segunda-feira

"20 Mulheres para o Século XX" de Inês Pedrosa

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Título: 20 Mulheres Para o Século XX

Autora: Inês Pedrosa

Páginas: 288

Editora: Dom Quixote



Sinopse:
O século XX marcou a entrada das mulheres na História e pôs fim à crença segundo a qual as mulheres "eram aquela metade de uma espécie de mamíferos que se destina aos nascimentos". Ainda estamos a sentir o impacto desta mudança profunda, que abriu às mulheres o mundo do trabalho e do poder, aos o mundo dos afectos, e a ambos a nova aventura da intimidade. Foram felizmente muito mais de vinte mulheres que marcaram o mundo neste primeiro século de emancipação. Muitas outras podiam ter cabido neste número redondo, que serve apenas como marco dos dezanove anteriores séculos de silêncio.

Sophia de Mello Breyner Andersen / Hanna Arendt / Simone de Beauvoir / Agustina Bessa-Luís / Coco Chanel / Agatha Christie / Marie Curie / Bette Davis / Isadora Duncan / Frida Kahlo / Carson McCullers / Golda Meir / Marilyn Monroe / Eva Peròn / Maria João Pires / Paula Rego / Amália Rodrigues / Lou Andreas Salomé / Madre Teresa / Virginia Woolf.


Sobre a autora:
Inês Pedrosa (n. 1962) é licenciada em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa. Trabalhou em vários jornais ("O Jornal", "JL", "O Independente", "Expresso") e revistas ("Marie Claire", de que foi directora durante 3 anos e "Ler"). O seu primeiro romance, "A Instrução dos Amantes", foi publicado em 1992, e nele traçava as estratégias da vida adulta sobre um microcosmos de adolescentes suburbanos. Cinco anos mais tarde surgiu "Nas Tuas Mãos", onde a autora nos leva a imaginar o Portugal das últimas décadas, através das emoções das três protagonistas, três mulheres (avó, mãe e filha) que cruzam destinos e memórias que atravessam o século XX.

Publicou ainda uma magnífica "Fotobiografia de Cardoso Pires", e os livros "20 Mulheres para o Século XX" e "Poemas de Amor (antologia de poesia portuguesa)", que seleccionou, organizou e prefaciou, ambos editados por Publicações D. Quixote. Prepara um novo romance, que sairá ainda este ano.


A minha opinião:
Um livro magnífico!

É o primeiro livro que leio da Inês Pedrosa. Gostei da escrita da autora, clara, leve e muito interessante.

Uma leitura muito educativa, pois dá-nos a conhecer a vida de vinte mulheres que mudaram a forma de ver e de estar das mulheres da altura e estamos a falar nos anos 30 e 40. Estas mulheres que viveram à frente no seu tempo.
Nesta altura, as mulheres eram vistas unicamente para serem simples donas de casa e mães de familía, ou seja, uma vida muito limitada.

(Biblioteca do Cacém)

sábado

Duelo entre os "Heróis à Moda de Lisboa" e os "Heróis à Moda do Alentejo"

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Hoje no Fórum Almada às 16 horas, o duelo entre os "Heróis à Moda de Lisboa" e os "Heróis à Moda do Alentejo".

Contamos com a vossa presença!!!

sexta-feira

Apresentação dos "Heróis à Moda de Lisboa" na Almedina (Atrium do Saldanha)

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Hoje, dia 19 de Novembro pelas 18:30 na Almedina (Atrium do Saldanha) mais uma apresentação este divertissímo livro. Na mesa estará a Filipa Pedroso, João Castela Cravo e João Pedro Teixeira. Também poderá entrar entre o público mais alguns dos autores, como a Maria Eugénia Ponte e a Rita Capristano.

Gostaríamos de contar com a vossa presença!!

quinta-feira

Apresentação d' "O Escolhido" na Fnac do Chiado

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Dia 20 de Novembro, no próximo sábado, Samuel Pimenta estará na Fnac do Chiado, em Lisboa, pelas 17h, para mais uma apresentação d' "O Escolhido". O autor terá todo o prazer em partilhar esta apresentação com os leitores.

Contamos convosco!!!

Apresentação a cargo de:
Sofia Teixeira, do blog http://branmorrighan.blogspot.com/

terça-feira

"Heróis à Moda de Lisboa" de Vários Autores

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Título: Heróis à Moda de Lisboa

Autores: Vários

Páginas: 224

Editora: Lugar da Palavra

Sinopse:
Inclui Dicionário Alfacinha da gíria e do calão de Lisboa Chala-te, a Jota tá aí a batê-las... Vai cair o Carmo e a Trindade! Já cá canta um parro e um arquilho. Mexe os calcantes ou ficas de galdinas na mão… Chiça, esta foi resvés Campo de Ourique!

