John Smith, pode reclamar o recorde para o maior amor de sempre se conseguir pôr de parte a indecisão e o reconhecer quando o encontrar, puro e verdadeiro.»

sábado

"Almas Gémeas" de Alan e Irene Brogan

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Título: Almas Gémeas

Autores: Alan e Irene Brogan

Páginas: 256

Editora: Edições Asa


Sinopse:
Uma arrebatadora história de amor.
A prova de que a realidade pode ultrapassar a ficção.
Alan e Irene conheceram-se num orfanato, nos anos 50. Ele tinha sete anos, ela tinha nove. Eram ambos sensíveis e solitários. Naquele meio hostil, tornaram-se inseparáveis. Mas a proximidade entre meninos e meninas não era bem vista e, embora se desdobrassem em cuidados e peripécias, o inevitável aconteceu: a inocente amizade foi descoberta. Alan foi levado para outro orfanato sem ter, sequer, direito a um adeus. A Irene disseram que ele fora adoptado e, embora destroçada, a menina encontrou consolo na ideia de o amigo ter então um lar carinhoso e feliz. Mas a realidade era bem diferente. Abandonado e só, Alan queria apenas dizer a Irene que nunca a esqueceria. Por ela, fugiu vezes sem conta. Foi sempre apanhado e, de cada vez, os castigos foram mais brutais.
Os anos passaram mas o laço entre eles nunca foi quebrado. Nas suas vidas – frequentemente difíceis, sempre solitárias – sabiam faltar algo. Sem saberem, frequentaram durante anos as mesmas lojas, o mesmo bairro…
Até que, um dia, quarenta anos depois, Irene e Alan cruzaram-se casualmente na rua. Ambos souberam de imediato que nada nem ninguém voltaria a separá-los. Relato doloroso de abandono, crueldade e sobrevivência, Almas Gémeas é, acima de tudo, uma história espantosa que confirma uma verdade fundamental: o amor consegue vencer todos os obstáculos.


Sobre os autores:
Alan e Irene Brogan casaram em 2007. Alan trabalha em gestão e Irene é uma feliz e orgulhosa mãe, avó e dona de casa. Residem actualmente em Sunderland, em Inglaterra.


A minha opinião:
Um livro muito comovente.
Ninguém fica indiferente a esta história. Quem lê este livro vive um misto de sentimentos, que vai desde a dor, a revolta, a raiva, para depois chegar à alegria, à felicidade, ao amor.

Duas crianças perfeitamente normais, com vidas normais, de repente vêem as suas vidas viradas do avesso. Alan e Irene perdem a mãe e são obrigadas a irem viver para uma instituição, porque ambas as famílias não têm condições para as criar.
No dia que se cruzam pela primeira vez, ambos decidem que vão ser amigos para toda a vida. Durante meses e escondidos das "tias", vivem uma amizade muito pura e inocente. Mas a sorte não faz parte da vida destas duas crianças indefesas, sem qualquer tipo de afecto, apenas o que nutrem um pelo outro. Uma das "tia" não gosta do que vê, de duas crianças a brincam deitadas na areia da praia. Sem aviso prévio, Alan é "despachado" para outra instituição.
Estas crianças além de sofrerem o desgosto de terem perdido a mãe, a família, sofrem porque são tratadas de forma cruel, onde não há lugar para choros, sem lamentações, ali só têm de obedecer.
A sobrevivência destas duas crianças é o amor que sentem uma pela outra. Esse amor nunca as faz desistir, mas sim, de lutar para  um dia se encontrem e serem felizes.
Esse dia chegou, quarenta anos depois Alan e Irene reencontram-se.

Hoje em dia, diz-se que as crianças ficam traumatizadas porque são contrariadas e estas????? Como ficaram estas crianças que foram criadas em instituições nem o minímo de afecto, de amor, de calor humano????

Alan e Irene conseguiram, dentro do possível, superar os horrores vividos nas instituições por onde passaram porque o amor vence todos os obstáculos.

"Algumas pessoas estão destinadas a ficar juntas".

quinta-feira

Heróis da Língua Portuguesa na Feira do Livro do Porto...

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Os "heróis" reunir-se-ão em magno concílio, no próximo Domingo, dia 12 de Junho, a partir das 19.30h.

Será na Feira do Livro do Porto (Praça Apel) que estes novos heróis da língua marginal(izada) portuguesa discutirão sobre as cousas futuras, presentes e passadas dos chamados registos linguísticos marginais, como é o caso do calão, das gírias ou dos regionalismos.

João Carlos Brito (Porto e coordenador da coleção), Luís Miguel Ricardo (Alentejo), Susete Rodrigues (Madeira) e Ana Catarino (Trás-os-Montes) são os dignos representantes de cada uma das regiões que viu nascer, respetivamente, o Dicionário do Caraças, o Dicionário Parrascana, o Dicionário do Vilhão e o Dicionário do Carai.
Estes são os coordenadores de uma coleção intitulada Heróis à Moda de, vários livros publicados pela Lugar da Palavra, que pretendem contribuir para a preservação deste registos linguísticos marginais, sendo, indubitavelmente, a língua uma das maiores riquezas do património imaterial português.

