terça-feira

Excerto I do livro "Operação Dominó" de Luís Miguel Ricardo

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«-Todos os formandos, por integrarem uma região desfavorecida e estarem enquadrados num programa comunitário específico, vão receber a bolsa de formação completa.
Um braço destemido elevou-se no ar e atraiu a atençaõ dos presentes.
- Faz favor de dizer, minha senhora!
- Como é que são as bolsas? Se forem iguais às que deram ao outro curso, dispenso a minha! Não gosto daquele verde sem graça nenhuma!
- Eu também não quero! - acrescentou a parceira do lado, cruzando os braços e ajustando o queixo em sinal de desagrado.
- A pasta. - segredou Alberto, em surdina, percebendo o equívoco.
- Como é que a senhora se chama?
- Faustina!
- Dona Faustina, a bolsa é a quantia em dinheiro que os formandos vão receber mensalmente. No caso, será calculada com base no ordenado mínimo, mais os outros apoios a que terão direito: subsídio de transporte, para quem vem de fora; alojamento, se alguém residir a mais de cinquenta quilómetros de vale Seco; despesas de infantários, para quem  tem filhos lá; e subsídio de alimentação para todos os formandos e formandas.
Agradada com as palavras assertivas de Francisca, Faustina desenhou um sorriso inconsciente no rosto. Delmira descruzou os braços e descontraiu o queixo. os outros seguiram os esclarecimentos com serenidade.»

segunda-feira

"Os Anagramas de Varsóvia" de Richard Zimler

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Título: Os Anagramas de Varsóvia

Autor: Richard Zimler 

Páginas: 368

Editora: Oceanos

 
Sinopse:
Um romance policial arrepiante e soberbamente escrito passado no gueto judaico de Varsóvia. Narrado por um homem que por todas as razões devia estar morto e que pode estar a mentir sobre a sua identidade...

No Outono de 1940, os nazis encerraram quatrocentos mil judeus numa pequena área da capital da Polónia, criando uma ilha urbana cortada do mundo exterior. Erik Cohen, um velho psiquiatra, é forçado a mudar-se para um minúsculo apartamento com a sobrinha e o seu adorado sobrinho-neto de nove anos, Adam.

Num dia de frio cortante, Adam desaparece. Na manhã seguinte, o seu corpo é descoberto na vedação de arame farpado que rodeia o gueto. Uma das pernas do rapaz foi cortada e um pequeno pedaço de cordel deixado na sua boca. Por que razão terá o cadáver sido profanado? Erik luta contra a sua raiva avassaladora e o seu desespero jurando descobrir o assassino do sobrinho para vingar a sua morte. Um amigo de infância, Izzy, cuja coragem e sentido de humor impedem Erik de perder a confiança, junta-se-lhe nessa busca perigosa e desesperada. Em breve outro cadáver aparece – desta vez o de uma rapariga, a quem foi cortada uma das mãos. As provas começam a apontar para um traidor judeu que atrai crianças para a morte.

Neste thriller histórico profundamente comovente e sombrio, Erik e Izzy levam o leitor até aos recantos mais proibidos de Varsóvia e aos mais heróicos recantos do coração humano.


Sobre o autor:
Richard Zimler nasceu em Nova Iorque em 1956. É licenciado em Religião Comparada pela Duke University e mestre em jornalismo pela Stanford University. Vive no Porto desde 1990, onde é professor de jornalismo. Traduziu para Inglês alguns poetas portugueses contemporâneos, entre os quais Al Berto e Pedro Tamen. Em 2002 naturalizou-se português.


Escreveu cinco romances desde 1996, quatro dos quais foram publicados em Portugal: O Último Cabalista de Lisboa - best-seller em onze países, incluindo os Estados Unidos da América, Inglaterra, Itália, Brasil e Portugal - Trevas de Luz, Meia-Noite ou O Princípio do Mundo (Gótica, 2003) e Goa ou o Guardião da Aurora (Gótica 2005), o terceiro livro da série sobre diferentes ramos e gerações da família Zarco de judeus portugueses.