O livro que faltava. Os falares marginais de Lisboa no seu melhor: o "malandrim" lisboeta, a gíria das novas tribos urbanas, os pregões tradicionais, o calão dos becos e ruelas… tudo reunido numa obra única e com muito humor, onde os heróis são todos de Lisboa: desde Ulisses ao cidadão anónimo, passando por Santo António, Marquês de Pombal, Luciano das Ratas ou pela garina do shopping.Se este livro fosse anunciado com os típicos pregões lisboetas, seria assim, certamente:

- Ó freguesa, mexa o cu que, pl'o preço de uma dúzia, leva mais três à borliú...
- Ó viva da Costa, ó pr'a eles a fazer caretas no jardim das tabuletas...
- Olha o rajá fresquinho! É pró bacano e pró bétinho!
- Olhó nogá! Quem perde é quem não está!
- Quentes e boas! Piadas e piadinhas prós meninos e prás meninas...

E porque Lisboa também tem falares e expressões muito suas, para que a paisagem portuguesa não fique a anhar, a freguesa e o freguês (que é como quem diz, o leitor) têm o Dicionário Alfacinha.
 
A minha opinião:
Concordo, era mesmo o livro que faltava! Um livro único!

Vou começar por falar na capa. Uma capa colorida e bastante original onde pode ver o Marquês de Pombal, o Santo António e uma garina a sobrevoarem a Torre de Belém.
Na contracapa, pode ler a sinopse e sentir um leve cheirinho do que vai  poder encontrar dentro deste divertissímo livro.

O livro é composto por quinze contos e divide-se em três partes. A primeira parte retrata uma Lisboa de tempos remotos e pode encontrar personagens como o Ulisses, o Martim Moniz, o Marquês de Pombal, o Santo António e a vidente Maria de Macedo. A segunda parte, mostra uma Lisboa do século XX, onde se pode encontrar o Luciano das Ratas, o Zé do Telhado e o Diogo Alves, a Sopeira, a Leiteira, a Madame Villaret e as manas Perliquitetes. Na terceira e última parte, vai ver uma Lisboa actual onde se pode cruzar com personagens como as vizinhas bisbilhoteiras, o Segurança e a Menina do Shopping, o Aluno do Lyceu Camões e o Cidadão Anónimo.

Uma leitura bastante divertida, onde tive a oportunidade de conhecer um pouco mais da gíria alfacinha, afinal também me considero um pouco alfacinha, são vinte e dois anos a trabalhar em Lisboa.
Senti-me viajar pelas diferentes zonas de Lisboa, desde o Castelo de São Jorge, passando pelo Martim Moniz, Bairro Alto, Saldanha onde se situa o Liceu Camões até à zona da Junqueira.

Obrigada aos Heróis á Moda de Lisboa pela excelente leitura!

quarta-feira

Fotos dos "Heróis à Moda de Lisboa"

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Ontem o Museu da Cidade teve casa cheia!













sexta-feira

Desabafo de ansiedade: Heróis à Moda de Lisboaaaaaaaaaaaaaaaa

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Uau.
Quem diria, não é?
Amanhã é o lançamento do livro que conta com um conto escrito por mim, e a sensação é fantástica. O livro já está à venda, já estive com ele na mão e... Uau.
Gostei muito de escrever o conto para o projecto. A primeira questão com que me deparei foi: Onde vou situar a história? Lisboa é imensa, tem tantos sítios interessantes, locais, ruas... Muitos dos maiores escritores portugueses iam para cafés (quer fosse para as suas tertúlias, quer fosse para escrever) e por isso estes ficaram famosos. Podia acontecer alguma coisa interessante aí. Porque não? Ou então, perto de um monumento com uma história curiosa. Eu queria um local que me dissesse algo, marcante, de grande importância para a personagem principal que ainda não tinha criado.
Mas encontrei o meu local perfeito e descobri uma personagem curiosa da qual gostei muito, e algumas outras que ainda me fazem rir só de pensar nelas.
Amanhã, no Museu da Cidade, às 15h, 16 autores felizes e ansiosos vão apresentar o livro "Heróis à Moda de Lisboa" e adoravam poder contar com a vossa presença ;)
Ficaram curiosos? Porque não aparecem....?
Até amanhã.

terça-feira

Samuel Pimenta apresenta "O Escolhido" na Cidade Invicta!

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Samuel Pimenta tem o prazer de vos convidar para as apresentações do livro "O Escolhido" na Fnac do Norte Shopping  (dia 6 de Novembro de 2010, sábado, pelas 17h00)  e na Fnac de Sta. Catarina (dia 8 de Novembro de 2010, segunda-feira, pelas 18h00). 

Não faltes!!

