sábado

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Hoje é o Dia Mundial do Livro, aproveite para oferecer um livro com História e histórias de humor!!!

"Heróis à Moda de Lisboa" é o terceiro livro da colecção, Heróis à Moda de…, da autoria da Lugar da Palavra Editora e coordenado por João Carlos Brito.
Sucede a Heróis à Moda do Porto (Janeiro de 2010) e a Heróis à Moda do Alentejo (Junho de 2010).
Já foi lançado também Heróis à Moda da Madeira e seguir-se-á Minho, Algarve e Trás-os-Montes, em 2011.
O projecto concluir-se-á, em 2013, com a publicação do Grande Dicionário dos Falares Marginais.

Podem adquirir o livro  na FNAC, na Bertrand, na Almedina, na Bulhosa/Leitura, no El Corte Inglés e na Wook/Porto Editora.

Também está à venda nas grandes superfícies (Auchan e Continente) e em muitas "pequenas" livrarias (Barata, Portugal e na Leya), em todo o país.
E, claro, também na editora Lugar da Palavra.

sexta-feira

Dia Mundial do Livro

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Amanhã é o Dia Mundial do Livro, aproveite para oferecer um livro com História e histórias de humor!!

segunda-feira

Uma frase do livro "A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafón

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«- Os presentes dão-se por prazer de quem oferece, não por mérito de quem recebe - disse o meu pai. - Além disso, já não se pode devolver. Abre-o.»

terça-feira

"A Sociedade Literária da Tarte da Casca de Batata de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows

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Título: A Sociedade Literária da Tarte de Casca de Batata

Autoras: Mary Ann Shaffer e Annie Barrows

Editora: Objectiva

Páginas: 377



Sinopse:
Londres, 1946. Depois do sucesso estrondoso do seu primeiro livro, a jovem escritora Juliet Ashton procura duas coisas: um assunto para o seu novo livro, e, embora não o admita abertamente, um homem com quem partilhar a vida e o amor pelos livros. É com surpresa que um dia Juliet recebe uma carta de um senhor chamado Dawsey Adams, residente na ilha britânica de Guernsey, a comunicar que tem um livro que outrora pertenceu a Juliet. Curiosa por natureza, Juliet começa a corresponder-se com vários habitantes da ilha. É assim que descobre que Guernsey foi ocupada pelas tropas alemãs durante a segunda Guerra Mundial, e que as pessoas com quem agora se corresponde formavam um clube secreto a que davam o nome de Sociedade Literária da Tarte de Casca de Batata. O que nasceu como um mero álibi para encobrir um inocente jantar de porco assado transformou-se num refúgio semanal, pleno de emoção e sentido, no meio de uma guerra absurda e cruel.



A minha opinião:
Este livro revelou-se uma leitura muito interessante.
A forma original como as autoras estruturam o livro, pareceu-me muito cativante. A troca de mensagens através de cartas, telegramas e telefonemas funcionou na perfeição. O leitor acaba por estar sempre ansioso em virar a página.

Conforme ia avançando na leitura deste livro, a sensação eraum deja vu. Quem ler isto é capaz de pensar, mas isto não faz sentido nenhum! Para mim fez! Comparei a Sociedade Literária da Casca da Batata à comunidade do Bookcrossing. A troca de mensagens no forum, a proximadade entre alguns membros, a troca de experiência, leva-nos a te uma relação de grande amizade, mesmo sem os conhecermos pessoalmente. Isso também acontece com a personagem principal, a Juliet com os membros da Sociedade. Através das cartas, Juliet cria uma relação muito próxima, até que chega uma altura é que há uma necessidade urgente de os intervenientes se conhecerem ao vivo e a cores.

Este livro, como já referi fala na amizade, na troca, na partilha e na necessidade das pessoas se reunirem para discutirem por algo que as une.

Bastante recomendável!

(Obrigada Ligiafteixeira por mais esta excelente partilha)

domingo

Carlos Vale Ferraz e Richard Zimler na 3ª Convenção do Bookcrossing

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Aqui está o maridão com o autor Carlos Vale Ferraz


Carlos Vale Ferraz e Richard Zimler foram os escolhidos para estarem presentes no painel do romance na 3ª Convenção do Bookcrossing.