Heróis à Moda do Porto, Heróis à Moda do Alentejo, Heróis à Moda de Lisboa, Heróis à Moda da Madeira e Francesinhas à Moda do Porto (e ainda Heróis à Moda de Trás-os-Montes, que será lançado para a próxima semana) são os livros que compõem a coleção.

Mas, como nem só de língua vive o homem, os heróis prometem oferecer, no final da conversa, não apenas um Porto de Honra, mas também um Alentejo de Honra, um Madeira de Honra e um Trás-os-Montes de Honra.

Faltará, apenas, o representante do Dicionário Alfacinha que não se poderá deslocar até ao Porto, mas marcará presença através de uma alface e de um pepino, cultivados na periferia da capital, que, crê-se, são de toda a confiança... por enquanto.

Esperamos que quando chegarem aos "... de Honra", os "heróis" presentes se lembrem de brindar também aos ausentes!

quarta-feira

"Segredos" de João Pedro Martins

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Título: Segredos

Autor: João Pedro Martins

Páginas: 120

Editora: Fronteira do Caos Editores Lda


Excerto:

Tu pensaste que era possível sair sempre impune. Não sabias que trair aqueles que de ti gostavam seria motivo da mais dura punição que se pode ter, a privação, a privação de contacto posterior. O castigo mais duro contudo é sempre atribuído aos outros, aos que são traídos. É um duplo sofrimento. Porque são eles que ainda por lá ficam sem explicação e sem remédio. Alguns nunca superam esses males e os fragmentos de vida que os atormenta são de facto mais dolorosos que os do causador de tal situação. Os teus não são mesmo nada maus. Tiveste sempre grande sorte. Mas não te estava reservado mais nada do que aquilo que tiveste. As coisas são como são, ainda te lembras? Um dia resolveste conduzir enquanto ias acabando com uma garrafa de uísque, bebias uma por dia depois de te separares da mulher com quem vivias, seguias a caminho de casa de outra que contigo queria estar, mas não sabias, estavas longe de imaginar que eu já estava a caminho para te capturar, para te dar descanso. Foi isso que aconteceu quando largaste a garrafa de uísque no banco do lado para atenderes o telefone que estava caído a teus pés. Eu estava ali mesmo, na curva seguinte, à tua espera. Já te lembras de mim nos teus sonhos?”


A minha opinião:
Uma leitura leve e muito real.

Este livro conta-nos a história de um grupo de amigos que se encontra todos os sábados à noite. As conversas abordadas são as triviais, como o emprego, a vida, o tempo, os sonhos. Mas um dia, alguém decide atirar para cima da mesa uma pergunta, onde se pretende que cada um se dê a conhecer melhor, ou seja, que se "dispa" e mostre o seu EU interior.

Muitas vezes, damos importância ao que não interessa e não ligamos ao que nos devia de interessar. Deviamos de parar, de pensar, de reflectir, olhar à volta e ver o que realmente é importante na nossa vida.
Os pequenos gestos acabam por se revelar os mais significativos.

Uma viagem ao interior do ser humano.

domingo

"Uma Villa em Itália" de Elizabeth Edmondson

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Autora: Elizabeth Edmondson

Título: Villa Em Itália

Editora: Asa
 
Páginas: 400

Sinopse:
Quatro pessoas aparentemente sem nada em comum vêem o seu nome mencionado no testamento de uma mulher que não conhecem. Quem foi Bea trice Malaspina e porque exige que compareçam na sua villa em Itália? Enquanto esperam pelas respostas, a magia do lugar começa a ex ercer os seus efeitos sobre eles: os frescos desbotados, os jardins exuberantes e a magnífica torre medieval não se assemelham a nad a que já tenham visto. Aos poucos, quatro pessoas que sempre fizeram os possíveis por esconder os seus problemas descobrem que a mud ança - e até mesmo a esperança - é possível. Mas a misteriosa Beatrice tem um segredo que os afectará a todos...


Sobre a autora:
Elizabeth Edmondson nasceu no Chile e cresceu em Calcutá e Londres, antes de ir estudar para Oxford. Divide actualmente o seu tempo entre Itália e Inglaterra. Está casada com um historiador de arte e tem dois filhos.


A minha opinião:
Uma leitura muito interessante.
Este é o primeiro livro que leio desta autora e confesso que gostei muito.  A sua escrita é clara e  transparente, como as águas da praia privada de Villa Dante. O enredo vai-se desenrolando devagar, com um certo mistério, o que na minha opinião, é uma forma excelente de prender o leitor.

"Uma Villa em Itália" conta-nos a história de Beatrice Malaspina que deixa a sua herança a quatro pessoas. estas quatro pessoas não se conhecem entre si, nem conheciam Beatrice e são completamente diferentes umas das outras. Lucius, Marjorie, George e Delia vão contar com ajuda de Jessica, a amiga de infância de Delia para desvendar o mistério, ou seja, descobrir o codicilo e só depois disso é que sabem o que cada um tem a receber da parte da herança que a Beatrice Malaspina lhes deixou.
Um final totalmente inesperado.

Um livro para ler à beira-mar num final de tarde de Verão.

segunda-feira

Resultado do passatempo

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Gostaria de agradecer a todos os participantes e também à Alphabetum Editora por nos ter proporcionado este passatempo.

