domingo

"O Feitiço" de Charlotte Brontë

Publicada por Ana Isabel Pedroso 6 comentários


Sinopse:
"Quando é declarada a morte do infante Marquês de Almeida, os reinos de Wellingtonsland e Angria ficam privados do seu herdeiro. Ansiosos por garantir a segurança futura das nações, os conselheiros do Rei sugerem-lhe que nomeie o seu sucessor — e quando o próprio Rei sucumbe a uma doença misteriosa e que o deixa em risco de vida, a necessidade torna-se ainda mais crucial. Porém, este, mantém-se estranhamente imperturbável.
A confusão dá lugar à intriga política quando os que lhe estão mais próximos se interrogam sobre o que ele realmente sabe e quem são, ao certo, as misteriosas personagens que o rodeiam."
Sobre a autora:
A força do vento na alma. Charlotte Brontë cresceu em Haworth, no Yorkshire, acompanhando o pai, um severo pastor anglicano de origem irlandesa, que educou todos os filhos com o mesmo rigor da dura e bela paisagem que os rodeava. As solitárias colinas, os vales a perder de vista, a humidade, o persistente vento que fustigavam Haworth poderiam ter encurralado as irmãs Brontë no abismo da melancolia. No entanto, na sua partilhada solidão, encontraram a escrita, a poesia que trocavam e liam entre si. Para falarmos dos mais conhecido dos seus romances, «Jane Eyre», temos inevitavelmente de mencionar «O Monte dos Vendavais» da sua irmã Emily Brontë, de «Agnes Grey» de Anne Brontë. Charlotte foi contudo a única das irmãs a assistir ao desaparecimento de toda a família. Havia nela uma força, uma paixão que, na aparente pacatez da sua vida pessoal, transpôs com inconfundível fulgor, paixão e inteligência para a escrita. Charlotte Brontë é uma daquelas autoras que nos mudam por dentro - e adentro da vida.
Nasceu no ano de 1816, em Thornton, sendo a terceira de cinco irmãs e um único irmão. Acompanhando o severo patriarca da família, Patrick Brontë, na sua missão de pastor anglicano em Haworth, no Yorkshire, cedo descobrem a solidão a que a dureza da paisagem os obrigará. Por outro lado será dessa mesma tempestuosa e agreste paisagem do Yorkshire que a rodeia que tirará muita da sua força e determinação de carácter. Apesar da frágil compleição física, optará, precisamente, por criar heroínas que lutam, que se debatem com dificuldades, com a descriminação, mas que tentam sobreviver na sociedade inglesa do século XIX, aos seus preconceitos e forte estrutura social. E não são belas. Não são belas as suas heroínas. Tal como Charlotte, quase passam despercebidas, até que pela vida adquirem uma força que as torna absolutamente apaixonantes.
Com a morte da mãe em 1821, as crianças ficaram a cargo de uma tia materna. Anne, a mais nova da família, tinha então apenas um ano de idade. Volvidos quatro anos a tuberculose atinge as duas irmãs mais velhas, Mary e Elisabeth. As três irmãs, Charlotte, Anne e Emily formam a partir da tragédia um núcleo de cumplicidade que as ajuda a continuar com a determinação de alma que sempre as caracterizará. Não esquecendo, é claro o irmão, Branwell, que ainda tenta dar aulas mas cai no vício do álcool e do ópio. Serão elas, as três irmãs, quem o protegerá até à sua morte em 1848.