Ainda não tive oportunidade de ler nenhum livro destes autores, mas brevemente já não direi o mesmo.
O maridão comprou "Fala-me de África" de Carlos Vale Ferraz, que já começou a ler.
Depois de constatar que já não havia livros do Richard Zimler à venda, tentei a Biblioteca Municipal. Lá encontrei o último livro do autor, "Os Anagramas de Varsóvia".
  


(Aqui está o Richard Zimler, eu e a Isabel Nunes, a tradutora dos livros do Harry Potter)


Foi uma pena estes dois autores terem tão pouco tempo de atena. O tempo foi muito curto para tudo aquilo que nós espectactores/leitores queriamos saber e que os autores tinham para nos contar.

Confesso que já tinha visto os livros do Richard Zimler nas pratelereiras das livrarias, mas não me tinham chamado a atenção. Não sei se tem a ver com as capas escolhidas para os livros, não sei... Só sei que este autor me passava ao lado.
Com o decorrer da conversa, fui ficando cada vez mais interessada em saber mais sobre este autor. Foi mesmo uma agradável surpresa.

sexta-feira

"Memórias de Gente Vulgar" de Armando Graça

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Sinopse:
Memórias de Gente Vulgar leva-nos a fazer uma viagem das origens do autor aos dias de hoje (1945 - 2010).
Como o título deixa antever, não há aqui berços de ouro nem se trata de desfilar sucessos, bem pelo contrário. Revelam-se aqui como enfrentaram as dificuldades de muitos dos portugueses nascidos logo após a II Guerra Mundial. E dá-se conta de como a procura de vidas melhores dá lugar a infâncias conturbadas.
Entra-se em África, pela Baía de Luanda, retendo cheiros, cores e sabores de um novo mundo.
Relatam-se aventuras e desventuras de prematuros empregos.
E sentem-se...
Sentem-se servidões, colonialismos e recismos oficialmente desmentidos.
Sentem-se alguns dos terrores que deram lugar a nova fuga, então apelidada de "retorno"...
Sentem-se as aventuras de quem volta ao seu país e se acha no estrangeiro, seja porque é mesmo assim, seja porque a Revolução dos Cravos agitou alguma coisa...
Sentem-se, ao longo das várias décadas, governos que desgovernam, empresas geridas para afundar e pessoas que não se comportam como tal...

Mas sente-se, acima de tudo e apesar de tudo, um constante fazer pela vida...

...ou talvez não!


Sobre o autor:
Para saber quem sou, leiam o livro "Memórias de gente vulgar".
Salvo detalhes de natureza privada, está lá tudo...


A minha opinião:
Este livro conta-nos a história de vida de um cidadão anónimo que depois de concluir o trabalho do 12º ano pelas Novas Oportunidades decidiu transformá-lo em livro. E em boa hora o fez!
Este cidadão anónimo dá-se pelo nome de Armando Graça e é uma verdadeira revelação no mundo da escrita.

Ao escrever a sua história de vida, Armando Graça fê-lo sem qualquer preconceito, contando os bons momentos como também, os menos bons. Em cada página lida, vamos tendo conhecimento que a vida deste homem não foi fácil. Foi um homem que nunca baixou os braços, a perservença foi o seu lema.
É uma história de vida que pode servir de inspiração e até mesmo de exemplo. O Armando Graça é um homem íntegro, os valores passados pelos pais nunca foram esquecidos.

Enquanto lia o livro, e perante a situação actual do país, pensava para os meus botões, se fosse o Armando Graça a governar Portugal...era bom ter assim um Primeiro-Ministro, um homem honesto, um homem culto, um homem que gosta de ajudar o próximo...

Aqui vai um recado para o  Armando Graça... já pensou em candidatar-se a algum cargo político...?

quarta-feira

Os Heróis à Moda de Lisboa na 3ª Convenção do Bookcrossing

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Os Heróis à Moda de Lisboa tiveram a oportunidade de fechar e julgo que posso dizer, com chave de ouro, a 3ª Convenção do Bookcrossing.