As respostas às perguntas eram as seguintes:

1) Como se chama a ilustradora do livro "O mistério das coisas erradas"
Bibiana Grave.

2) Como se chama o livro anterior da autora?
"À procura de um lugar".
O passatempo contou com 96 participações e todas elas com as respostas correctas. Para seleccionar o vencedor contei com a ajuda do Random.org que escolheu o participante nº 14.

14. Ana Catarina Brandão Pereira
Muitos Parabéns!!

Em breve receberá um exemplar deste pequeno grande livro.

quinta-feira

"Apenas um Olhar" de Harlan Coben

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Autor: Harlan Coben

Título: Apenas um Olhar

Editora: Editorial Presença

Páginas: 368


Sinopse:
Um autor já distinguido por três grandes êxitos internacionais, Não Contes a Ninguém, Na Pista de Um Rapto e Desaparecido para Sempre, já publicados pela Presença, Harlan Coben, ressurge com mais este thriller. Numa pacífica cidade suburbana, Grace, mãe de dois filhos e pintora, manda revelar uma série de fotografias que tirou durante as férias. Inexplicavelmente misturada com as outras, encontra uma fotografia a cores com cerca de vinte anos, já um pouco esbatida pelo tempo, onde figuram cinco pessoas. Uma delas, uma mulher, tem o rosto marcado por dois traços em cruz. Um dos homens é extraordinariamente parecido com o marido de Grace. Embora este negue ser o jovem da fotografia, nessa mesma noite sai de casa e desaparece. Grace terá de fazer um dramático regresso ao seu próprio passado para proteger os filhos e tentar reencontrar o marido. Mas conseguirá ela lidar com o que a espera?



Sobre o autor:
Harlan Coben nasceu em Newark, New Jersey, Estados Unidos da América. Após ter terminado o curso em Ciência Política, trabalhou na indústria de viagens. Até ao momento escreveu sete aclamados romances, tendo a Presença publicado dois deles "Não Contes A Ninguém" e "Na Pista de Um Rapto". Vive em New Jersey com a mulher e quatro filhos.


 
A minha opinião:
Um enredo de cortar a respiração.
"Apenas um Olhar" é uma história arrepiante, onde o medo e o pânico andam de mãos dadas. É impossível deixar de ler o livro, pois a cada virar de página temos uma surpresa. O autor leva-nos a desconfiar de tudo e todos, para depois terminar em beleza, um final totalmente surpeendente.

Este livro conta com os ingredientes necessários para um excelente thriller psicológico. O medo, a intriga, a dor e o sofrimento estão presentes nas 368 páginas.
Uma escrita muito clara e muito directa. A estrutura do livro por capítulos funciona muito bem porque é um excelente meio de deixar o leitor em suspenso em relação à situação da história.

O autor tem o dom de captar de imediato a nossa atenção e fá-lo logo no início do livro, na primeira frase, «Scott Duncan sentou-se defronte do assassino.» Depois gradualmente, somos "sugados" a entrar na história e a vivê-la como se estivessemos numa montanha russa.

Este livro é altamente aconselhável aos fãs do gérnero policial.

Fátima Marinho, sábado, 28 de Maio entre as 15h00 e as 16h00, em Carnide.

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O Workshop sobre escrita criativa e comunicação, realizar-se na sala estúdio do Centro Cultural de Carnide na Rua do Rio Cávado. Lisboa.

Alguns dos tópicos a abordar, a debater:
- Porque se escreve poesia?
- A força de um poema
- O que é um «bom» poema»?
- Existe poesia «feminina»?
- O artista será capaz de inverter a sua sexualidade?
- Consegue-se viver exclusivamente da escrita?
- As redes sociais originaram o aparecimento de novos escritores?

Foram convidados vários escritores, artistas e comunicadores a participar neste Workshop:
Paulo Edson Cunha
Dolores Marques
Teresa Silva
Nuno Pascoal
Rogério Rosa
Ana Clare
Teresa Nunes
Teatro Cubo
Fátima Marinho
Irene Borges
São Gonçalves
Bom Norte

Exposição de trabalhos de:
Teresa Silva
Uky Marques
Raul Pires Coelho
Bom Norte

Saiba mais AQUI

segunda-feira

Passatempo "O mistério das coisas erradas" de Fátima Marinho

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Em colaboração com a Alphabetum Editora, o blog Livros o meu vício tem o prazer de sortear um exemplar autografado do livro "O mistério das coisas erradas" de Fátima Marinho.
Para participar, tem de responder acertadamente a todas as perguntas.

Regras do passatempo:
. O passatempo começa hoje dia 23 de Maio de 2011 e termina às 23.59h do dia 29 de Maio de 2011;
. O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
. O vencedor será contactado via e-mail;
. Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

As respostas às questões encontram-se aqui.

Como se chama a ilustradora do livro "O mistério das coisas erradas"?

Como se chama o livro anterior da autora?

Envie as suas respostas para livrosomeuvicio@gmail.com . Podem encontrar todas as respostas aqui.
O passatempo começa hoje, dia 23 e termina dia 29 de Maio, às 23h59m. .