Voltemos porém a Charlotte. Em 1824 ela e Emily tinham partido para a Clergy Daughthers’ School, em Cowan Bridge. Com a referida morte das irmãs regressam a casa para tomar conta dos irmãos. Branwell e Anne eram apenas crianças pelo que cedo os quatro começam a escrever, em pequenos cadernos, a história do imaginário reino de Angria. Todos parecem aliás desenvolver, apesar da austera educação, uma faceta artística. Com quinze anos de idade Charlotte parte para Roe Head onde continua os seus estudos na Miss Wooler’s School, mas logo regressa a casa. Só em 1835 ali voltará, não já como aluna, mas como professora, contribuindo assim para os estudos em Arte do irmão. Aos vinte e um anos ousou escrever a Robert Southey, conhecido poeta de então, pedindo-lhe conselho para a sua futura carreira de escritora. Logo o poeta lhe responde dissuadindo-a do que lhe parece uma actividade impróprio para mulheres. De facto, com grandes dificuldades em editar os seus textos Charlotte e as irmãs reúnem os seus versos em «Poemas» e fazem-nos editar sob os pseudónimos de Currer, Ellis e Acton Bell. A ambiguidade dos nomes, não tão obviamente femininos, vão abrir-lhes outras portas. Não conseguindo editar o primeiro dos seus romances, «O Professor», as irmãs têm melhor sorte publicando Emily «O Monte dos Vendavais», e Anne «Agnes Grey». Ao acompanhar a convalescença do pai, operado aos olhos, Charlotte começa a escrever «Jane Eyre», romance que se torna um imediato sucesso colocando-a entre os grandes da literatura mundial. «Jane Eyre» possui uma profundidade, uma força que marcam o leitor. Contando a história de Jane, uma menina órfã acolhida, mas mal tratada, pelos tios, que sempre a reduzem a uma condição social inferior, ela é uma heroína sem fortuna, sem beleza, sem amor. O patinho feio tem contudo de lutar para se tornar na fortaleza que ergue dentro de si. Chegando a passar fome, arranja trabalho como preceptora, apaixonando-se pelo sinistro senhor da casa, Rochester. Aonde a levara tal paixão?
Depois do sucesso de «Jane Eyre» Charlotte escreve, ainda sob pseudónimo, «Shirley» (1849) e «Villette» (1853). Romances que nunca chegam a ser lidos nem por Emily, nem por Anne que morrem, em 1849, de tuberculose. Quando em 1854 aceita casar-se com o assistente do pai, entretanto desaparecido, e depois de ter recusado três propostas de casamento, parece deixar-se apoderar pelo cansaço. Grávida, morre de pneumonia antes de dar à luz. Decorria o ano de 1855.
O fulgor de Charlotte Brontë mantém-se contudo bem aceso. Ler os seus livros hoje implica sentir esse vento, esse forte e intenso vento que quase nos impede de caminhar, mas que com a sua força de palavra nos fazem crescer pela leitura. Jane, a protagonista que a celebrizou, é uma professora, tal como Charlotte foi durante anos, que tenta garantir a sua independência, mas que sempre tem de lutar contra as fortes limitações impostas à mulher na Inglaterra do século XIX. Há contudo um vigor, transporto talvez da selvagem e bela paisagem que sempre a rodeou, e que ajudou a construí-la por dentro com a força de uma montanha. Força que transporta para a escrita. Não é pois possível adiar a leitura de Charlotte Brontë. Ela é alguém que nos marca pela vital paixão e sabedoria. Lê-la é crescer um pouco, compreender um pouco mais...
Fonte: Circulo de Leitores