"Uma Família Diferente" de Theresa Schedel

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Título: Uma Família Diferente

Autora: Theresa Schedel

Páginas: 208

Editora:  Presença

Colecção: Grandes Narrativas


Sinopse:
Este mais recente romance de Theresa Shedel traz-nos de novo ao convívio da família Breça de Miranda - conhecida de todos os que leram A Morte de Uma Senhora-, aos seus afectos e desafectos, às suas singularidades, às suas personagens únicas e cativantes. E é uma personagem muito em particular - o Beto, um garoto de dez anos, sobrinho-neto da tia Margarida da Quinta do Capitão, que vem pôr em alvoroço todo o universo dos Breça de Miranda, desafiando as posições e atitudes mais conservadoras dos seus, ainda incrédulos, parentes. Na verdade, naquele famigerado Verão em que tudo aconteceu, ninguém queria acreditar que o filho da Clara e do Afonso tinha desaparecido, e a frase "o Beto fugiu", repetida, entre o pânico e a perplexidade, pelos vários Breça de Miranda, iria marcar tão-somente o início de toda uma série de acontecimentos absolutamente inéditos, situados algures entre o rocambolesco e o surrealista, que viriam a abalar aquela família. Mas o grande responsável foi o Verão, e mais precisamente o mês de Agosto, verdadeira caixa de Pandora sempre pronta a libertar sabe Deus que vaga alterosa de insuspeitadas paixões e arrebatamentos… Uma Família Diferente é um romance admirável que revela um delicioso e sofisticado sentido de humor.


A minha opinião:
Não consegui ter com este livro, o mesmo tipo de empatia que tive com o anterior, "A Morte de uma Senhora".
Depois de ler 74 páginas senti-me um pouco desiludida. Esperava muito mais da história, ainda mais sendo uma continuação da família Breça de Miranda.

Este livro é um retrato da nossa sociedade actual. As famílias monoparentais, o sucesso profissional das mulheres e os casamentos desfeitos são alguns dos ingredientes deste livro.

A trama inicia-se no dia um de Agosto, para muitos, mês de férias. Beto é sobinho-neto da Margarida Breça de Miranda, a actual Capitoa e devido a um imprevisto profissional da mãe, vai ter que ir de férias com tio Raul, irmão da mãe. Clara, a mãe de Beto não tem outra solução senão deixar Beto com o tio Raul. Antes de irem para a casa que Clara alugou, o tio Raul resolve fazer uma paragem num parque de campismo para visitar uma amiga.
As coisas correm tão bem ou tão mal, que Beto resolve fugir.
Já em Lisboa, Beto trava conhecimento com D.Berta no Jardim da Estrela. Esta vendo que ele está sozinho e não tem para onde ir, acolhe-o em casa.
Beto não é uma criança como as outras e por isso, os pais ao saberem do seu paradeiro, deixam-no ficar, ainda mais sabendo que são pessoas de confiança.

Apesar de ser uma história interessante, na minha opinião, faltam condimentos mais apurados para que o leitor possa saborear este livro como um prato principal e não como uma sobremesa.

(Obrigada trisousa pelo BookRing!)

segunda-feira

Orbias - O Demónio Branco

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Orbias - O Demónio Branco


Sinopse:
As coisas mudaram desde a derradeira separação entre a Terra e Orbias há um ano atrás. Noemi é agora uma estagiária na redacção de uma revista e, Grand City. Leva uma vida solitária e mantém pouco contacto com Adam e Lorelei. Mas enquanto se esforça para esquecer todos os trágicos acontecimentos do passado, o inesperado acontece: os seus poderes de Omnisciência regressam e volta a transformar-se em Guerreira. Para piorar a situação, está constantemente a ver o rosto de Sebastian e a sentir o seu perfume. Será que afinal os mundos não foram definitivamente separados? Será possível o regresso a Orbias, para junto das outras Guerreiras? Na sua loucura obsessiva, Noemi convence-se a si própria de uma coisa: Sebastian está vivo! O Demónio Branco é o segundo volume da saga Orbias, a original história de fantasia que veio agitar o género em Portugal.

O que acontece quando te apaixonas por alguém que já não existe?

Noemi. Belladonna. Lorelei. Rouge. Lily-Violet. Riddel. Sebastian. Adam.

Estas são as personagens de Orbias – O Demónio Branco um ano após a derradeira sepação dos mundos. Mas elas voltam ao nosso imaginário mais maduros, sábios e sombrios. Bem-vindos à nova aventura de Noemi e das guerreiras.


Uma das coisas comentadas no lançamento do livro, em Setembro, foi a grande maturidade que se revela do primeiro para o segundo livro, tanto a nível da escrita como às personagens em si. Ainda assim, não estou certa de ter estado preparada para o impacto. E tal como muitos outros leitores, aprecei muito mais esta segunda dose de Orbias.

No ínicio, Noemi luta para se manter à tona da única maneira que conhece, tentando encontrar uma maneira de regressar a Orbias e, quem sabe? Uma maneira de reencontrar o eterno Sebastian. O rapaz orbiano rege toda a sua incessante procura, até ao esgotamento das suas forças.


No início, ela está sozinha, tal qual heroína destruída perseguindo os maus da fita, apenas em troca de informações. Ela não se quer envolver noutra luta ou missão das guerreiras; só quer poder regressar para procurar Sebastian. Mas, no meio das suas tentativas, Noemi vai encontrar o apoio quase incondicional de Adam, a recusa de Lorelei e umas quantas surpresas.