Apesar de não terem direito ao videozinho de apresentação, nem ao saquinho com as lembranças da terra e o tempo um pouco limitado, por já estar fora de horas, a apresentação dos Heróis foi um dos momentos altos do dia.




A Filipa Pedroso, a Fernanda Carvalho, a Ana Saragoça e o Marco António, foram os quatro autores a representar os restantes doze, que não puderam estar presentes, uns por motivos pessoais e outros por motivos profissionais.



Como as próprias fotos documentam, os Heróis à Moda de Lisboa são pessoas com humor. Falta-vos agora descobrir quanto disso puseram nos seus contos.




Cada um dos autores falou na aventura que foi e continua a ser, fazer parte deste grande pequeno projecto.

Também falaram um pouco dos contos que escreveram, deixando em aberto, de modo a que o público que estava na plateia ficasse com vontade de adquirir o livro.




Para saberem mais sobre os Heróis á Moda de Lisboa, podem segui-los no blogue com o mesmo nome, Heróis à Moda de Lisboa.

sexta-feira

"Obrigada pelas Recordações" de Cecelia Ahern

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Título: Obrigada Pelas Recordações

Autora: Cecelia Ahern

Páginas: 344

Editora: Editorial Presença

Colecção: Champanhe e Morangos



Sinopse:
Quando Joyce Conway acorda no hospital depois de uma queda grave, sabe que a sua vida nunca mais será a mesma. Não só perdeu o filho que carregava no ventre, como se apercebe que o seu casamento chegou a um beco sem saída. Mas estas não são as únicas consequências. Joyce simplesmente já não é a mesma pessoa. De repente disserta sobre arte e arquitectura europeias, tem hábitos alimentares completamente diferentes, fala sobre ruas parisienses onde nunca esteve… e cruza-se amiúde com um homem a quem sente que está estranhamente ligada… Tal como nos seus romances anteriores, Cecelia Ahern transforma o quotidiano em momentos mágicos, proporcionando uma leitura enternecedora e irresistível.


A minha opinião:
Toda a leitura deste livro foi hilariante, tirando a parte inicial, com hospitais, sangue e transfusões.
Confesso quando iniciei a leitura e me deparei com este cenário, pensei, não vou gostar. Enganei-me redondamente. Um livro onde as gargalhadas são obrigatórias

A autora tem uma forma muito própria de escrever. Faz a ligação perfeita entre a comédia e o romance.

O enredo da história está muito original. De tantos livros que já li, confesso que nenhum como "Obrigada pelas Recordações".
Joyce é uma mulher jovem. Depois de sair do hospital ,Joyce sente-se diferente. Começa a gostar do que antes não gostava, a falar línguas, que antes não falava, a ter conhecimentos, que antes não tinha. Todos pensam que a causa do novo comportamto da Joyce está no choque que teve quano perder o seu bebé tão desejado.
Este livro contém várias cenas divertidas, uma delas é a cena em que a Joyce e o pai chegam ao aeroporto de Dublin.

Já tinha lido da autora, o livro, "Para Sempre, Talvez" e achei o máximo. Além de me ter divertido bastante, gostei da forma como a autora estrututou o livro com os mails, as sms e os telefonemas.

Se querem dar umas boas gargalhadas, aqui está o livro perfeito para esse efeito!

Boas leituras!

quinta-feira

Excerto V do livro "Maria, a Maior Educadora da História"

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"Um educador magnífico escreve com uma mão no quadro da sala de aula e com a aoutra move o mundo, pois leva os seus alunos a construir projectos de vida e a batalhar por eles."

"Quem é educado para a vida tem mais hipóteses de brilharem todos os campos, pois não vive em função do brilho, mas do conteúdo."