A minha opinião:
Tive oportunidade de conhecer o autor na 3ª Convenção do Bookcrossing em Torres Novas.
Lamentei e continuo a lamentar o curto tempo de atena que teve para falar sobre o seu percurso literário.
Cativou-me de imediato, assim como a restante plateia presente na Convenção com a sua simplicidade e a  sua forma "original" de se expressar, tudo devido ao seu sotaque americano/português.
A leitura deste livro foi mais lenta do que o habitual. Pelo meio tive de ler, dois livros obrigatórios para a preparação da prova de acesso para maiores de 23 anos, que  foi o "Amor de Perdição" de Camilo Castelo Branco e os "Contos Exemplares" de Sophia de Mello Breyner Andersen.
Apesar da leitura ter sido lenta e um pouco por partes, nunca perdi o fio à meada, nem nunca me senti desmotivada. O tema, o Holocausto, é sempre um tema onde o sofrimento está presente e onde nunca se consegue ficar indiferente. Por muitos livros que se leiam e por muitos filmes que se vejam, nunca conseguimos deixar que aqueles horrores vividos nos causem uma dor muito profundo. Ninguém merece viver naquelas condições, nem mesmo os animais mais repugnantes que existem à face da terra.
 
Este foi o primeiro livro que li do autor, mas decidamente não será o último, até porque já trago debaixo de olho, "A Ilha de Teresa".

sexta-feira

Fátima Marinho apresenta "O mistério das coisas erradas" no Algarve Shopping

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A Alphabetum Editora apresenta no dia 15 de Maio, domingo, pelas 16h00, no Algarve Shopping, o livro (áudio-livro) de Fátima Marinho O MISTERIO DAS COISAS ERRADAS.



Contamos com a vossa presença!

quinta-feira

Fátima Marinho na Fnac do Algarve Shopping Guia, Albufeira

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A Alphabetum Editora apresenta no dia 15 de Maio, Domingo, pelas 16h00, na Fnac do Algarve Shopping, Guia, Albufeira, o livro (áudio-livro) de Fátima Marinho O MISTERIO DAS COISAS ERRADAS.

Sobre o livro, o Professor Doutor Daniel Sampaio escreveu:
"O mistério das coisas erradas revela uma preocupação solidária com os direitos das crianças doentes ou sem meio familiar adequado que merece toda a nossa atenção. Escrito com rara sensibilidade por Fátima Marinho, alerta para a necessidade de medidas permanentemente de apoio à criança, nem sempre equacionadas entre nós como prioritárias".

Os direitos autorais da obra foram cedidos à Fundação do Gil (Instituição de Solidariedade Social, que apoia jovens com dificuldades).


A apresentação do livro será de Vasco de Sousa, professor e escritor.

Breve Nota sobre autora Fátima Marinho:
Mestre em Educação Especial
Pós-graduada em Formação Psicológica de Professores
Especializada em Educação Comunitária
Bacharel em Educação Básica
Tem proferido diversas comunicações em Congressos Nacionais e Internacionais.

E:
Co-autora da colecção de manuais escolares Magia do Saber – Editado pela Livraria Arnado do grupo Porto Editora
Autora do livro “A Procura de Um Lugar” editado pela Alphabetum Editora
Site da Autora: www.fatimamarinho.com com textos convertidos em áudio.
Canal youtube da Autora: clique aqui e veja no youtube.

Esperamos contar com a vossa presença no evento!!

Fátima Marinho apresenta "O mistério das coisas erradas"

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A Alphabetum Editora apresenta no dia 7 de Maio, sábado, pelas 19h30, na Fnac do Braga Parque, o livro (áudio-livro) de Fátima Marinho O MISTERIO DAS COISAS ERRADAS.




Livro alerta para a necessidade de mais apoio a crianças que vivem “as coisas erradas” e reverte na totalidade para a Fundação do Gil


. Coletânea de crónicas sobre a crueldade ou a ternura que habitam em algumas infâncias, com o ambiente escolar como cenário

Direitos autorais revertem para a Fundação do Gil, cuja administradora executiva, Margarida Pinto Correia é autora do prefácio
        “Foi encontrado pela polícia, que o pai chamou depois de esperar infindáveis horas com o olhar perdido na porta que servia a casa. Estava roxo e coberto de excrementos. Tolhido no medo que só noites de fome e abandono sabem escrever na pele...