As minhas personagens favoritas são, no geral, donas de um particular sentido de humor e de instintos apurados. Estou a salientar Noemi, Belladonna e Sebastian, que se deixam guiar pelo que sentem em vez de seguir um plano. Às vezes, bem tentam, mas como em qualquer boa história surgem sempre percalços complicados e incontáveis imprevistos. Mas as personagens não desistem…


Recomendo vivamente este livro, que considero bastante diferente do anterior. Se gostaram de As Guerreiras da Deusa, vão adorar O Demónio Branco.


Cinco estrelas.

Critíca por Filipa Pedroso

sexta-feira

"A Morte de uma Senhora" de Theresa Schedel

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Título: "A morte de uma senhora"

Autora: Theresa Schedel

Páginas: 165

Editora: Presença




Sinopse:
«A Morte de Uma Senhora», da mesma autora de «As Casas da Celeste», é um romance de grande qualidade, que alia à riqueza e intensidade dos quadros e das personagens retratados, o bom gosto de uma prosa extremamente elegante e requintada. É uma saga de uma família de tradições aristocráticas, dominada pela força do elemento feminino, que nos vai sendo revelada com um enorme sentido da complexidade e subtileza que envolvem a intimidade familiar, e uma sensibilidade profundamente lúcida e sagaz. Após dez longos anos de ausência, Margarida Breça de Miranda regressa ao seu país, à sua família e ao seu passado. Na Quinta do Capitão, com o seu vasto casarão branco, em plena Estremadura, Lúcia Breça de Miranda, aquela figura pequenina e frágil a quem todos chamam a Capitoa, e que sempre foi o pilar mais sólido de toda a família, aguarda a morte na grande cama de pau-santo, e salva as suas últimas energias para receber, ainda com vida, a filha há tanto esperada. O tempo, impiedoso, vai-se escoando, e há tanto para contar, revelações silenciadas, segredos guardados ao longo dos anos, expectativas, desejos, palavras inauditas que irão alterar para sempre a visão que margarida construiu do pequeno mundo dos Breça de Miranda. Uma obra notável, imbuída de sabedoria de vida, profundamente humana no sentido mais amplo da palavra.


Sobre a autora:
Theresa Schedel é um nome bem conhecido do público português. Inicialmente, foram as suas obras de cariz histórico: Os Painéis de São Vicente de Fora – As Chaves do Mistério, Os Painéis de São Vicente de Fora – Investigação ou Adivinhação?, ou ainda, Os Primeiros Tempos dos Portugueses na Índia – que a deram a conhecer aos leitores. Mais tarde, estreou-se na ficção com a narrativa As Casas da Celeste, editada pela Presença, a que se seguiram A Morte de Uma Senhora, O Mosteiro e a Coroa (Prémio Máxima de Literatura, 2006), e Uma Família Diferente. O seu ensaio Na Rota da Pimenta, publicado também pela Presença, suscitou críticas muito elogiosas e foi distinguido com o Prémio Máxima de Ensaio 2008.

A minha opinião:
Sendo um livro com apenas 165 páginas, o que para mim é um livro pequeno, não foi uma leitura fácil. Este livro exigiu uma leitura mais atenta.

Uma história muito bem construída, que retrata a vida das grandes famílias de antigamente. Os casamentos por conveniência, o poder do apelido, o trabalho doméstico nas grandes casas, os segredos de família e o poder que o patricarca, este caso, a  matriarca exercia sobre a família...

Quando estava a ler este livro, lembrei-me das conversas da minha mãe acerca da sua infância, numa casa enorme com muitos tios, primos, criadas e avós.
A certa altura a autora fala do hábito que havia das pessoas se aquecerem no Inverno na braseira e eu lembro-me de ser pequenita e de me aquecer numa braseira em casa da mãe da minha tia.

Lúcia de Albuquerque e Meneses, mais conhecida como a Capitoa encontra-se às portas da morte, mas antes que isso aconteça, pede a presença da filha, Margarida, que vive no estrangeiro.

O leitor vai ficar preso às páginas onde a Capitoa desvenda os segredos da família Breça de Miranda  à filha Margarida.

Recomendo a leitura deste pequeno grande livro!

(Obrigada trisousa pelo BookRing)

domingo

"O Vale das Bonecas" de Jacqueline Susann

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Título: O Vale das Bonecas

Autora: Jacqueline Susann / Tradução: Fernanda Pinto Rodrigues

Páginas: 480

Editora: Europa-América


Sinopse:
Anne, Neely e Jennifer são três jovens fortes, independentes e com muita sede de viver. Mas quando os sonhos da vida se despenham contra os rochedos da desilusão , precisam de algumas «bonecas» -comprimidos calmantes, excitantes, ansiolíticos ou opiáceos – para sobreviver…

Anne: ingénua e doce, mas ansiosa por descobrir tudo o que a vida tem para oferecer…

Neely: um espírito rebelde. Órfã desde a mais tenra idade, só ambiciona uma coisa na vida – rios de dinheiro!