A minha opinião:
É um livro de leitura dificil e um bocado aborrecida.
Muitas personagens e o tipo de linguagem usada, não ajuda a cativar o leitor.
Foi a primeira que tive a oportunidade de ler algo desta escitora, mas fiquei desiludida!
(Obrigada wiccaa pelo BookRing!)

sábado

"Inspiração do monge que vendeu o seu ferrari" de Robin Sharma

Publicada por Ana Isabel Pedroso 3 comentários

Sinopse:
"Todos precisamos de inspiração: para sermos brilhantes no trabalho que fazemos e na vida que levamos; para concretizarmos os nossos sonhos mais profundos e nos transformarmos naquilo que sempre desejámos ser; para ultrapassarmos os momentos mais difíceis – e para desfrutarmos dos momentos mais doces.
Neste livro, Robin Sharma apresenta as reflexões e ideias mais inspiradoras da sua obra, sob a forma de um calendário perpétuo, destinado a tornar cada dia um acontecimento extraordinário.
Abrangendo temas como o sucesso, a adversidade, os relacionamentos e o legado de vida, este livro será certamente a sua melhor companhia na jornada diária de autotransformação. Os livros de Robin Sharma são best-sellers mundiais que já ajudaram milhões de pessoas a encontrar o sucesso e a felicidade autêntica. Publicados em mais de 40 países, são referências de confiança para todos aqueles que procuram mais alegria, vitalidade, prosperidade e harmonia. Ao longo das páginas deste livro, encontrará algumas das passagens mais inspiradoras da obra de Robin Sharma, que o ajudarão, a cada dia, a encontrar o caminho para uma vida mais íntegra e realizada."
Este livro tem um pensamento de inspiração por cada dia do ano.
Sobre o autor:
Robin Sharma é um dos mais conceituados líderes de pessoas de sucesso do mundo, tendo escrito “O Monge que vendeu o seu Ferrari”, um livro que eu aconselho vivamente a todos os que desejam ser pessoas de sucesso. Robin Sharma descreve os oito factores que no seu entender mais afectam e impulsionam qualquer pessoa que queira ser uma pessoa de sucesso.
1º FOCO:
As pessoas de sucesso estão sempre focadas nas coisas que tem de fazer ou partilhar, ou seja estão sempre focadas nos seus objectivos, a isso eu chamo a lei das conexões, as pessoas mais eficientes, mais produtivas fazem com que cada passo que dêem ou cada tarefa que executam esteja alinhada com os seus objectivos, para que cada actividade que completam os deixe mais perto do sitio onde pretendem estar no fim das suas vidas. O foco é realmente muito importante para viver uma vida melhor, foco foco foco foco, aprenda a dizer não ás coisas que não são muito importantes para aprender a dizer sim ás coisas que realmente contam.
2º SER POSITIVO E APAIXONADO:
É realmente importante ser a pessoa mais positiva que conhece e estar realmente apaixonado pelo que está a tentar criar e pela vida que está a tentar viver, para que as outras pessoas sintam essa paixão, porque a paixão é fortemente contagiosa e quando se sente entusiasmado acerca dos seus objectivos ou as suas tarefas isso contagia outra pessoa que fica também entusiasmada.
3º TRABALHAR NO DURO:
Pessoas de sucesso trabalham bastante, lembre-se da famosa frase “Quanto mais duro trabalho mais sorte eu tenho”, eu não conheço nenhum bom líder que não trabalhe bastante mais que as pessoas que o rodeia, trabalho árduo traz resultados fantásticos.
4º NUNCA PARE DE INOVAR:
As pessoas de sucesso nunca param de inovar, estão sempre a procurar novas ideias, questionado sempre que podem as pessoas que os rodeiam sobre formas para melhorar o seu negócio, carreira, maneira de pensar, comunicação, saúde, vida familiar, nunca pare de inovar, nunca aceite o normal.
5º GESTÃO DE TEMPO:
Pessoas de sucesso utilizam o seu tempo de forma inteligente, torne-se num mestre de gestão de tempo, o tempo é como pequenos grãos de areia que escorregam pelas suas mãos, o tempo que se perde nunca pode ser recuperado, por isso foque-se em fazer sempre o que realmente irá fazer a diferença.
6º DÊ MUITO VALOR:
Para ser uma pessoa de sucesso terá de dar mais valor do que aquele que recebe, pessoas de sucesso questionam-se constantemente sobre como podem ajudar outros a alcançar os seu sonhos, como adicionar mais valor ao serviço que prestam aos seus clientes para elevar os seus negócios ou a maneira como eles fazem as coisas, de forma simples, quando ajuda outras pessoas a atingir os seus objectivos terá também a ajuda deles para atingir os seus objectivos.
7º FANTÁSTICAS CAPACIDADES DE RELACIONAMENTO:
Outra das fantásticas capacidades das pessoas de sucesso é a sua capacidade de criar fortes relações de amizade com outras pessoas, os negócios são apenas jogos de relacionamentos, as pessoas gostam de fazer negócios com quem confiam, querem fazer negócios com pessoas que gostem, utilize algum do seu tempo a criar relações de amizade com outras pessoas, muito do seu sucesso será medido pela quantidade de relações humanas que conseguir criar.
8º DEVOÇÃO PELA EXCELÊNCIA:
Por ultimo, as pessoas de sucesso querem ser os melhores naquilo que fazem, querem ter uma carreira brilhante e não apenas boa, querem ser simplesmente excelentes.
Juntamente com estes oito factores Robin Sharma aconselha a que siga três passos para melhorar os seus resultados, Consciencialização, Escolhas, Sucesso, procure estar sempre consciente das suas capacidades, limitações e das coisas que precisa para puder fazer boas escolhas que o transformam numa pessoa de sucesso.