        ... Foi de exaltação e júbilo o salto que deu, ao perceber que os seus traços eram semelhantes aos dos colegas, e que era capaz de reconhecer os sons com que se construíam as palavras. Aprendeu numa semana o que os colegas aprenderam num mês e destruiu assim a suspeita da sua incapacidade.
        Rui resistiu ao abandono da mãe, à fome, ao frio e à dor.
        Resistiu também ao rótulo de deficiente que a bonomia e a pacatez, servindo hipoteticamente as melhores causas, alimentam. Conheci, por acaso, o milagre de resiliência operado pelo Rui e descobri que, às vezes, a fraqueza cresce e fica forte."
Excerto da crónica «Às vezes, a fraqueza cresce e fica forte» de «O Mistério as Coisas Erradas», de Fátima Marinho.

A crónica serve de mote para os relatos fiéis cuja crueldade e, às vezes, a ternura ferem até as palavras. «O Mistério das Coisas Erradas», a segunda obra literária de Fátima Marinho e da Alphabetum Edições Literárias, conta memórias de infância captadas pela surpresa de quem guarda muitas crianças por dentro e à flor da pele. A autora inspira-se nos 22 anos como professora e pela sua experiênica em Educação Comunitária para estas crónicas. Assim, o quotidiano escolar serve de chão ao desafio de espreitar o mundo da meninice. Tal como aconteceu com a sua primeira obra, «À Procura de Um Lugar», cujas receitas revertem para a Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21, os direitos autorais de «O Mistério das Coisas Erradas» serão entregues à Fundação do Gil, cuja administradora executiva, Margarida Pinto Correia, é a autora do prefácio.

Fátima Marinho junta-se à Fundação do Gil com «O mistério das coisas erradas», um mistério que também nos trespassa, um pressuposto igualmente comum na melhoria da vida de todas as crianças. Sensibilidade e profundidade. A inspiração, bem como realidades menos felizes, são alguns dos ingredientes constantes na obra de Fátima Marinho. Aprendemos a olhar para o lado menos risonho, dando-nos conta da necessidade de reinventar apoios e atenção permanentes às crianças, para podermos um dia fazê-las olhar para o lado mais colorido da vida”, observa Margarida Pinto Correia.

Já para Daniel Sampaio, psiquiatra, “o livro revela uma preocupação solidária com os direitos das crianças doentes ou sem meio familiar adequado que merece toda a nossa atenção. Escrito com rara sensibilidade por Fátima Marinho, alerta para a necessidade de medidas permanentemente de apoio à criança, nem sempre equacionadas entre nós como prioritárias”.

De salientar que Fátima Marinho é ainda coautora dos manuais escolares «Magia do Saber», da Livraria Arnado (Grupo Porto Editora).



Ficha Técnica de «O Mistério das Coisas Erradas»
Autor: Fátima Marinho
Editor: Alphabetum Edições Literárias
Prefácio: Margarida Pinto Correia
Revisão: Fernando Dias Antunes
Ilustração: Bibiana Grave
Preço: 17,00 euros (15,45 euros no site)
Direitos autorais revertem para a Fundação do Gil.

. Site sem barreiras de acessibilidade é sucesso além-fronteiras
O site da autora distingue-se por ser acessível a pessoas de várias origens ou com incapacidades auditivas e/ou visuais. Com conteúdos em seis idiomas (português, castelhano, francês, inglês, italiano e alemão) e convertidos em ficheiros áudio nas mesmas línguas, a autora pretende chegar a todos os públicos, aproximando-se dos leitores. Por isso mesmo, o site privilegia as ferramentas de interação, possibilitando comentários e estando interligado com um blogue de Fátima Marinho e páginas nas redes sociais (MySpace, YouTube, Facebook e Twitter).

Objetivos mais do que alcançados:
- Média de páginas visualizadas por visita: 5
- Média de permanência no site: 6 minutos. Quando é efetuada uma pesquisa por palavras-chave, o tempo de permanência é de 8:25 minutos, mais 40 por cento
- 49 por cento de novas visitas; 51 por cento de retornos
- 48 por cento dos visitantes acedem ao site diretamente, enquanto 52 por cento acedem através de Google, Facebook, Sapo, Twitter ou outros blogues;
- Idiomas mais visualizados (por ordem): PT / EN / FR / ES / IT / DE
- Dez países com maior número de visitas (por ordem): Portugal, Brasil, Estados Unidos, França, Inglaterra, Espanha, Suíça, Alemanha, Itália
- Comparando com sites de autores/livrarias de âmbito literário, de dimensão similar, o site de Fátima Marinho tem mais 188 por cento de tempo médio de permanência e mais 59 por cento de páginas por visita