Jennifer: com um corpo de fazer parar o trânsito, este imã sexual só deseja uma coisa – casa e assentar.

Amor, traição, desejo e dependência são retratados em toda a sua crueza neste romance inesquecível, considerado um clássico da literatura norte-americana.

Sobre a autora:
Jacqueline Susann nasceu em Filadélfia em 1918 e faleceu em 1974.
Jacqueline Susann foi uma das primeiras mulheres – e certamente a primeira autora de literatura dita «comercial» – a ocupar os tops de vendas, e o seu sucesso e popularidade não a fizeram ganhar muitos amigos dentro do establishment literário.

Truman Capote disse num programa de televisão de grande audiência, quando lhe perguntaram o que achava de Jaqueline Susann: «Ela parece um camionista travesti.» Quando a editora de Susann exigiu um pedido de desculpas, Capote declarou, no mesmo programa, que queria pedir desculpas «a todos os camionistas que se possam ter ofendido com o meu comentário.»

E o premiadíssimo Gore Vidal disse acerca dela: «Esta mulher não escreve, ela bate à máquina!» Contudo, Jackie encarava estas críticas com bom humor: considerava-se uma contadora de histórias, preocupava-se em criar retratos realistas e em abordar temas novos e o afecto do público eram encorajamento suficiente.

"O Vale das Bonecas" é considerado o livro mais vendido de todos os tempos.

A minha opinião:
Não foi por acaso que este livro foi considerado como o "maior best-seller feminino de todos os tempos. Como ingredientes principais vamos encontrar a ambição, o poder, o amor e a traição. O glamour e a beleza, também são presenças constantes na vida das vedetas, como a dependência das drogas e do alcóol.

As amizades verdadeiras assim como o amor sincero de homem/mulher são sentimentos raros neste ambiente. As vedetas acham-se acima de qualquer pessoa, pois são elas que têm o poder e o dinheiro, daí serem pessoas egocêntricas e como tal, só pensam em si. Reagem mal à rejeição e quando isso acontece a fuga é ingerir algumas bonecas.

Conhecendo o meio, Jacqueline Susann, soube retratar muito bem o ambiente vivido no mundo espectáculo. A autora antes de se dedicar à escrita foi actriz de teatro e de televisão.

Apesar deste livro ter sido escrito na década de sessenta continua muito actual.

Neste livro podemos conhecer três raparigas simples,  que ambicionam alcançar o estrelado. Para que isso aconteça têm de percorrer um longo e espinhoso caminho.
Nas primeiras páginas, temos a oportunidade de conhecer Anne Welles, recém chegada de Lawrenceville, uma vila do interior.  Ao chegar a Nova Iorque procura uma agência de empregos, que a recomenda para uma firma de advogados "Bellamy & Bellows". 
Na pequena pensão onde Anne mora, está  Neely, uma jovem determinada a ser uma vedeta bem sucedida no mundo do espectáculo. Neely tem a sorte que ir substituir uma cantora num espectáculo da lenda viva, Helen Lawson na Broadway. O caminho de Neely até à fama vai ser fácil, o pior vai ser depois, quando já é considerada uma grande vedeta.
E por fim, a Jennifer North, uma mulher lindissima, onde sobresaí a sua altura, assim como os seus belos seios. Uma actriz que vai conhecer o sucesso na Europa, mais concretamente em França.
Estas três mulheres conseguem  manter uma amizade ao longo de três décadas. Muitas vezes elas vão ser a família que não têm.

Um livro a LER!!

(Biblioteca Municipal do Cacém)

sábado

"Hérois à Moda de Lisboa" já está em pré-lançamento

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quinta-feira

"Uma Agulha no Palheiro" de J.D.Salinger

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Uma Agulha no Palheiro

Título: Uma Agulha no Palheiro

Autor:  J. D. Salinger / Tradução: João Palma Ferreira

Páginas: 240

Editora: Livros do Brasil

Colecção: Dois Mundos

Sinopse:
O livro conta as aventuras de Holden Caulfield, um rapaz de 16 anos, que ao ter de deixar o colégio interno que frequenta, mas receoso de enfrentar a fúria dos pais, decide passar uns dias em Nova Iorque até começarem as férias de Natal e poder voltar para casa.

Confuso, inseguro, incapaz de reconhecer a sua própria sensibilidade e fragilidade, Holden percorre nesses dias um intrincado labirinto de emoções e experiências, encontrando as mais diversas pessoas, como taxistas, freiras e prostitutas, e envolvendo-se em situações para as quais não está preparado.

"Uma Agulha no Palheiro" é contado na primeira pessoa. Ao fazer esta opção, Salinger introduz na literatura americana os recursos da oralidade, com a linguagem espontânea, o calão, os palavrões, o bordão das repetições frequentes, o humor inconsciente, procedendo a uma verdadeira revolução literária, que tornou o livro num clássico da literatura americana do pós-guerra.