A minha opinião:
Gostei!!! Muito inspirador!!
Ajuda-nos a ver a vida pelo lado mais colorido!
Não deixem de ler!
(Obrigada fbeatriz pela oportunidade de fazer parte deste aliciante projecto do site "Segredo dos Livros"!)

sexta-feira

"Joías" de Danielle Steel

Publicada por Ana Isabel Pedroso 2 comentários


Sinopse:
"Este é um livro de memórias. Memórias da duquesa Sarah Whitfield que, no dia em que faz 75 anos e espera pela chegada de todos os filhos para celebrar o seu aniversário recorda toda a sua vida, os bons e os maus momentos por que passou desde a sua infância até chegar aquele dia. Lembra as dificuldades do seu primeiro casamento e o sofrimento de perder o seu bebé. Relembra a viagem à Europa, promovida pelos pais, durante a qual conheceu o duque Whitfield com quem viria a casar. E foi depois de se tornar duquesa, durante os terríveis anos da Segunda Guerra Mundial que Sarah começou a sua vida de mulher de negócios comprando jóias a refugiados e a pessoas que necessitavam desesperadamente de dinheiro sem saber que, anos mais tarde, viria a ser considerada como a mais importante comerciante de jóias de toda a Europa."
Sobre a autora:
Escritora norte-americana, nascida em 1949, em Nova Iorque, autora de best-sellers no seu país e no estrangeiro.
Escreve livros sobre dramas da realidade quotidiana ligados essencialmente ao amor, às relações conturbadas, à traição, à separação e ao sofrimento, mas com o sempre desejado desenlace feliz. Escreveu o seu primeiro livro em 1973, Going Home, mas só em 1978 alcançou a fama com The Promise, que se tornou um best-seller.
A partir dessa altura, foi a consagração do seu reconhecimento como uma das grandes escritoras norte-americanas. As suas obras são best-sellers em mais de 45 países.
Para além de literatura para adultos, escreveu também livros para crianças. Mãe de nove filhos, interessa-se pelo bem-estar das crianças em geral, participando com porta-voz da American Humane Association (AHA). Mais de vinte obras suas foram adaptadas a séries e filmes televisivos. Fazem parte do vasto conjunto das suas obras os seguintes títulos: "Family Album" (1985, "Álbum de Família"), "Jewels" (1992, "Jóias"), "Accident" (1994), "The Ranch" (1997, "O Rancho"), "Granny Dan" (1999, "A Avó Dan"), "The Wedding" (2000), "The Kiss" (2001) e "Sunset in St. Tropez" (2002).
A minha opinião:
Muito Bom!
Um livro de leitura fácil, mas intensa, onde nos mostra o que as pessoas passar na Segunda Guerra Mundial.
Sarah, a protagonista deste livro foi uma mulher muito lutadora, que soube superar as adversidades da vida.
Sendo mais um excelente livro da Danielle Steel!
Recomendo-o!!!
(Obrigada fbeatriz pelo excelente empréstimo!)

quinta-feira

"O Pássaro de Caxemira" de Linda Holeman

Publicada por Ana Isabel Pedroso 5 comentários


"Inglaterra vitoriana, século XIX, Liverpool.

Linny é a filha ilegítima de uma criada que se deixou enganar pelo senhor da casa. Contra o olhar dos outros e as más-línguas, a mãe ensinou-lhe a dignidade, a força de carácter. Força a que ela sempre recorrerá nos momentos mais difíceis da sua vida. E duro será o seu destino...

Com morte da mãe o padrasto força-a à prostituição até que ela consegue escapar às sombrias e húmidas ruas de Liverpool. Com a ajuda de um jovem estudante consegue partir para a Índia onde sonha encontrar a felicidade. Mas também ali o destino lhe será adverso. O oficial inglês com acaba por se casar, Somers Ingram, sabe do seu passado embora também ele esconde um terrível segredo. O seu casamento é pois um encontro de conveniências que cedo a tornam prisioneira de uma vida de mentiras. Todos a vêem com a elegante e pacata mãe de família, mas só ela sabe a violência que tem de suportar dentro de casa.