. Quem é Fátima Marinho?
Fátima Marinho nasceu em Cuba, Alentejo, em 1966, mas tem como terras adotivas Cabeceiras de Basto e Braga. Na capital do Minho, completou o ensino secundário e prosseguiu estudos superiores. É especializada em Educação Comunitária. Pós-graduada em Formação Psicológica de Professores e Mestre em Educação Especial. Enquanto professora e formadora de professores efectuou comunicações em Congressos Nacionais e Internacionais sobre temas relacionados com Educação Especial, Motivação e Aprendizagem e Problemas de Comportamento em Contexto Escolar. É coautora da coleção de manuais escolares «Magia do Saber» e autora do livro «À Procura de Um Lugar».



















quarta-feira

"A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafón

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Sinopse:
A Sombra do Vento é um mistério literário passado na Barcelona da primeira metade do século XX, desde os últimos esplendores do Modernismo até às trevas do pós-guerra. Um inesquecível relato sobre os segredos do coração e o feitiço dos livros, num crescendo de suspense que se mantém até à última página.

"Este livro foi um dos acontecimentos de 2004, pela sua qualidade de escrita, pela história fantástica e, sobretudo, por ter sido um dos poucos livros que li duas vezes com gosto redobrado. A história tem tudo: mistério, morte, polícia, perseguição, sexo, amizade e política. Carlos Ruiz Zafrón consegue agarrar o leitor desde o primeiro instante e, nas últimas páginas, confrontamo-nos com o drama de querer chegar ao fim e, ao mesmo tempo, querer fazer render o livro."


Sobre o autor:
Carlos Ruiz Zafón nasceu em Barcelona em 1964. Inicia a sua carreira literária em 1993 com El Príncipe de la Niebla (Prémio Edebé), a que se seguem El Palacio de la Medianoche, Las Luces de Septiembre (reunidos no volume La Trilogía de la Niebla) e Marina. Em 2001 publica A Sombra do Vento, que rapidamente se transforma num fenómeno literário internacional. Com O Jogo de Anjo (2008) regressa ao Cemitério dos Livros Esquecidos. As suas obras foram traduzidas em mais de quarenta línguas e conquistaram numerosos prémios e milhões de leitores nos cinco continentes. Actualmente, Carlos Ruiz Zafón reside em Los Angeles, onde trabalha nos seus romances, e colabora habitualmente com La Vanguardia e El País.



A minha opinião:
Este seria daqueles livros que me passaria um pouco ao lado.
Em conversa com a minha amiga Diana, do blogue Refúgio dos Livros, ela disse-me que eu deveria de ler este livro, que não me iria arrepender.

Depois, segui o conselho de uma outra amiga e fiz a minha inscrição na Biblioteca Muncipal das Galveias. Foi a primeira vez que entrei numa biblioteca com aquela dimensão. O ar que se respira é um ar a livros, a autores, a histórias de todos os géneros...fiquei fascinada.

Tendo o livro nas minhas mãos não resisti, coloquei a leitura do momento de lado e comecei. Senti-me cativada ao primeiro instante e depois acabei por ser totalmente absorvida.
Li muitas críticas acerca deste livro, todas elas sempre muito positivas, mas nada se compara à leitura. Fiquei totalmente rendida.

(Biblioteca Municipal das Galveias)

terça-feira

"Operação Dominó" de Luis Miguel Ricardo

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Este livro será uma das minhas próximas leituras.


Sinopse:
A pacatez de uma aldeia do interior alentejano é subitamente abalada por um crime de contornos vingativos. Com uma vítima mortal e um suspeito em fuga, a equipa da O.S.I.C. (Organização Secreta de Investigação Criminal) entra em campo. O que, à partida, parecia um delito de fácil resolução revela-se, com o avançar das pesquisas, numa complexa e perigosa teia de coincidências e equívocos premeditados. O desenrolar da trama alterna entre dois cenários principais: um Alentejo profundamente rural e a região de New England, nos Estados Unidos da América.

Crime, drama, intriga, comédia, drogas, prostituição, Educação e Formação de Adultos, investigação criminal, cultura e tradições de um Alentejo profundamente rural, tradições e cultura de uma América do norte a descobrir, são alguns dos ingredientes chave deste “romance policial com rosto humano”.