Boa sorte para todos os participantes!

domingo

A minha opinião sobre o livro "O mistério das coisas erradas" de Fátima Marinho

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A minha opinião:
São livros como este, que fazem toda a diferença. Poderia dizer que é um livro pequeno, com apenas 138 páginas, mas é muito mais que isso. "O mistério das coisas erradas" é um livro poderoso. Um livro que nos mostra uma outra realidade vivida por tantas crianças por este mundo fora. Crianças portadoras de alguma deficiência ou de um ambiente familiar inadequado.

O amor tem destas coisas, tem o poder de fazer milagres e foi o que aconteceu a estas crianças, sentiram de alguma forma crianças normais.

Para Fátima Marinho estas crianças são a sua prioridade e por isso mesmo, ela dá a voz por elas.

Ninguém fica indiferente perante este livro. É preciso termos consciência que é necessário fazer mais e melhor pelas nossas crianças. Hoje são crianças, mas amanhã serão adultos.

Para mim, a mensagem deste livro encontra-se escrita na Introdução da autora, na página 27:

"São, se o leitor tiver a gentileza de comigo os considerar, contos de desassossego, para que não possamos andar completamente satisfeitos, enquanto, ao lado, a cem quilómetros ou noutro continente, há crianças que sofrem e lutam para sobreviver".

Obrigada Fátima.

sexta-feira

"Operação Dominó" de Luís Miguel Ricardo

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  Título: Operação Dominó

Autor: Luís Miguel Ricardo

Páginas: 325

Editora: Lugar da Palavra



Sinopse:
A pacatez de uma aldeia do interior alentejano é subitamente abalada por um crime de contornos vingativos. Com uma vítima mortal e um suspeito em fuga, a equipa da O.S.I.C. (Organização Secreta de Investigação Criminal) entra em campo. O que, à partida, parecia um delito de fácil resolução revela-se, com o avançar das pesquisas, numa complexa e perigosa teia de coincidências e equívocos premeditados. O desenrolar da trama alterna entre dois cenários principais: um Alentejo profundamente rural e a região de New England, nos Estados Unidos da América.

Crime, drama, intriga, comédia, drogas, prostituição, Educação e Formação de Adultos, investigação criminal, cultura e tradições de um Alentejo profundamente rural, tradições e cultura de uma América do norte a descobrir, são alguns dos ingredientes chave deste “romance policial com rosto humano”.

“Em Operação Dominó, mais do que o deslindar de um crime, Luís Miguel Ricardo deslinda pessoas. Débeis seres humanos feitos e refeitos na rudeza dos dias, aonde a mais banal das ocorrências se traduz nas únicas conversas possíveis. Aonde a dor e a alegria de uns se materializa eternamente na voz de outros. Enquanto leitores estamos situados num interior do país que o autor, propositadamente, desprovido de quaisquer artifícios de linguagem, põe a cru … o do interior das pessoas que vivem fragilizadas de existirem apenas na geografia que os viu nascer, crescer e morrer.”
Jorge Serafim – Contador de histórias


Sobre o autor:
Luís Miguel Ricardo nasceu a 25 de Junho de 1973, em Ferreira do Alentejo.
Licenciado em Filosofia da Cultura e Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; Pós-Graduado em Ciências Criminais pela Universidade Moderna; Pós-Graduado em Educação e Formação de Adultos pela Universidade do Algarve.
Entre 1997 e 2000, foi Diretor das publicações “Fazedores de Letras” e “Éthos, Revista de Letras”. Atualmente, é colaborador assíduo no Jornal de Ferreira.

Da sua carreira no campo das letras criativas destacam-se dois segundos lugares em concursos literários nacionais e a publicação dois livros na modalidade de romance e a coordenação de um projecto literário: Prémio Literário Lindley Cintra, promovido pela Faculdade de Letras de Lisboa, em 1996, com o conto Enigma Final; Prémio Nacional Literário Fialho de Almeida, em 2005, promovido pela Câmara Municipal de Cuba, com o título Fado Sambado; o livro Ritos do Desespero, publicado em 2006 pela editora Campodosmedia; o livro Operação Dominó, publicado em 2009 pela editora Lugar da Palavra; o livro Heróis à Moda do Alentejo, publicado em 2010 pela editora Lugar da Palavra.

Pode ainda visitar o blogue do livro, aqui: http://www.operacaodomino.blogspot.com/


A minha opinião:
Se quer divertir-se e ao mesmo tempo tentar descobrir o que aconteceu na Barragem da Desgraça, então delicie-se a ler "Operação Dominó" !!!

Ler este livro passa por ser uma aventura, no minímo surreal, pois aqui vai encontrar de tudo. Desde os falares alentejanos, nús e crús (mode quem?), o lado educativo (Cursos EFA), o lado policial (O.S.I.C. - Organização Secreta de Investigação Criminal), entre outros.
Este livro contém cenas totalmente hilariantes, onde, por muito que se tente, não se consegue parar de rir, como é o caso da cena do casal de alentejanos no Aeroporto de Lisboa. Não dá para descrever, mas sim para ler e imaginar a cena ao vivo. E depois imagine o leitor, que por acaso está a ler a cena num lugar público a figura que faz. Eu passo a explicar, eu quando li a dita cena, estava na pastelaria e a minha sorte é que estava vazia, sem clientes, só com o dono atrás do balcão e acho que ele não deu por nada. Soltei uma gargalhada, em volume ligeiramente alto, olhei para cima e vi que estava só e continuei a minha leitura, mas a rir que nem uma perdida.