Publicada pela primeira vez em 1951, Uma Agulha no Palheiro é a mais marcante obra de J. D. Salinger, e uma das mais controversas da história da literatura norte-americana após a II Guerra Mundial. Foi constantemente censurada e banida das escolas, livrarias e bibliotecas dos EUA devido ao seu conteúdo profano, à abordagem que faz do sexo e à forma como rejeita alguns dos ideais americanos.


Críticas de imprensa:
"Eu vejo Holden, a personagem principal, como um típico adolescente, um pouco mais perspicaz que a maioria dos da sua idade. Vejo-o como alguém que tenta, com inocência, preservar a integridade do mundo, até que se apercebe que isso é impossível. Assim, só lhe resta procurar a felicidade em lugares que nunca esperou poder fazê-lo para evitar a sua própria insanidade." Book Reviews

"Ficamos não só cativados pelo ritmo vivo do discurso de Holden, como pela forma como Salinger desenvolve e cria, num acto de mestria literária, o verdadeiro herói americano." Chicago Tribune Books

A minha opinião:
Confesso que não conhecia este livro e senti uma certa curiosidade em lê-lo depois de saber que os americanos queriam bani-lo das suas bibliotecas públicas e privadas.

Perante a polémica, pensei que seria um livro que tivesse um conteúdo menos próprio. Não achei!

"Uma Agulha no Palheiro" dá-nos a conhecer a história de Holden Caulfield, um adolescente de dezasseis anos. Este adolescente era um pouco bizarro, pois achava tudo muito chato e sempre com vontade de vomitar nas situações mais tolas.
O estado de espírito de Holden durante todo o livro é instável, ora se sente muito bem e feliz, para logo a seguir, estar farto de tudo e de todos.

Como todos os jovens naquele tempo, também ele gostavava de ler, mas achava tudo aborrecido. Por exemplo, leu "Servidão Humana" de Somerset Maugham e até gostou e achou que era um belo livro, mas que não gostava de ser amigo do autor e não sabe bem explicar porquê. Simplesmente achava que não seria o género de tipo com quem gostasse de conversar, preferia antes o Thomas Hardy.

Os outros intervenientes da história, saliento o Mr.Spencer e o Mr.Antolini, ambos foram professores de Holden e nutrem por ele um carinho muito grande e encontram-se preocupados com o seu futuro.  Holden foi expulso de cinco escolas e todas elas conceituadas.

( Biblioteca Municipal do Cacém)

quarta-feira

A capa completa do livro "Heróis à Moda de Lisboa"

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Título: "Heróis à Moda de Lisboa"
Autor: vários
Editora: Lugar da Palavra
Páginas: 224

Esta é a capa completa do livro "Heróis à  Moda de Lisboa".

Na contracapa podemos ler o nome dos 16 Hérois (autores) deste livro:
- Ana Saragoça
- Catarina Ponte
- Fernanda Carvalho
- Filipa Pedroso
- Filipa Ramalhete
- Guilherme Malaquias
- João Castelo Cravo
- João Pedro Teixeira
- Liliana Guerreiro
- Maria Eugénia Ponte
- Marco António
- Patrícia Ponte
- Pedro Tavares
- Rita Capristano
- Rita Costa
- Ruben de Almeida


E também, saber um pouco daquilo que vamos ler ao longo de 224 páginas:

"O livro que faltava. Os falares marginais de Lisboa no seu melhor: o “malandrim” lisboeta, a gíria das novas tribos urbanas, os pregões tradicionais, o calão dos becos e ruelas… tudo reunido numa obra única e com muito humor, onde os heróis são todos de Lisboa: desde Ulisses ao cidadão anónimo, passando por Santo António, Marquês de Pombal, Luciano das Ratas ou pela garina do shopping.

Se este livro fosse anunciado com os típicos pregões lisboetas, seria assim, certamente:
- Ó freguesa, mexa o cu que, pl’o preço de uma dúzia, leva mais três à borliú...

- Ó viva da Costa, ó pr’a eles a fazer caretas no jardim das tabuletas...

- Olha o rajá fresquinho! É pró bacano e pró bétinho!

- Olhó nogá! Quem perde é quem não está!

- Quentes e boas! Piadas e piadinhas prós meninos e prás meninas...

E porque Lisboa também tem falares e expressões muito suas, para que a paisagem portuguesa não fique a anhar, a freguesa e o freguês (que é como quem diz, o leitor) têm o Dicionário Alfacinha."

sexta-feira

"Para Sempre, Talvez" de Cecilia Ahern

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Título: Para Sempre, Talvez


Autora: Cecelia Ahern / Tradução: Maria de Almeida

Páginas: 364

Editora: Editorial Presença

Colecção: Champanhe e Morangos


Sinopse:
UM SUCESSO FENOMENAL NA IRLANDA E REINO UNIDO
• Para Sempre, Talvez alcançou o Nº 1 da lista de livros mais vendidos da Irlanda e Reino Unido.
• P.S. Eu Amo-te irá ser adaptado para cinema, com realização a cargo de Richard Degravenes, que já adaptou As Pontes de Madisson County.
• Foi preparada uma mega campanha de televisão na Irlanda para divulgar este livro.
• 17.000 cópias vendidas de Para Sempre, Talvez, em apenas uma semana, no Reino Unido.