“Em Operação Dominó, mais do que o deslindar de um crime, Luís Miguel Ricardo deslinda pessoas. Débeis seres humanos feitos e refeitos na rudeza dos dias, aonde a mais banal das ocorrências se traduz nas únicas conversas possíveis. Aonde a dor e a alegria de uns se materializa eternamente na voz de outros. Enquanto leitores estamos situados num interior do país que o autor, propositadamente, desprovido de quaisquer artifícios de linguagem, põe a cru … o do interior das pessoas que vivem fragilizadas de existirem apenas na geografia que os viu nascer, crescer e morrer.”
Jorge Serafim – Contador de histórias


Sobre o autor:
Luís Miguel Ricardo nasceu a 25 de Junho de 1973, em Ferreira do Alentejo.

Licenciado em Filosofia da Cultura e Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; Pós-Graduado em Ciências Criminais pela Universidade Moderna; Pós-Graduado em Educação e Formação de Adultos pela Universidade do Algarve.

Entre 1997 e 2000, foi Diretor das publicações “Fazedores de Letras” e “Éthos, Revista de Letras”. Atualmente, é colaborador assíduo no Jornal de Ferreira.

Da sua carreira no campo das letras criativas destacam-se dois segundos lugares em concursos literários nacionais e a publicação dois livros na modalidade de romance e a coordenação de um projecto literário: Prémio Literário Lindley Cintra, promovido pela Faculdade de Letras de Lisboa, em 1996, com o conto Enigma Final; Prémio Nacional Literário Fialho de Almeida, em 2005, promovido pela Câmara Municipal de Cuba, com o título Fado Sambado; o livro Ritos do Desespero, publicado em 2006 pela editora Campodosmedia; o livro Operação Dominó, publicado em 2009 pela editora Lugar da Palavra; o livro Heróis à Moda do Alentejo, publicado em 2010 pela editora Lugar da Palavra.

Pode ainda visitar o blogue do livro, aqui: http://www.operacaodomino.blogspot.com/

sábado

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Hoje é o Dia Mundial do Livro, aproveite para oferecer um livro com História e histórias de humor!!!

"Heróis à Moda de Lisboa" é o terceiro livro da colecção, Heróis à Moda de…, da autoria da Lugar da Palavra Editora e coordenado por João Carlos Brito.
Sucede a Heróis à Moda do Porto (Janeiro de 2010) e a Heróis à Moda do Alentejo (Junho de 2010).
Já foi lançado também Heróis à Moda da Madeira e seguir-se-á Minho, Algarve e Trás-os-Montes, em 2011.
O projecto concluir-se-á, em 2013, com a publicação do Grande Dicionário dos Falares Marginais.

Podem adquirir o livro  na FNAC, na Bertrand, na Almedina, na Bulhosa/Leitura, no El Corte Inglés e na Wook/Porto Editora.

Também está à venda nas grandes superfícies (Auchan e Continente) e em muitas "pequenas" livrarias (Barata, Portugal e na Leya), em todo o país.
E, claro, também na editora Lugar da Palavra.

sexta-feira

Dia Mundial do Livro

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Amanhã é o Dia Mundial do Livro, aproveite para oferecer um livro com História e histórias de humor!!

segunda-feira

Uma frase do livro "A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafón

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«- Os presentes dão-se por prazer de quem oferece, não por mérito de quem recebe - disse o meu pai. - Além disso, já não se pode devolver. Abre-o.»

terça-feira

"A Sociedade Literária da Tarte da Casca de Batata de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows

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Título: A Sociedade Literária da Tarte de Casca de Batata

Autoras: Mary Ann Shaffer e Annie Barrows

Editora: Objectiva

Páginas: 377



Sinopse:
Londres, 1946. Depois do sucesso estrondoso do seu primeiro livro, a jovem escritora Juliet Ashton procura duas coisas: um assunto para o seu novo livro, e, embora não o admita abertamente, um homem com quem partilhar a vida e o amor pelos livros. É com surpresa que um dia Juliet recebe uma carta de um senhor chamado Dawsey Adams, residente na ilha britânica de Guernsey, a comunicar que tem um livro que outrora pertenceu a Juliet. Curiosa por natureza, Juliet começa a corresponder-se com vários habitantes da ilha. É assim que descobre que Guernsey foi ocupada pelas tropas alemãs durante a segunda Guerra Mundial, e que as pessoas com quem agora se corresponde formavam um clube secreto a que davam o nome de Sociedade Literária da Tarte de Casca de Batata. O que nasceu como um mero álibi para encobrir um inocente jantar de porco assado transformou-se num refúgio semanal, pleno de emoção e sentido, no meio de uma guerra absurda e cruel.