O lado policial contém aquele suspense próprio, sendo revelado só mesmo o essencial. No final, os criminosos são aquelas personagens nunca antes apontadas para tal feito.

Achei curioso, o autor falar nos Cursos EFA e de toda a temática que faz parte dos mesmos. Hoje em dia que se fala tanto em que a Educação esteja alcance de todos, sejam jovens ou menos jovens.

Divulgação - "O mistério das coisas erradas" de Fátima Marinho

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Título: "O mistério das coisas erradas"

Autora: Fátima Marinho

Prefácio: Margarida Pinto Correia

Revisão: Fernando Dias Antunes

Ilustração: Bibiana Grave

Direitos autorais cedidos à Fundação do Gil.


Sinopse:
A crónica serve de âncora a relatos sobre a infância. Relatos fiéis cuja crueldade e, às vezes, a ternura ferem até as palavras. São memórias da infância captadas pela surpresa de quem guarda muitas crianças por dentro e à flor da pele. O quotidiano escolar serve de chão ao desafio de espreitar o mundo infinitamente sábio da meninice.


Excerto:
Conto - Às vezes, a fraqueza cresce e fica forte
"Foi encontrado pela polícia, que o pai chamou depois de esperar infindáveis horas com o olhar perdido na porta que servia a casa. Estava roxo e coberto de excrementos. Tolhido no medo que só noites de fome e abandono sabem escrever na pele...

... Foi de exaltação e júbilo o salto que deu, ao perceber que os seus traços eram semelhantes aos dos colegas, e que era capaz de reconhecer os sons com que se construíam as palavras. Aprendeu numa semana o que os colegas aprenderam num mês e destruiu assim a suspeita da sua incapacidade.

O Rui resistiu ao abandono da mãe, à fome, ao frio e à dor.

Resistiu também ao rótulo de deficiente que a bonomia e a pacatez, servindo hipoteticamente as melhores causas, alimentam. Conheci, por acaso, o milagre de resiliência operado pelo Rui e descobri que, às vezes, a fraqueza cresce e fica forte."


Outras Opiniões:
"Fátima Marinho junta-se à Fundação do Gil com "O mistério das coisas erradas", um mistério que também nos trespassa, um pressuposto igualmente comum na melhoria da vida de todas as crianças.

Sensibilidade e profundidade. A inspiração, bem como realidades menos felizes, são alguns dos ingredientes constantes na obra de Fátima Marinho. Aprendemos a olhar para o lado menos risonho, dando-nos conta da necessidade de reinventar apoios e atenção permanentes às crianças, para podermos um dia fazê-las olhar para o lado mais colorido da vida." - Fundação do Gil

"Fátima Marinho faz prova, uma vez mais, da sua intranquilidade e manifesta incapacidade de resignação face "às coisas erradas".

Esta obra marca mais uma etapa no percurso pessoal e profissional da autora, o qual se tem pautado pela defesa de valores, princípios e direitos.

Navegando num terreno de poesia, pretende agitar consciências para que o direito à infância seja uma realidade." - Filomena Pereira, Directora de Serviços da Educação Especial da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular do Ministério da Educação

"O mistério das coisas erradas revela uma preocupação solidária com os direitos das crianças doentes ou sem meio familiar adequado que merece toda a nossa atenção. Escrito com rara sensibilidade por Fátima Marinho, alerta para a necessidade de medidas permanentemente de apoio à criança, nem sempre equacionadas entre nós como prioritárias". - Daniel Sampaio, Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Lisboa

"Fátima Marinho em "O Mundo das Coisas Erradas" atira-nos para o regaço, literalmente, um mundo que não estamos habituados a afagar.

A dureza e o belo das experiências e das vidas que nos desvenda, sem falsas comiserações, sobressalta-nos, desperta-nos para uma realidade a que tantas vezes nos furtamos. O conforto do mundo das coisas certas entorpece-nos; o mergulho, que se aconselha, neste "Mundo das Coisas Erradas" tudo transforma e reveste de novos coloridos de humanidade.

Fátima Marinho revela-se, mais uma vez e sem surpresa para quem a conhece, com a grandeza de alma e avidez absoluta, quase obsessiva, por causas de paz e felicidade, para todos.

Assim aconteceu enquanto foi, simultaneamente, Professora dos seus meninos-mundo e Coordenadora da área bullying do Espaço "Convivência nas Escolas" na Associação Nacional de Professores. Um Espaço e uma voz tantas vezes incómodos, mas... a felicidade, a esperança e o acreditar num mundo melhor tudo suplantam." - João Henrique Grancho, Presidente da Associação Nacional de Professores

"O Mistério das Coisas Erradas" revela-se um livro verdadeiramente tocante. Faz ouvir tantas palavras caladas de meninos portadores de Trissomia 21, que muitas vezes não temos a nobreza e a capacidade de entender. Não é preciso um coração grande para o ler; basta entender as palavras delicadas que o narram e depositar no dia de amanhã a ajuda que outros precisam ao longo de uma vida. " - Bibiana Grave, Ilustradora do livro "O Mistério das Coisas Erradas"

quinta-feira

Programa: Encontro de Escritores Lusófonos - Odivelas 2011

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ENCONTRO DE ESCRITORES LUSÓFONOS