"O maior erro dos educadores é não contar aos seus próprios erros aos jovens, pelo menos os que são possíveis de ser contados. O maior fracasso deles é não revelar as suas derrotas. A maior decepção é não falar das suas frustações.
A educação mais irritante e saturada de tédio é aquela em que os adultos sobre as suas aventuras e sonhos. A maior falha dos educadores é desejar ensinar a realidade da vida aos seus filhos e alunos representando um teatro. Essa educação não forma pensadores, mas pacientes."

quarta-feira

Excerto IV do livro "Maria, a Maior Educadora da História"

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"Contemplar a história de um ser humano não é apenas ler o prefácio da sua vida como grande parte dos pais, professores, executivos, médicos fazem com quem está à sua volta, mas penetrar nos seus capítulos mais importantes. Não devemos ver comportamentos, mas observar a essência.
É preciso ter coragem e sensibilidade para interromper as nossas actividades e reunino-nos com quem amamos e perguntar: quem és tu? O que sentes? O que pensas? Será que amas seres imaginários e não pessoas reais?"

"Vocês procuram grandes eventos para serem felizes. Mas o segredo da felicidade encontra-se nas coisas simples e anónimas."

"Andar descalço na terra, sentir o «sabor» da água, apanhar uma fruta da árvore, ouvir o som de uma queda de água, sentir as ondas do mar tocando a praia com milformes silhuetas, admirar o ocaso e o nascer do Sol com os filhos são experiências riquíssimas e insubstituíveis.
Abraçar, doar-se, beijar, dialogar, relaxar, brincar com os jovens não pode custar dinheiro, mas pode ser caríssimo para a formação da personalidade."

terça-feira

Excerto III do livro Maria, a Maior Educadora da História"

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"O grande desafio é ter consciência da nossa pequenz. É compreender que, por mais que saibamos, todo o conhecimento que adquirimos é uma pequeníssima fracção do todo."

"Devemos de falar mais sobre os mistérios da vida, os conflitos humanos e as crises existenciais. Mostrar que a dúvida é mãe da criatividade, e o conflito, pai das novas ideias. Não se deve temer a dúvida nem nos perturbarmos diante dos conflitos."

"Os pais que educam os seus filhos para terem um contacto estreito com a natureza não apenas enriquecem a emoção, como impulsionam a expansão de estruturas cognitivas."

segunda-feira

Excerto II do livro "Maria. a Maior Educadora da História"

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"Leve os seus filhos e alunos, desde a mais tenra infância, a desenvolver a intuição. Conduza-os com paciência a observar as situações tensas por vários ângulo, a pensar noutras possibilidades diantes dos factos e, principalmente a habilidade de reflectir."

"Estudar os filhos pode ser um espelho para reflectir pelo menos um pouco a personalidade dos pais."

"O corpo não sobrevive se não for nutrido diariamente com proteínas, hidratos de carbono, gorduras. Do mesmo modo, a personalidade humana precisa de nutrientes contínuos para estimular a sua formação, alicercá-la e estruturá-la."

domingo

Excerto I do livro "Maria, a Maior Educadora da História

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"Educar é viajar pelo mundo do outros em nunca penetrar nele. É usar o que passamos para nos transformarmos no que somos.
O melhor educador não é o que controla, mas o que liberta."

"Educar é a tarefa intelectual mais fascinante e, ao mesmo tempo, a que mais revela a nossa impotência".

"A melhor maneira de gerar filhos e alunos frágeis diante dos desafios da vida é oferecer-lhes um ambiente isento de estímulos esgotantes. A ausência desses estímulos pode ser tão prejudicial para o desenvolvimento da inteligência como a presença maciça deles. Jovens educados em ambientes superprotegidos só conseguem brilhar se as situações forem previamente conhecidas."

sábado

"Maria, A Maior Educadora da História" de Augusto Cury

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Título: Maria, A Maior Educadora da História

Autor:  Augusto Cury

Editora: Livros D’Hoje


Colecção: Hora Actual

Páginas: 176
 
 
Sinopse:
Dez princípios que Maria utilizou para educar o menino Jesus.

Educar é viajar no mundo do outro sem nunca penetrar nele. É usar o que pensamos para nos transformar no que somos.