A minha opinião:
Este livro revelou-se uma leitura muito interessante.
A forma original como as autoras estruturam o livro, pareceu-me muito cativante. A troca de mensagens através de cartas, telegramas e telefonemas funcionou na perfeição. O leitor acaba por estar sempre ansioso em virar a página.

Conforme ia avançando na leitura deste livro, a sensação eraum deja vu. Quem ler isto é capaz de pensar, mas isto não faz sentido nenhum! Para mim fez! Comparei a Sociedade Literária da Casca da Batata à comunidade do Bookcrossing. A troca de mensagens no forum, a proximadade entre alguns membros, a troca de experiência, leva-nos a te uma relação de grande amizade, mesmo sem os conhecermos pessoalmente. Isso também acontece com a personagem principal, a Juliet com os membros da Sociedade. Através das cartas, Juliet cria uma relação muito próxima, até que chega uma altura é que há uma necessidade urgente de os intervenientes se conhecerem ao vivo e a cores.

Este livro, como já referi fala na amizade, na troca, na partilha e na necessidade das pessoas se reunirem para discutirem por algo que as une.

Bastante recomendável!

(Obrigada Ligiafteixeira por mais esta excelente partilha)

domingo

Carlos Vale Ferraz e Richard Zimler na 3ª Convenção do Bookcrossing

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Aqui está o maridão com o autor Carlos Vale Ferraz


Carlos Vale Ferraz e Richard Zimler foram os escolhidos para estarem presentes no painel do romance na 3ª Convenção do Bookcrossing.

Ainda não tive oportunidade de ler nenhum livro destes autores, mas brevemente já não direi o mesmo.
O maridão comprou "Fala-me de África" de Carlos Vale Ferraz, que já começou a ler.
Depois de constatar que já não havia livros do Richard Zimler à venda, tentei a Biblioteca Municipal. Lá encontrei o último livro do autor, "Os Anagramas de Varsóvia".
  


(Aqui está o Richard Zimler, eu e a Isabel Nunes, a tradutora dos livros do Harry Potter)


Foi uma pena estes dois autores terem tão pouco tempo de atena. O tempo foi muito curto para tudo aquilo que nós espectactores/leitores queriamos saber e que os autores tinham para nos contar.

Confesso que já tinha visto os livros do Richard Zimler nas pratelereiras das livrarias, mas não me tinham chamado a atenção. Não sei se tem a ver com as capas escolhidas para os livros, não sei... Só sei que este autor me passava ao lado.
Com o decorrer da conversa, fui ficando cada vez mais interessada em saber mais sobre este autor. Foi mesmo uma agradável surpresa.

sexta-feira

"Memórias de Gente Vulgar" de Armando Graça

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Sinopse:
Memórias de Gente Vulgar leva-nos a fazer uma viagem das origens do autor aos dias de hoje (1945 - 2010).
Como o título deixa antever, não há aqui berços de ouro nem se trata de desfilar sucessos, bem pelo contrário. Revelam-se aqui como enfrentaram as dificuldades de muitos dos portugueses nascidos logo após a II Guerra Mundial. E dá-se conta de como a procura de vidas melhores dá lugar a infâncias conturbadas.
Entra-se em África, pela Baía de Luanda, retendo cheiros, cores e sabores de um novo mundo.
Relatam-se aventuras e desventuras de prematuros empregos.
E sentem-se...
Sentem-se servidões, colonialismos e recismos oficialmente desmentidos.
Sentem-se alguns dos terrores que deram lugar a nova fuga, então apelidada de "retorno"...
Sentem-se as aventuras de quem volta ao seu país e se acha no estrangeiro, seja porque é mesmo assim, seja porque a Revolução dos Cravos agitou alguma coisa...
Sentem-se, ao longo das várias décadas, governos que desgovernam, empresas geridas para afundar e pessoas que não se comportam como tal...

Mas sente-se, acima de tudo e apesar de tudo, um constante fazer pela vida...

...ou talvez não!


Sobre o autor:
Para saber quem sou, leiam o livro "Memórias de gente vulgar".
Salvo detalhes de natureza privada, está lá tudo...