Num empolgante e sensível romance histórico, rico em ambientes, fascinante no traço de contrastes entre os nebulosos tons da Inglaterra e o fulgor de cores e vida da Índia, a autora, Linda Holeman, convida-nos a uma inesquecível viagem. Seguindo o percurso de Linny Gow, apaixonamo-nos pela sua força. Sempre ela lutará por uma vida melhor, pela perdida dignidade. «O Pássaro de Caxemira» começa com as palavras da protagonista: A ti tudo direi – parte verdade, parte memória, parte pesadelo... Dirige-se ao seu filho, é a ele que quer deixar, por escrito, a história da sua vida. Uma vida que começou longe, bem longe das terras da Índia."

Depois de acabar de ler este livro, só posso dizer que me apetecia mais.

A história é muito envolvente, também muito sofrida, mas quem luta para que o dia de amanhã seja melhor, vence sempre!!!

Gostei de conhecer a personagem Linny Gow, que desde os seus 11 anos sabia o que era o sofrimento. E ela conseguiu sobreviver a tudo e a todos, uma lutadora.

Este livro foi mais um excelente ring que tive oportunidade de ler pelo bookcrossing.

Recomendndo-o vivamente!!!

terça-feira

"Diário de uma Mãe" de James Patterson

Publicada por Ana Isabel Pedroso 3 comentários
"Do autor de Alex Cross, o detective psicanalista que a América tão bem conhece, protagonista de sete thrillers que se tornaram bestsellers, chega Diário de Uma Mãe, um intenso romance que nos envolve numa apaixonante história de amor. Katie trabalha numa prestigiada editora em Nova Iorque quando conhece Matt, o homem perfeito em tudo o que ela tinha imaginado e que está à sua frente a pedir-lhe que ela publique o seu livro de contos. O amor entre os dois inevitavelmente acontece e uma vibrante relação é vivida ao longo de onze meses. Mas um dia, sem explicação, ele desaparece deixando apenas um diário, escrito por uma mulher chamada Suzanne. Recentemente mãe, Suzanne descrevia como conheceu o pai do seu filho Nicholas, quais as suas perspectivas de família e esperanças de casamento e como se sentia feliz em ter uma criança na vida dela. Ao ler este comovente documento Katie percebeu que o homem que a tinha acabado de deixar era o marido e o pai desta jovem família."
Lindo!!!
Adorei!!!
Um amor tão puro, tão sincero, tão vivido a cada momento.
Gostei deste excerto:
"Imagina que a vida é um jogo, cujo objectivo é manter três bolas no ar. As bolas chamam-se trabalho, família, saúde, amigos e integridade. E tens de as manter todas no ar ao mesmo tempo. Mas, um dia, percebes que o trabalho é uma bola de borracha. Se a deixares cair, volta para ti. As outras quatro bolas (família, Saúde amigos e integridade) são de vidro. Se deixares cair uma delas, ficará irreparavelmente rachada, lascada ou mesmo partida em pedaços. E assim que aprenderes realmente a lição da cinco bolas, terá o nício do equilíbrio na tua vida"
Um dos excertos que mais me tocou e me fez chorar:
"A música está a tocar, mas tu não estás no berço.Lembro-me da Mamã a sair de casa para dar as suas voltas naquela manhã. Gritei-lhe «Eu amo-te» e ela soprou-me um beijo. Depois enrugou o nariz daquela forma especial que só ela sabe fazer. Tu sabes o que eu quero dizer. Tu conheces aquele olhar dela. Depois deu-me o seu «famoso piscar de olhos» e consigo visualizar tudo agora. Estou a ver Suzanne.Os seus braços estão carregados, porque ela está contigo ao colo, meu querido bebé. Queria que tu fosses o primeiro a ver as lindas fotografias emolduradas. Foi por isso que ela te levou á cidade naquela manhã do teu aniversário." - e percebi o que tinha acontecido.
Um livro a não perder!
 

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