O maior educador não é o que controla, mas o que liberta. Não é o que aponta os erros, mas o que os previne. Não é o que corrige comportamentos, mas o que ensina a reflectir. Não é o que observa apenas o que é tangível aos olhos, mas o que vê o invisível.

Não é o que desiste facilmente, mas o que estimula sempre a começar de novo.

Um bom educador abraça quando todos rejeitam; anima quando todos condenam; aplaude os que nunca subiram ao pódio; vibra com a coragem de disputar dos que ficaram nos últimos lugares. Não procura o seu próprio brilho, mas faz-se pequeno para tornar os seus filhos, alunos e colegas de trabalho grandes.

Que educador daria conta desta missão?

Este livro é uma visão da psicologia, psiquiatria e pedagogia sobre a mulher mais famosa e desconhecida da História.



A minha opinião:
É um livro extraordinário.
Este livro,  foi sem dúvia, o melhor que li de Augusto Cury. Talvez tenha a ver com o facto de ser mãe. Tocou-me profundamente.

Educar um filho é a tarefa mais difícil de desempenhar, mas altamente compensadora.

 Ler Augusto Cury é sempre uma lufada de ar fresco. Sabe tão bem, ficamos tão frescos e ao mesmo tempo ansiamos por mais frescura, o que traduzindo à letra, quer dizer, mais conhecimento.

A escrita do autor é muito própria. Estava a ler este livro e quase que tinha a sensação que o autor estava a conversar comigo.
O autor transborda conhecimento e partilha-o com os seus leitores.

Se pensam que é um livro que aborda a vertente religiosa, deseganem-se, porque não é nada disso. Neste livro, ficamos a saber porque é que Deus escolheu Maria para seu a mãe do seu filho. Maria possuía duas virtudes, a arte de agradecer e também a arte de reagir.
Ao longo deste livro, vamos conhecendo, passo a passo, os princípios que Maria seguiu para educar Jesus.

Vamos Jogar?

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1- Não tenho por hábito ler livros que já li.
    Escolheria o que acabei de ler, "Maria, a maior educadora da História" de Augusto Cury.


2- Sei lá...tantos...
    "Maria, a maior educadora da História" de Augusto Cury


3- Depende do gosto pessoal de cada leitor.
     Recomendaria "Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas" de Augusto Cury


4- Chuva de Livros

    Sofia e os Livros

    SILÊNCIOS QUE FALAM

    Refúgio dos Livros

    BiblioMigalhas

   A Galáxia dos Livros

   Sombra dos Livros

   Planisfério Pessoal

  ...Os devaneios da Jojo...
 
   My Imaginarum


5- http://otempoentreosmeuslivros.blogspot.com/- Beijinhos Cris!

terça-feira

Poemas de Samuel Pimenta no Museu Nogueira da Silva, em Braga

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Dia 17 de Março, a partir das 21h, visite a exposição organizada por Sara Gonçalves no Museu Nogueira da Silva, em Braga, onde poderá encontrar alguns poemas de Samuel Pimenta, um dos contemplados com o VI Prémio Literário Valdeck Almeida de Jesus 2010, Brasil.


Além de poesia, poderá encontrar desde fotografias, pinturas e livros especialmente seleccionados para a exposição, de diversos autores.

Contamos com a sua presença.

segunda-feira

Samuel Pimenta na Universidade do Minho - II Jornadas de Filosofia

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O escritor Samuel Pimenta, no âmbito das II Jornadas de Filosofia da Universidade do Minho - "Filosofia e Arte", organizadas pelo NEFILUM (Núcleo de Estudantes) e pela Direcção do curso de Filosofia, estará presente na Universidade do Minho no dia 17 de Março de 2011, pelas 17h30m, para uma palestra sobre «Poesia», género no qual o autor de "Heros, O Escolhido" escreve desde os 13 anos.

Samuel falará dos seus poemas, das temática...s que aborda e da experiência enquanto autor do blogue de poesia "Linhas", quase a completar 2 anos.