Cecelia Ahern, filha do primeiro ministro irlandês conquistou a popularidade e o sucesso de vendas no seu país natal e tornou-se conhecida em mais de 40 outros países com o seu romance estreia P.S. Eu Amo-te. Na esteira do primeiro livro, Para Sempre, Talvez promete revelar-se um novo bestseller. Rosie e Alex vivem em Dublin e conhecem-se desde a escola primária. Sempre se mantiveram amigos e passaram juntos por muitas experiências desde a gravidez, ao casamento e divórcio. Um dia a distância separa-os: Alex parte com os pais para os Estados Unidos e Rosie sente-se muito sozinha. Consciente de que iria encontrar a felicidade junto de Alex, planeia ir ter com ele a Boston mas o destino força-a a manter-se na Irlanda. Uma série de malentendidos e azares deixa-os afastados e quando finalmente se reencontram não sabem o que fazer com a atracção que esteve sempre presente. Contado inteiramente através de correspondência escrita desde emails a cartas é um romance subtil e encantador sobre as nuances da amizade e amor.


Críticas de imprensa:
«Divertido, inteligente e compulsivamente divertido, vale a pena ler este livro.»  COSMOPOLITAN

«Os segundos romances são geralmente mais pobres mas Para Sempre, Talvez confirma as expectativas de bestseller.»  Irish Independent

«O trabalho de Ahern é surpreendentemente bom.»  Heat

A minha opinião:
Este foi o primeiro livro que li desta autora e confesso que gostei imenso. A princípio fiquei desconfiada, ler uma história escrita em sms, postai, e-mails e mensagens instantâneas, não me parecia lá muito apelativo. Errado! Tornou-se uma leitura muito agradável!

"Para Sempre, Talvez" conta-nos a história de Rosie e Alex. Rosie e Alex são os melhores amigos um do outro. Conheceram-se quando ambos tinham 5 anos de idade.

 O livro começa com um convite de aniversário da Rosie para o Alex. A partir daqui vamos acompanhar a vida destas duas crianças, dos seus familiares e amigos até à idade adulta e bem adulta!

Neste livro temos oportunidade de conhecer personagens muito interessantes. Não vou entrar em pormenores acerca dos protagonistas, mas sim, das personagens secundárias mais engraçadas!

Começo por falar na  Profª Casey, a professora primária, mais conhecida como a Profª Pencuda Mau Hálito Casey. De vez em quando a Profª Casey escreve uns recadinhos aos pais de Rosie e Alex, a falar no comportamento de ambos, até que certa altura vê-se obrigada a separá-los.
Quase no final do livro, a Profª  Casey vai  surpreender-nos, tornando-se uma ...
A seguir, aparece Brian Queixinhas. Ele vai entrar na vida de Rosie de uma forma um pouco estranha...
Por fim, temos a Ruby. Rosie conhece a Ruby quando vai trabalhar para o Andy Lascivo, numa fábrica de cliques. Esta vai revelar-se uma grande amiga, principalmente para as farras.

Gostei muito de acompanhar a vida da Rosie e do Alex, ambos conseguem manter uma grande amizade, apesar da distância física que se encontram um do outro. A vida de cada um segue uma direcção completamente oposta e vão viver experiências muito semelhantes, mas em alturas diferentes.

Este livro pode ser um pequeno hino à AMIZADE, no seu verdadeiro sentido da palavra.

Acho que nos dias que correm, a amizade é um sentimento cada vez mais raro. O corre corre das pessoas faz com  que não disponham de tanto tempo livre para cuidar e fomentar novas amizades.

(Obrigada vandinha!)

terça-feira

Novidades sobre os "Heróis à Moda de Lisboa"

Publicada por Unknown 2 comentários


O lançamento de "Heróis à Moda de Lisboa" está marcado para dia 6 de Novembro, no Museu da Cidade de Lisboa, pelas 15 horas.


Outras datas, outros locais com os "Heróis à Moda de Lisboa":

07-11-2010 Apresentação - Museu João Mário - Alenquer (às 17 horas)

11-11-2010 Apresentação Bulhosa de Entrecampos (às 18H30M)

12-11-2010 Apresentação Bulhosa de Oeiras (às 21H30M)

19-11-2010 FNAC - Shopping de Cascais - 21H30M

27-11-2010 Apresentação na Biblioteca Municipal da Amadora

E conto com a vossa presença!!!




sábado

O livro "Heróis à Moda de Lisboa" já tem capa!