A minha opinião:
Este livro conta-nos a história de vida de um cidadão anónimo que depois de concluir o trabalho do 12º ano pelas Novas Oportunidades decidiu transformá-lo em livro. E em boa hora o fez!
Este cidadão anónimo dá-se pelo nome de Armando Graça e é uma verdadeira revelação no mundo da escrita.

Ao escrever a sua história de vida, Armando Graça fê-lo sem qualquer preconceito, contando os bons momentos como também, os menos bons. Em cada página lida, vamos tendo conhecimento que a vida deste homem não foi fácil. Foi um homem que nunca baixou os braços, a perservença foi o seu lema.
É uma história de vida que pode servir de inspiração e até mesmo de exemplo. O Armando Graça é um homem íntegro, os valores passados pelos pais nunca foram esquecidos.

Enquanto lia o livro, e perante a situação actual do país, pensava para os meus botões, se fosse o Armando Graça a governar Portugal...era bom ter assim um Primeiro-Ministro, um homem honesto, um homem culto, um homem que gosta de ajudar o próximo...

Aqui vai um recado para o  Armando Graça... já pensou em candidatar-se a algum cargo político...?

quarta-feira

Os Heróis à Moda de Lisboa na 3ª Convenção do Bookcrossing

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Os Heróis à Moda de Lisboa tiveram a oportunidade de fechar e julgo que posso dizer, com chave de ouro, a 3ª Convenção do Bookcrossing.




Apesar de não terem direito ao videozinho de apresentação, nem ao saquinho com as lembranças da terra e o tempo um pouco limitado, por já estar fora de horas, a apresentação dos Heróis foi um dos momentos altos do dia.




A Filipa Pedroso, a Fernanda Carvalho, a Ana Saragoça e o Marco António, foram os quatro autores a representar os restantes doze, que não puderam estar presentes, uns por motivos pessoais e outros por motivos profissionais.



Como as próprias fotos documentam, os Heróis à Moda de Lisboa são pessoas com humor. Falta-vos agora descobrir quanto disso puseram nos seus contos.




Cada um dos autores falou na aventura que foi e continua a ser, fazer parte deste grande pequeno projecto.

Também falaram um pouco dos contos que escreveram, deixando em aberto, de modo a que o público que estava na plateia ficasse com vontade de adquirir o livro.




Para saberem mais sobre os Heróis á Moda de Lisboa, podem segui-los no blogue com o mesmo nome, Heróis à Moda de Lisboa.

sexta-feira

"Obrigada pelas Recordações" de Cecelia Ahern

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Título: Obrigada Pelas Recordações

Autora: Cecelia Ahern

Páginas: 344

Editora: Editorial Presença

Colecção: Champanhe e Morangos



Sinopse:
Quando Joyce Conway acorda no hospital depois de uma queda grave, sabe que a sua vida nunca mais será a mesma. Não só perdeu o filho que carregava no ventre, como se apercebe que o seu casamento chegou a um beco sem saída. Mas estas não são as únicas consequências. Joyce simplesmente já não é a mesma pessoa. De repente disserta sobre arte e arquitectura europeias, tem hábitos alimentares completamente diferentes, fala sobre ruas parisienses onde nunca esteve… e cruza-se amiúde com um homem a quem sente que está estranhamente ligada… Tal como nos seus romances anteriores, Cecelia Ahern transforma o quotidiano em momentos mágicos, proporcionando uma leitura enternecedora e irresistível.


A minha opinião:
Toda a leitura deste livro foi hilariante, tirando a parte inicial, com hospitais, sangue e transfusões.
Confesso quando iniciei a leitura e me deparei com este cenário, pensei, não vou gostar. Enganei-me redondamente. Um livro onde as gargalhadas são obrigatórias

A autora tem uma forma muito própria de escrever. Faz a ligação perfeita entre a comédia e o romance.

O enredo da história está muito original. De tantos livros que já li, confesso que nenhum como "Obrigada pelas Recordações".
Joyce é uma mulher jovem. Depois de sair do hospital ,Joyce sente-se diferente. Começa a gostar do que antes não gostava, a falar línguas, que antes não falava, a ter conhecimentos, que antes não tinha. Todos pensam que a causa do novo comportamto da Joyce está no choque que teve quano perder o seu bebé tão desejado.
Este livro contém várias cenas divertidas, uma delas é a cena em que a Joyce e o pai chegam ao aeroporto de Dublin.