- Programa -


20 DE MAIO DE 2011
Local: Centro Cultural da Malaposta_ 


 Registo/documentação - (09.30/10.00)


ABERTURA OFICIAL (10.15/10.30)

Dra. Susana Amador - Presidente da CMO
Eng. Domingos Simões Pereira – Secretário Executivo da CPLP
Eng. Miguel Anacoreta Correia - Secretário Geral da UCCLA


Painel 1 - (10.30/11.30)

A EDIÇÃO DE AUTORES LUSÓFONOS: A PRODUÇÃO LITERÁRIA E O MERCADO, OPORTUNIDADES E CONSTRANGIMENTOS

Assírio Bacelar Nova Vega)
Larissa Rodrigues (Edições Artiletra)
Maria do Rosário Pedreira (Leya)
Ozías Filho (Editora Vozes)
Paula Amaro (Dinalivro)
Miguel Freitas da Costa (APEL)

Moderador: José Carlos Vasconcelos (Diretor Jornal de Letras)

Declamação por Paula Nunes


Pausa - (11.30/11.45)


Painel 2 - (11.45/13.00)

LITERATURA LUSÓFONA NA DIÁSPORA

Ana Paula Tavares (Angola)
Luís Carlos Patraquim (Moçambique)
Maria João Lehning (França)
Paula de Lemos (Alemanha)
Ricardo Adolfo (Holanda)
Waldir Araújo (Guiné)

Moderador: Paulo Pisco (Deputado pelo Círculo da Europa)
 

Almoço - (13.30/15.00)


Painel 3 - (15.00/16.30)

DA LITERATURA ÀS ARTES PERFORMATIVAS

Armindo Tavares (Cabo Verde)
Domingos Lobo (Portugal)
Francisco Fragoso (Cabo Verde)
Hélder Costa (Portugal)
José Eduardo Agualusa (Angola)
Ondjaki (Angola)

Moderador: André Gago (Teatro Instável)

Pausa - (16.30/16.45)
Momento cultural: Quarteto de cordas do Conservatório de Música D. Dinis


Painel 4 - (16.45/18.00)

PROCESSOS CRIATIVOS NA PRODUÇÃO LITERÁRIA

Augusto Carlos (Moçambique)
Flaviano Mindela (Guiné)
Francisco Soares (Angola)
José Hopffer Almada (Cabo Verde)
Lívio de Morais (Moçambique)
Odete Semedo (Guiné)
Teolinda Gersão (Portugal)

Moderador: Ana Jordão (Jornalista RDP África)


ENCONTRO C/ COMUNICAÇÃO SOCIAL - (15.00/17.30)
Local: Sala de cinema - (20.00)
Momento cultural “Dar voz aos autores de Língua Portuguesa”



21 DE MAIO DE 2011
Local: Centro de Exposições de Odivelas (manhã)  


Painel 5 - (10.00/11.15)

PROTEÇÃO AOS ESCRITORES:
ATUALIDADE E EXPECTATIVAS FUTURAS; MISSÃO E IMPACTO DO PRÉMIO LITERÁRIO

Annabela Rita (Associação Portuguesa de Tradutores)
António Carlos Cortez (Crítico, Poeta, Prémio SPA/RTP)
José Jorge Letria (Sociedade Portuguesa de Autores)
Manuel Rui Monteiro (Angola)
Maria Elsa Rodrigues dos Santos (Sociedade de Língua Portuguesa)
Miguel Real (Critico Literário, Escritor)

Moderador: João Rosário (Jornalista RDP África)

Pausa - (11.15/11.45)
Momento cultural: Coro de Câmara do Conservatório de Música D. Dinis

Painel 6 - (11.45/13.00)

A LITERATURA PORTUGUESA EM EXPANSÃO

Ângela Carrascalão (Timor)
Germano de Almeida (Cabo Verde)
João Maimona (Angola)
Lucílio Manjate (Moçambique)
Luís Costa (Timor)
Olinda Beja (São Tomé e Príncipe)
Ondjaki (Angola)
Tony Tcheka (Guiné)

Moderador: Mário Máximo (Escritor)

Almoço - (13.30/15.00)


21 DE MAIO DE 2011
Local: Biblioteca Municipal D. Dinis (tarde)  

APRESENTAÇÃO DE LIVROS - (15.00/18.30)

Sala de Adultos   (início 15.00)

Carlota de Barros (Cabo Verde)
Gabriel Baguet Jr. (Angola)
José Hopffer Almada (Cabo Verde)
Margarida Fonseca Santos (Portugal)
Olinda Beja (São Tomé e Príncipe)
Teobaldo Virgínio (Cabo Verde)

Moderador: Ana Jordão (Jornalista, RDP África)


Sala Multimédia  (início 15.30)

Arménio Vieira (Cabo Verde)
Luís Peixeira (Portugal)
Ozías Filho (Brasil)
Teolinda Gersão (Portugal)
Valentinous Velhinho (Cabo Verde)

Moderador: Artur Lucena (Poeta, Jornalista Loures Magazine Odivelas)


ENCONTRO C/ COMUNICAÇÃO SOCIAL - (15.00/18.30)
Entrevistas com jornalistas para promoção de autores e obras
Local: Serviço de Leitura Especial