Publicada por Unknown 0 comentários

Tenho o prazer de vos apresentar a capa do livro "Heróis à Moda de Lisboa", cujo o lançamento está previsto para o dia 6 de Novembro.

quinta-feira

"Amor à Primeira Vista" de Catherine Anderson

Publicada por Unknown 3 comentários


Título: Amor a Primeira Vista

Autora: Catherine Anderson / Tradutor: Francisco Freitas e Silva

Páginas: 352

Editora: Ulisseia



Sinopse:
Poucos autores escrevem histórias tão comoventes e de inesgotável ternura como Catherine Anderson. As suas personagens partilham com o leitor a esperança de encontrar o amor perfeito de uma vida inteira.

Todas as leitoras que acompanharam Rafe Kendrik e Maggie Stanley em Uma Luz na Escuridão podem agora revê-los numa nova e apaixonante aventura protagonizada por Ryan, irmão de Rafe a quem este terá de ajudar a ultrapassar um momento difícil. Um acidente sofrido há anos num rodeo deixou Bethany Coulter presa a uma cadeira de rodas. Desde então conheceu tanto as traições como os desgostos de amor, e por isso jurou nunca mais entregar o seu coração a um homem. Mas qualquer coisa em Ryan Kendrick a fez de súbito acreditar que talvez todos esses obstáculos pudessem ser ultrapassados. Ambos partilham a paixão pelos cavalos e têm um imenso sentido de humor. Mas a vida não é absolutamente perfeita. "
 
 
A minha opinião:
Se no primeiro livro já estava rendida a esta autora, então com este, tornei-me FÃ!

Uma escrita muito fluída e sem qualquer tipo de tabu.

As primeira páginas são delirantes, gargalhada atrás de gargalhada. Já tinha provado um pouco do sentido de humor de Catherine Anderson, mas neste livro, a autora revelou ainda mais o seu lado divertido. É um sentido de humor leve e genuíno, onde tudo se encaixa na perfeição!

Gostaria de salientar as descrições que autora faz da linguagem corporal, quase que dou por mim a ter o mesmo tipo de reacções que as personagens, ou seja, a ter um olhar mais sério, a sorrir de uma forma mais envergonhada ou até mesmo a sentir uma mão a fechar perante uma contrariedade.

Catherine Anderson, desta vez, conta a história de um amor à primeira vista. Quando Ryan põe os olhos em cima de Bethany pela primeira vez, sente que aquela é tal, a que ele procurou e nunca encontrou...até agora. Apesar de Bethany ser uma jovem paraplégica, Ryan vai tornar possível o que é impossivel.

No meu dicionário não há a expressão NÃO CONSIGO, porque tudo se CONSEGUE, basta querermos!

(Obrigada Sofia por mais um excelente empréstimo)

terça-feira

Lançamento de "Orbias - O Demónio Branco", uma tarde muito divertida com Fábio Ventura

Publicada por Filipa 5 comentários
Olá :) Eu sou a Filipa, tenho 16 anos e estou no 12º ano. Sou a outra metade (recente, hehe) do blog.

Quem passou ontem pela Fnac do Colombo e não ficou, não faz ideia do que perdeu. Numa sessão de lançamento muito divertida, a Sofia Teixeira (blog Bran Morrighan) apresentou o novo livro de Fábio Ventura, o aguardado - pelo menos por mim e por todas as restantes leitoras fans de Noemi e Sebastian - sucessor de Orbias, As Guerreiras da Deusa.

Como o autor salientou ontem, a história de Orbias é a história de Noemi. É através dela que viajamos pelos dois mundos e ficamos a conhecer as restantes personagens.

Eu gostei muito da apresentação do livro. Li o primeiro e estava ansiosa por poder ter nas mãos o segundo, para finalmente entender o que se passa no epílogo do primeiro Orbias... Deu-me muita vontade de ler O Demónio Branco (que já estou a ler, hehe. Para minha grande satisfação). Os presentes puderam fazer MUITAAAAAAAAAAAAS perguntas, e o Fábio respondeu a todas com um sorriso :D E nem a editora se escapou a algumas perguntas muito interessantes, respeitantes à parte editorial e ao 'trabalho de bastidores' por detrás de um livro. É uma maneira interessante de conduzir uma apresentação, e certamente diferente das últimas a que tenho assistido, porque nos deu a possibilidade de entrarmos um bocadinho mais na história e no mundo de Orbias, ao tentar perceber como ele surgiu, como se relacionam as personagens com o autor e o que mais estará para vir...

Para já, temos o novo livro, sobre o qual planeio escrever quando terminar. Mas posso já dizer que estou certamente agarrada a esta nova aventura.

O vídeo, os contos sobre as Guerreiras e as restantes obras de arte sobre o mundo de Orbias podem ser encontradas na página do facebook do livro e no blog orbiasasguerreirasdadeusa.blogspot.com .
E aqui fica um cheirinho do outro talento do autor:


Beijinhos,
Filipa
 

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