Já tinha lido da autora, o livro, "Para Sempre, Talvez" e achei o máximo. Além de me ter divertido bastante, gostei da forma como a autora estrututou o livro com os mails, as sms e os telefonemas.

Se querem dar umas boas gargalhadas, aqui está o livro perfeito para esse efeito!

Boas leituras!

quinta-feira

Excerto V do livro "Maria, a Maior Educadora da História"

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"Um educador magnífico escreve com uma mão no quadro da sala de aula e com a aoutra move o mundo, pois leva os seus alunos a construir projectos de vida e a batalhar por eles."

"Quem é educado para a vida tem mais hipóteses de brilharem todos os campos, pois não vive em função do brilho, mas do conteúdo."

"O maior erro dos educadores é não contar aos seus próprios erros aos jovens, pelo menos os que são possíveis de ser contados. O maior fracasso deles é não revelar as suas derrotas. A maior decepção é não falar das suas frustações.
A educação mais irritante e saturada de tédio é aquela em que os adultos sobre as suas aventuras e sonhos. A maior falha dos educadores é desejar ensinar a realidade da vida aos seus filhos e alunos representando um teatro. Essa educação não forma pensadores, mas pacientes."

quarta-feira

Excerto IV do livro "Maria, a Maior Educadora da História"

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"Contemplar a história de um ser humano não é apenas ler o prefácio da sua vida como grande parte dos pais, professores, executivos, médicos fazem com quem está à sua volta, mas penetrar nos seus capítulos mais importantes. Não devemos ver comportamentos, mas observar a essência.
É preciso ter coragem e sensibilidade para interromper as nossas actividades e reunino-nos com quem amamos e perguntar: quem és tu? O que sentes? O que pensas? Será que amas seres imaginários e não pessoas reais?"

"Vocês procuram grandes eventos para serem felizes. Mas o segredo da felicidade encontra-se nas coisas simples e anónimas."

"Andar descalço na terra, sentir o «sabor» da água, apanhar uma fruta da árvore, ouvir o som de uma queda de água, sentir as ondas do mar tocando a praia com milformes silhuetas, admirar o ocaso e o nascer do Sol com os filhos são experiências riquíssimas e insubstituíveis.
Abraçar, doar-se, beijar, dialogar, relaxar, brincar com os jovens não pode custar dinheiro, mas pode ser caríssimo para a formação da personalidade."

terça-feira

Excerto III do livro Maria, a Maior Educadora da História"

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"O grande desafio é ter consciência da nossa pequenz. É compreender que, por mais que saibamos, todo o conhecimento que adquirimos é uma pequeníssima fracção do todo."

"Devemos de falar mais sobre os mistérios da vida, os conflitos humanos e as crises existenciais. Mostrar que a dúvida é mãe da criatividade, e o conflito, pai das novas ideias. Não se deve temer a dúvida nem nos perturbarmos diante dos conflitos."

"Os pais que educam os seus filhos para terem um contacto estreito com a natureza não apenas enriquecem a emoção, como impulsionam a expansão de estruturas cognitivas."

segunda-feira

Excerto II do livro "Maria. a Maior Educadora da História"

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"Leve os seus filhos e alunos, desde a mais tenra infância, a desenvolver a intuição. Conduza-os com paciência a observar as situações tensas por vários ângulo, a pensar noutras possibilidades diantes dos factos e, principalmente a habilidade de reflectir."

"Estudar os filhos pode ser um espelho para reflectir pelo menos um pouco a personalidade dos pais."

"O corpo não sobrevive se não for nutrido diariamente com proteínas, hidratos de carbono, gorduras. Do mesmo modo, a personalidade humana precisa de nutrientes contínuos para estimular a sua formação, alicercá-la e estruturá-la."

domingo

Excerto I do livro "Maria, a Maior Educadora da História

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"Educar é viajar pelo mundo do outros em nunca penetrar nele. É usar o que passamos para nos transformarmos no que somos.
O melhor educador não é o que controla, mas o que liberta."

"Educar é a tarefa intelectual mais fascinante e, ao mesmo tempo, a que mais revela a nossa impotência".

"A melhor maneira de gerar filhos e alunos frágeis diante dos desafios da vida é oferecer-lhes um ambiente isento de estímulos esgotantes. A ausência desses estímulos pode ser tão prejudicial para o desenvolvimento da inteligência como a presença maciça deles. Jovens educados em ambientes superprotegidos só conseguem brilhar se as situações forem previamente conhecidas."
 

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