20º ANIVERSÁRIO ARTILETRA - (19.00/20.00)

Jantar - (20.30)
Momento cultural: Fado com Yoko; declamação com Lauro Moreira - (22.00)



22 DE MAIO DE 2011
Local: Centro de Exposições de Odivelas  


Painel 7 - (11:00/12.00)

A INFLUÊNCIA DOS FATORES SOCIOCULTURAIS NA ESCRITA

Adriano Botelho (Angola)
Ângela Carrascalão (Timor)
António Francisco Neto (Angola)
Fátima Marinho (Portugal)
Germano de Almeida (Cabo verde)
Joaquim Arena (Cabo Verde)
Virgílio Coelho (Angola)

Moderador: João Costa Dias (Jornalista RDP África)

Leitura de Contos Tradicionais por M. Margarida Pereira-Müller


Painel 8 - (12:00/13:00)

POESIA LUSÓFONA NA PRIMEIRA PESSOA

António José Borges (Timor)
Artur Lucena (Portugal)
Emílio Lima (Guiné)
José Luís Tavares (Cabo Verde)
Jorge Viegas (Moçambique)
Maria Teresa Horta (Portugal)
Mário Máximo (Portugal)

Moderador: Tony Tcheka (Jornalista)


Almoço - (13.30)

Troca de livros: à chegada cada autor coloca um livro para oferta numa mesa e após o almoço vai buscar um livro de outro autor para levar. Dinamizado por Tony Tcheka

Momento Cultural: Música e Poesia

Encerramento Oficial - (16:00)

Fátima Marinho no Centro Cultural da Malaposta

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Alphabetum Editora informa:

Fátima Marinho participa, Domingo, 22 de Maio, pelas 11:00h, no Encontro de Escritores Lusófonos da III Bienal Lusófona do Município de Odivelas

Dia 20, 21 e 22 de Maio em Odivelas, no Centro Cultural da Malaposta, realiza-se a III Bienal Lusófona do Município de Odivelas
Encontro de escritores Lusófonos.



A autora Fátima Marinho, com trabalhos publicados pela Alphabetum Editora, foi convidada para falar dia 22 de Maio, Domingo, pelas 11:00horas sobre a "A influência dos fatores sócioculturais na escrita", num painel que contará com Adriano Botelho (Angola), Ângela Carrascalão (Timor), António Francisco Neto (Angola), Fátima Marinho (Portugal), Germano de Almeida (Cabo verde), Joaquim Arena (Cabo Verde) e Virgílio Coelho (Angola)

O moderador do painel: João Costa Dias (Jornalista RDP África); Leitura de Contos Tradicionais por M. Margarida Pereira-Müller.

Temas a debate: A Edição de Autores Lusófonos; A Produção Literária e o Mercado, Oportunidades e Constrangimentos
A Literatura Lusófona na Diáspora
Da Literatura às Artes Performativas
Processos Criativos na Produção Literária
A Literatura Portuguesa em Expansão
A Influência dos Fatores Socioculturais na Escrita
Poesia Lusófona na Primeira Pessoa

Organizadores, Instituições, Entidades, Moderadores, Declamadores e Autores presentes: Dra. Susana Amador - Presidente da CMO
Eng. Domingos Simões Pereira - Secretário Executivo da CPLP
Eng. Miguel Anacoreta Correia - Secretário Geral da UCCLA
Assírio Bacelar (Nova Vega)
Larissa Rodrigues (Edições Artiletra)
Maria do Rosário Pedreira (Leya)
Editora Vozes
Paula Amaro (Dinalivro)
Miguel Freitas da Costa (APEL)
José Carlos Vasconcelos (Diretor Jornal de Letras).

Saiba tudo AQUI.

Esperamos contar com a vossa presença!!!

quarta-feira

Fátima Marinho participa no Encontro de Escritores Lusófonos

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Dia 20, 21 e 22 de Maio em Odivelas realiza-se em Odivelas a III Bienal Lusófona do Município de Odivelas
Encontro de escritores Lusófonos.

O evento realiza-se no Centro Cultural da Malaposta, nos dias 20, 21 e 22 de Maio.

Fátima Marinho foi convidada para falar dia 22 de Maio, Domingo, pelas 11:00horas sobre a "A influência dos fatores sócioculturais na escrita", num painel que contará com Adriano Botelho (Angola), Ângela Carrascalão (Timor), António Francisco Neto (Angola), Fátima Marinho (Portugal), Germano de Almeida (Cabo verde), Joaquim Arena (Cabo Verde) e Virgílio Coelho (Angola)

O moderador será João Costa Dias (Jornalista RDP África) e terá leitura de Contos Tradicionais por M. Margarida Pereira-Müller.

Saiba mais AQUI.