Estão, desde já, convidados. Contamos com a vossa presença.

sexta-feira

"Era melhor não saber" de Barbara Taylor Bradford

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Sinopse:
Quem matou Sebastian Locke? Por que alguém desejaria acabar com a vida do filantropo que doava fortunas por ano para ajudar vítimas de guerras, epidemias e catástrofes? Quem teria interesse no extermínio do patriarca de uma das tradicionais famílias americanas? Vivienne Trent, jornalista de Nova York e ex-mulher de Locke, decide investigar as circunstâncias misteriosas que cercam a morte de um homem que, aparentemente, não tinha inimigos. A busca obstinada pela verdade a leva a revelações chocantes sobre paixões proibidas - segredos que seria melhor jamais ter descoberto. Os romances de Barbara Taylor Bradford, como Lembranças, Uma mulher de fibra e Tudo a ganhar, são sinónimos de sucesso em 85 países, com quase 50 milhões de exemplares vendidos. A autora, que vive em Nova York, foi repórter até 1979, quando trocou o jornalismos pela literatura."


A minha opinião:
Já tinha lido algumas críticas muito favoráveis sobre esta autora e de facto, confirma-se!
Quando comecei a ler este livro, pensei que seria uma bela história de amor com algum suspense. Enganei-me redondamente. Foi muito mais que isso!!! Um livro com um enredo com muita imaginação. Uma trama quase que inimaginável.

Se todos os livros da autora são assim tão originais, então quero mais!!!!

A partir do meio do livro, a história começa a aquecer até chegar a um calor abrasador, não na vertente do romance, mas na surpresa. É surpresa atrás de surpresa!

"Era melhor não saber" conta-nos a história de Sebastian Locke, o último filantropo. Sebastian aparece morto em circuntâncias muito estranhas. Vivianne, uma das ex-mulheres de Sebastian, vai tentar descobrir o que aconteceu.

Não vou adiantar mais, ... leiam e sejam SURPREENDIDOS!!!
(Obrigada brisa-do-mar!)


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Título: Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas

Autor: Augusto Cury

Desvendando o fascinante mundo da mente humana.

Páginas: 112

Editora: Livros d'Hoje



Sinopse:
Neste livro inédito, Augusto Cury partilha com os leitores as suas reflexões sobre o fascinante mundo da mente humana.

Somos a única espécie, de entre milhões na natureza, que pensa, tem consciência de si mesma e escreve a sua história. Um privilégio indescritível. Mas será que temos andado a escrever uma história que nos liberta ou que nos aprisiona? Muitos vivem em sociedades livres, mas são escravos das suas emoções. Não treinam a sua psique para construir um amor inteligente e uma mente brilhante e, por isso, desenvolvem transtornos psíquicos que os controlam e que asfixiam os outros.

Todos nós queremos uma mente saudável, regada ao prazer, livre, segura, flexível, criativa, mas com frequência deixamos a nossa mente irresponsavelmente solta, sem cuidado e resguardo. Mentes tímidas, agitadas, ansiosas, imaturas, pessimistas, amedrontadas, flutuantes e depressivas são consequência dessa falta de gestão e protecção.

Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas aborda estes temas com base na Teoria da Inteligência Multifocal, que o autor tem vindo a desenvolver ao longo de mais de 25 anos.


Sobre o autor:
Augusto Cury é psiquiatra, psicoterapeuta, escritor e cientista. Desenvolve em Espanha pesquisa em Ciência da Educação e, após a construção da teoria de Inteligência Multifocal, continua a desenvolver estudos sobre as dinâmicas da emoção e da construção dos pensamentos. Dirige a Academia da Inteligência no Brasil, um instituto de formação para psicólogos, educadores e outros profissionais, e actualmente os seus livros são usados em pesquisas de pós-graduação nas mais diversas áreas das Ciências Humanas.

À sua actividade, alia ainda a participação em congressos e conferências em diversos pontos do mundo, onde os seus livros estão publicados.


A minha opinião:
Os livros deste autor são ÚNICOS. São livros para reflectir. São livros ricos em sabedoria.
 