Alphabetum Editora

terça-feira

Excerto I do livro "Operação Dominó" de Luís Miguel Ricardo

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«-Todos os formandos, por integrarem uma região desfavorecida e estarem enquadrados num programa comunitário específico, vão receber a bolsa de formação completa.
Um braço destemido elevou-se no ar e atraiu a atençaõ dos presentes.
- Faz favor de dizer, minha senhora!
- Como é que são as bolsas? Se forem iguais às que deram ao outro curso, dispenso a minha! Não gosto daquele verde sem graça nenhuma!
- Eu também não quero! - acrescentou a parceira do lado, cruzando os braços e ajustando o queixo em sinal de desagrado.
- A pasta. - segredou Alberto, em surdina, percebendo o equívoco.
- Como é que a senhora se chama?
- Faustina!
- Dona Faustina, a bolsa é a quantia em dinheiro que os formandos vão receber mensalmente. No caso, será calculada com base no ordenado mínimo, mais os outros apoios a que terão direito: subsídio de transporte, para quem vem de fora; alojamento, se alguém residir a mais de cinquenta quilómetros de vale Seco; despesas de infantários, para quem  tem filhos lá; e subsídio de alimentação para todos os formandos e formandas.
Agradada com as palavras assertivas de Francisca, Faustina desenhou um sorriso inconsciente no rosto. Delmira descruzou os braços e descontraiu o queixo. os outros seguiram os esclarecimentos com serenidade.»

segunda-feira

"Os Anagramas de Varsóvia" de Richard Zimler

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Título: Os Anagramas de Varsóvia

Autor: Richard Zimler 

Páginas: 368

Editora: Oceanos

 
Sinopse:
Um romance policial arrepiante e soberbamente escrito passado no gueto judaico de Varsóvia. Narrado por um homem que por todas as razões devia estar morto e que pode estar a mentir sobre a sua identidade...

No Outono de 1940, os nazis encerraram quatrocentos mil judeus numa pequena área da capital da Polónia, criando uma ilha urbana cortada do mundo exterior. Erik Cohen, um velho psiquiatra, é forçado a mudar-se para um minúsculo apartamento com a sobrinha e o seu adorado sobrinho-neto de nove anos, Adam.

Num dia de frio cortante, Adam desaparece. Na manhã seguinte, o seu corpo é descoberto na vedação de arame farpado que rodeia o gueto. Uma das pernas do rapaz foi cortada e um pequeno pedaço de cordel deixado na sua boca. Por que razão terá o cadáver sido profanado? Erik luta contra a sua raiva avassaladora e o seu desespero jurando descobrir o assassino do sobrinho para vingar a sua morte. Um amigo de infância, Izzy, cuja coragem e sentido de humor impedem Erik de perder a confiança, junta-se-lhe nessa busca perigosa e desesperada. Em breve outro cadáver aparece – desta vez o de uma rapariga, a quem foi cortada uma das mãos. As provas começam a apontar para um traidor judeu que atrai crianças para a morte.

Neste thriller histórico profundamente comovente e sombrio, Erik e Izzy levam o leitor até aos recantos mais proibidos de Varsóvia e aos mais heróicos recantos do coração humano.


Sobre o autor:
Richard Zimler nasceu em Nova Iorque em 1956. É licenciado em Religião Comparada pela Duke University e mestre em jornalismo pela Stanford University. Vive no Porto desde 1990, onde é professor de jornalismo. Traduziu para Inglês alguns poetas portugueses contemporâneos, entre os quais Al Berto e Pedro Tamen. Em 2002 naturalizou-se português.


Escreveu cinco romances desde 1996, quatro dos quais foram publicados em Portugal: O Último Cabalista de Lisboa - best-seller em onze países, incluindo os Estados Unidos da América, Inglaterra, Itália, Brasil e Portugal - Trevas de Luz, Meia-Noite ou O Princípio do Mundo (Gótica, 2003) e Goa ou o Guardião da Aurora (Gótica 2005), o terceiro livro da série sobre diferentes ramos e gerações da família Zarco de judeus portugueses.


A minha opinião:
Tive oportunidade de conhecer o autor na 3ª Convenção do Bookcrossing em Torres Novas.
Lamentei e continuo a lamentar o curto tempo de atena que teve para falar sobre o seu percurso literário.
Cativou-me de imediato, assim como a restante plateia presente na Convenção com a sua simplicidade e a  sua forma "original" de se expressar, tudo devido ao seu sotaque americano/português.
A leitura deste livro foi mais lenta do que o habitual. Pelo meio tive de ler, dois livros obrigatórios para a preparação da prova de acesso para maiores de 23 anos, que  foi o "Amor de Perdição" de Camilo Castelo Branco e os "Contos Exemplares" de Sophia de Mello Breyner Andersen.
Apesar da leitura ter sido lenta e um pouco por partes, nunca perdi o fio à meada, nem nunca me senti desmotivada. O tema, o Holocausto, é sempre um tema onde o sofrimento está presente e onde nunca se consegue ficar indiferente. Por muitos livros que se leiam e por muitos filmes que se vejam, nunca conseguimos deixar que aqueles horrores vividos nos causem uma dor muito profundo. Ninguém merece viver naquelas condições, nem mesmo os animais mais repugnantes que existem à face da terra.
 
Este foi o primeiro livro que li do autor, mas decidamente não será o último, até porque já trago debaixo de olho, "A Ilha de Teresa".

sexta-feira

Fátima Marinho apresenta "O mistério das coisas erradas" no Algarve Shopping

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A Alphabetum Editora apresenta no dia 15 de Maio, domingo, pelas 16h00, no Algarve Shopping, o livro (áudio-livro) de Fátima Marinho O MISTERIO DAS COISAS ERRADAS.



Contamos com a vossa presença!
 

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