Neste livro, o autor debruçou-se sobre a mente humana. Dá-nos as dicas e as ferramentas necessárias para aprendermos a conhecer o nosso "eu". Muitas vezes, damos importância ao lixo que nos rodeia e não tratamos do lixo que vai na nossa cabeça. De uma forma muito simples e directa, o autor ajuda-nos a ultrapassar alguns obstáculos, como por exemplo, colocar-nos na posição do outro, para podermos entender o outro lado.
Quando li sobre este assunto, lembrei-me que algumas vezes, tento colocar-me na posição do outro, para ter a noção se estou a ser justa ou não. Aquela expressão bem conhecida «não faças aos outros, o que não gostas que te façam a ti» é muito verdadeira.  É o meu lema de vida.

Acerca do amor, o autor define-o desta forma:
«Homens e mulheres querem o perfume das flores, mas não têm coragem de sujar as suas mãos para as cultivar. O amor é a mais delicada planta do território da emoção.Sem cuidado, não sobrevive. Sem protecção, não resiste aos invernos do processo existencial.»
 
Todos os seres humanos  deviam de saber que somos todos iguais, independentemente da cor que se tenha, ou da religião que se pratica. Esta frase define bem o que é o ser humano:
« O tráfico de mulheres movimenta mil milhões de dólares, seres humanos negros ainda são descriminados,  maioria dos palestinos e judeus odeia-se, curdos e iraquianos não vivem em harmonia, religiosos radicais vivem em disputas pelo mundo. Classificamo-nos, descriminamo-nos e excluímo-nos pelo nosso superficialismo intelectual, sem ter plena consciência de que somos todos Homo Sapiens, todos pertencemos à fascinante família humana e temos as mesmas necessidades essenciais, como amar, sonhar, ter prazer, relacionarmo-nos, falar de nós mesmos, ter um ombro para chorar

Obrigatório ler este livro!

quinta-feira

"O Jogo do Acaso" de Penny Vincenzi

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Título: O Jogo do Acaso

Autora: Penny Vincenzi / Tradução:

Páginas:

Editora: Porto Editora




Sinopse:
Uma fracção de segundo foi quanto bastou para que o caos se instalasse na congestionada auto-estrada que liga Londres ao País de Gales. Um acidente de viação de grandes proporções gera o pânico, substitui a confiança pelo medo e a impotência toma conta dos presentes.


Jonathan, um obstetra carismático e bem-sucedido; Toby, o noivo com um segredo obscuro a caminho do seu casamento, e o seu leal amigo Barney; Georgia, uma jovem aspirante a actriz, desesperada por chegar a Londres para uma audição importante que poderá lançar a sua carreira; Mary, a viúva que percorre centenas de quilómetros para reencontrar o seu primeiro amor, que não vê há mais de 50 anos; William, o agricultor que presencia o drama que se desenrola no outro lado da encosta; e Emma, a atraente médica do hospital da zona que presta assistência aos sinistrados.De um momento para o outro, ver-se-ão enredados num poderosíssimo jogo de acção-consequência, cujos efeitos mudarão as suas vidas irremediavelmente. Mas será para melhor ou para pior?

Poderá alguém resistir à inevitabilidade do Acaso?


A minha opinião:
É o primeiro livro que leio desta autora e gostei pela sua forma simples mas bastante criativa de escrever.

Um livro magnífico.
Uma história muito bem estruturada, onde não faltam o romance, a maldade, o humor e também o suspense.

A autora soube descrever com mestria, passo a passo o antes, o durante e o depois do acidente. Nunca se perde o fio à meada, mas também nunca se sabe tudo.
A escolha dos personagens também foi muito variada, desde a jovem rapariga, uma aspirante a actriz, ao médico ginecologista que vive aparentemente um casamento feliz, ao agricultor, ao camionista, à médica que não tem idade para ser médica, à sexy fotógrafa que tem um caso com um homem casado até à senhora idosa, que quer reencontrar o seu grande amor, sessenta anos depois.

Como é possível que numa fracção de segundos, vidas possam mudar o seu percurso.

(Obrigada bluepeace pela partilha!)
 

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